Racismo não é errado

Por Darrell B. Harrison

“Claro que o título chamativo é pra te atrair para essa leitura que apesar de um pouco extensa , vale a a pena.” Alex Cosmo

Ao pesquisar o cenário sociocultural atual na América, parece que um número crescente de indivíduos está se identificando como ativistas da justiça social ou aspirando a ser um.

O que começou com os protestos de um indivíduo sobre injustiças “raciais” sistêmicas perpetradas contra pessoas negras, principalmente por aqueles que ocupam certas posições de autoridade (por exemplo, policiais), se transformou em um movimento global com outros atletas notáveis e celebridades protestando em solidariedade.

Agora, antes de continuar, quero confessar que coloquei a palavra racial nas citações acima porque, ao contrário da maioria dos ativistas de justiça social, não concordo com a ideia de “raça” como um aspecto da identidade humana. A Escritura ensina que Deus criou etnias, não “raças” (em Atos 17:26, a palavra “nação” é o substantivo grego “ethnos”, do qual deriva a palavra portuguesa “etnia”).

Mas deixando de lado as definições teológicas por enquanto, meu ponto de vista sobre o assunto “raça” está mais alinhado com o do falecido antropólogo Dr. Robert Wald Sussman, autor de The Myth of Race: The Troubling Persistence of an Unscientific Idea que, em um artigo da Newsweek de 2014 disse:

“O que muitas pessoas não percebem é que a estrutura racial não é baseada na realidade. Os antropólogos demonstraram há muitos anos que não há realidade biológica para a raça humana. Não há grandes comportamentos complexos que se correlacionem diretamente com o que pode ser considerado características “raciais” humanas. Não há relação inerente entre inteligência, obediência à lei ou práticas econômicas e raça, assim como não há relação entre tamanho do nariz, altura, grupo sanguíneo ou cor da pele e qualquer conjunto de comportamentos humanos complexos. No entanto, nos últimos 500 anos, fomos ensinados por um consórcio informal e mutuamente reforçador de intelectuais, políticos, estadistas, líderes empresariais e econômicos e seus livros que a biologia racial humana é real e que certas raças são biologicamente melhores que outras. Esses ensinamentos levaram a grandes injustiças para judeus e não cristãos durante a Inquisição espanhola; para negros, nativos americanos e outros durante os tempos coloniais; aos afro-americanos durante a escravidão e a reconstrução; aos judeus e outros europeus durante o reinado dos nazistas na Alemanha; e a grupos da América Latina e Oriente Médio, entre outros, em tempos políticos modernos.”

O Dr. Sussman está certo.

E embora a ciência continue a fornecer ao mundo evidências objetivas para apoiar suas conclusões, não é necessariamente minha intenção que esta postagem do blog sirva como uma apologética para a epistemologia de “raça” de Sussman ou de qualquer outra pessoa.

Dito isso, no entanto, acho interessante, se não irônico, que muitos que subscrevem o conceito de “raça” como uma realidade científica optem por se engajar em discursos sobre aqueles que exibem atitudes “racistas”, abertamente ou secretamente, não do ponto de vista da biologia, mas da moralidade.

Essa lógica, a meu ver, levanta várias questões, como:

Como algo cuja premissa ontológica, como “raça”, é baseada apenas na cor da pele pode se tornar uma questão de moralidade (racismo)? Afinal, se tal atitude (racismo) é simplesmente uma resposta biológica ao que é apenas produto daquilo que tem uma gênese biológica (raça), o remédio para tal atitude não deveria ser também biológico em oposição ao moral?

Em segundo lugar, e, inversamente, se de fato o racismo é apenas uma resposta biológica a um atributo biologicamente induzido da humanidade, então, por que o racismo é sempre “errado” para começar? Em outras palavras, em que ponto a moralidade começa a suplantar a ciência – se é que o faz?

E, finalmente, por qual ou qual padrão de moralidade deve ser considerado que o racismo é “errado” em primeiro lugar? O que é considerado certo ou errado não é medido em relação a um padrão objetivo? De onde – ou de quem – esse padrão se origina? Por outro lado, quem determina que esse padrão deva ser a referência última pela qual tal atitude deve ser considerada certa ou errada?

Ao responder essas e muitas outras perguntas, considero especialmente úteis as palavras do pastor e autor Dr. John MacArthur que, em seu livro Think Biblically: Recovering a Biblical Worldview, diz:

“… a doutrina da evolução (se seguida consistentemente) termina com a negação da realidade do mal. Se a evolução naturalista está correta e não há Deus, também não pode haver princípios invioláveis ​​que governem o universo. E, portanto, não há responsabilidade moral de qualquer tipo. Na verdade, se a evolução for verdadeira, as coisas são como são por puro acaso, sem nenhuma razão transcendente. Nada sob tal sistema jamais poderia ter qualquer significado moral real. As próprias noções de bem e mal seriam conceitos sem sentido. Não haveria razão para condenar um Hitler ou aplaudir um bom samaritano”.

O livro de Gênesis registra o primeiro assassinato cometido na história da humanidade — a morte premeditada de Abel por seu irmão Caim. Sabemos que as ações de Caim foram premeditadas porque, antes de Caim realizar o ato em si, Deus falou diretamente – e especificamente – com ele sobre a atitude pecaminosa que ele estava abrigando em seu coração em relação a Abel:

Então o Senhor disse a Caim: “Por que você está com raiva? E por que seu semblante caiu? Se você fizer bem, seu semblante não será levantado? E se você não fizer bem, o pecado está à espreita na porta; e seu desejo é para você, mas você deve dominá-lo. Caim disse a Abel seu irmão. E aconteceu que, estando eles no campo, levantou-se Caim contra seu irmão e o matou”. – Gn 4:6-8 (NASB)

Observe nessa passagem que Abel é duas vezes referido como o “irmão” de Caim.

Mas observe também que não foi por razões familiares, relacionais ou genealógicas que Deus admoestou Caim. Deus não disse a Caim: “É errado você matar Abel porque ele é seu irmão”. Deus também não disse: “É errado matar seu irmão porque ambos sangram da mesma cor” ou “É pecado matar seu irmão porque ambos compartilham o mesmo nível de melanina”.

Essas realidades são importantes de serem observadas porque quando se trata de questões de “raça” e “relações raciais”, o ethos etnocêntrico que muitos proponentes da justiça social subscrevem hoje é baseado no relacionamento horizontal da humanidade uns com os outros, em oposição ao nosso relacionamento vertical com Deus. .

Em outras palavras, a afirmação de que o racismo é “errado” baseia-se principalmente na proposição social de que cada um de nós foi criado à imagem do outro (imago homo) e não à imagem de Deus (imago Dei). Como opinou a poetisa americana Maya Angelou:

“Nós amamos e perdemos na China,
choramos nos pântanos da Inglaterra,
e rir e gemer na Guiné,
e prosperar nas costas espanholas.
Buscamos o sucesso na Finlândia,
nascem e morrem no Maine.
Em pequenas coisas nós diferimos,
em major, somos iguais.”

O problema com o tipo de relativismo moral etnocêntrico defendido hoje por muitos ativistas da justiça social é que ele prega a mensagem ilusória de “cura te ipsum” (médico cura a ti mesmo).

Esse tipo de moralismo subjetivo e egocêntrico é o motivo pelo qual inúmeros ativistas de justiça social estão exigindo o chamado “fim” do racismo, porque acreditam sinceramente, embora ingenuamente, que a gênese do preconceito étnico pecaminoso é biológica (melanina), não espiritual (coração). ) e, inversamente, que os seres humanos possuem inerentemente a capacidade e a habilidade de deixar de ser “racistas”. O que, novamente, levanta a questão: como é que uma característica tão invariável e constante como a cor da pele pode afetar o coração humano a ponto de resultar em atitudes que levam a maus tratos flagrantes de outros que não se parecem conosco?

“… e Ele fez de um homem toda nação da humanidade para viver na face da terra…” – Atos 17:26 (NASB)

O Deus de todo o universo — em Sua infinita e insondável sabedoria — criou e moldou você e eu com as características étnicas específicas que cada um de nós possui. Nossa pele tem a cor que tem e tem o nível de melanina que tem porque Deus ordenou que fosse assim, não porque você ou eu tenhamos algo a ver com isso.

Sim, “racismo” é errado – mas não é errado pelas razões que você pensa.

Não é porque todos sangramos vermelho que o racismo é errado.

Não é porque todos pertencemos a uma “fraternidade universal de homens” que o racismo é errado.

Não é porque todos respiramos o mesmo ar que o racismo é errado.

Não é por causa de nossas semelhanças sociológicas, antropológicas ou biológicas que o racismo é errado.

O “racismo” é errado não porque você ou eu declaramos subjetivamente que é errado, mas porque é um reflexo de uma atitude de coração pecaminosa inata que não tem consideração pelos outros que, como você e eu, foram criados por Deus para refletir o Seu imagem no mundo (Gn 1:27; Mt 5:13-16).

É a verdade objetiva e imutável do evangelho que torna o preconceito étnico pecaminoso (racismo) errado, não a ética subjetiva e maleável da sociedade.

Então, para aqueles que estão pedindo o “fim” do racismo, eu os aplaudo. Tenho o maior respeito por você. No entanto, muitas vezes me pergunto se você realmente entende o que está dizendo quando diz isso? Você tem algum conceito real do que realmente está pedindo ao pedir o “fim” do racismo (Mateus 7:2)?

Quer você perceba ou não, o que você está exigindo é a perfeição total de atitude e comportamento de cada pecador que reside na face desta terra – incluindo você mesmo. Contemple essa realidade por um momento e responda a isto: como você propõe atingir esse nível de perfeição comportamental coletiva em um mundo composto por mais de sete bilhões de pecadores? Através de mais protestos? Mais leis? Mais campanhas de hashtag de mídia social? Mais programas governamentais de base étnica ou de classe que ajudarão a “nivelar o campo de jogo”?

Pense nisso.

Você não percebe que nenhuma dessas coisas é realmente a solução para as preocupações que você tem? Claro que você faz. E a razão pela qual você sabe disso é porque você percebe que o problema fundamental não é a escuridão da pele de uma pessoa, mas a escuridão de seu coração (Mc 7:17-23).

A única maneira de “acabar” com o preconceito étnico pecaminoso é arrepender-se dele – como de qualquer outro pecado – e ter nossos corações e mentes renovados pelo poder regenerador do evangelho de Jesus Cristo (Eze. 36:26-27; Rom. 12:2).

Essa é a única solução duradoura.

Humildemente em Cristo,

Darrel

Crédito da imagem: galleryhip.com

A Bíblia e o transexualismo/transgeneridade

O transexualismo, também conhecido como transgeneridade, Transtorno de Identidade de Gênero (TIG) ou disforia de gênero, é um sentimento de que seu gênero biológico/genético/fisiológico não corresponde ao gênero com o qual você se identifica e/ou se percebe. Os transexuais/transgêneros geralmente se descrevem como se estivessem “presos” em um corpo que não corresponde ao seu verdadeiro gênero. Eles costumam praticar o travestismo e também podem procurar a terapia hormonal e/ou a cirurgia de mudança de sexo para adequar seus corpos ao gênero percebido.

A Bíblia em nenhum lugar menciona explicitamente a transgeneridade ou descreve alguém como tendo sentimentos transgêneros. No entanto, a Bíblia tem muito a dizer sobre a sexualidade humana. O conceito mais básico para nossa compreensão de gênero é que Deus criou dois (e apenas dois) gêneros: “homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27). Toda a especulação moderna sobre numerosos gêneros ou fluidez de gênero – ou mesmo um “continuum” de gênero com gêneros ilimitados – é estranha à Bíblia.

O mais próximo que a Bíblia chega de mencionar a transgeneridade é em suas condenações à homossexualidade (Romanos 1:18-32; 1 Coríntios 6:9-10) e ao travestismo (Deuteronômio 22:5). A palavra grega frequentemente traduzida como “homossexuais passivos ou ativos (NVI)” ou “homossexuais (NTLH)” em 1 Coríntios 6:9 significa literalmente “homens efeminados”. Assim, enquanto a Bíblia não menciona diretamente a transgeneridade, quando menciona outras instâncias de “confusão” de gênero, identifica clara e explicitamente como pecado.

E quanto à possibilidade de que aqueles que sofrem com transgeneridade têm um cérebro que funcione como um gênero, enquanto o resto do corpo é biologicamente o outro gênero? A Bíblia nem sequer sugere tal possibilidade. No entanto, a Bíblia também não menciona o hermafroditismo (uma condição em que uma pessoa tem órgãos sexuais masculinos e femininos), o que inegavelmente ocorre (embora muito raramente). Além disso, as pessoas podem nascer ou desenvolver todos os tipos de defeitos ou disfunções cerebrais diferentes. Como se pode dizer que é impossível que um cérebro feminino esteja em um corpo masculino (ou vice-versa)?

Com o hermafroditismo como evidência, não se pode dizer que se a Bíblia não menciona algo, ele não ocorre. Assim, talvez seja possível que uma pessoa nasça com um cérebro ligado de tal maneira que contribua para a disforia de gênero. Isso também poderia ser uma explicação para alguns exemplos de homossexualidade. No entanto, só porque algo talveztenha uma causa biológica não significa que adotar os seus efeitos seja a coisa certa a fazer. Algumas pessoas são ligadas a uma sexualidade bastante aguçada. Isso não faz com que seja correto que se envolvam em imoralidade sexual. Está cientificamente provado que alguns psicopatas/sociopatas têm cérebros com mecanismos de controle de impulsos severamente enfraquecidos. Isso não faz com que seja correto que se envolvam em todos os comportamentos desviantes que atravessem suas mentes.

Não importa se a distorção de gênero tenha uma causa genética, hormonal, fisiológica, psicológica ou espiritual, ela pode ser superada e curada através da fé em Cristo e da confiança contínua no poder do Espírito Santo. A cura pode ser recebida, o pecado pode ser superado e as vidas podem ser mudadas através da salvação que Jesus provê, mesmo que existam fatores biológicos/fisiológicos. Os crentes coríntios são um exemplo de tal mudança: “E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Coríntios 6:11). Há esperança para todas as pessoas, quer sejam transexuais, transgêneros, com transtorno de identidade de gênero e travestis também, devido ao perdão de Deus disponível em Jesus Cristo.

Fonte : gotQuestions

Rotina é ruim? Ser um eterno aprendiz.

A sede por novidades tem levado muitos de nós a questionar as atividades repetitivas e perseverantes que ocupam boa parte de nossos dias. Rotinas são ruin? E sobre a rotina de aprender? Quando devemos quebrar uma rotina? Esses são os pontos que trataremos aqui.

Na Bíblia, há várias referências à importância da rotina e hábitos consistentes na vida. Um desses exemplos é encontrado no Salmo 1:2-3, que diz:

“Mas o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita dia e noite. .”

Esta passagem enfatiza a importância de meditar na palavra de Deus consistentemente, dia e noite. Ele compara essa rotina a uma árvore plantada junto a uma fonte de água, capaz de produzir frutos na estação e manter-se saudável e vibrante.

Outro exemplo pode ser encontrado em Eclesiastes 3:1-8, que descreve como há um tempo para tudo na vida – tempo de nascer, tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar. Esta passagem destaca a natureza cíclica da vida e a importância de estabelecer uma rotina que esteja em harmonia com as estações da vida.

No Novo Testamento, o próprio Jesus exemplificou a importância da rotina e da disciplina em sua própria vida. Em Lucas 4:16, está registrado que Jesus “foi para Nazaré, onde havia sido criado, e no sábado entrou na sinagoga, como era seu costume”. Isso sugere que Jesus havia estabelecido uma rotina de frequentar a sinagoga no sábado, o que o ajudou a permanecer conectado à sua comunidade e fundamentado em sua fé. Ainda em Lucas 22.39 fala de como era costumeiro Jesus ir ao Monte das Oliveiras orar.

No geral, a Bíblia encoraja-nos a estabelecer rotinas e hábitos consistentes em suas vidas, especialmente quando se trata de práticas espirituais como meditação e oração. Ao fazer isso, eles podem permanecer enraizados em sua fé e melhor equipados para enfrentar os altos e baixos da vida.

Ser um eterno aprendiz (ouça a música)

A aprendizagem é uma atividade que requer prática e dedicação constante para se tornar efetiva. Preparei algumas dicas de como tornar a aprendizagem uma rotina em sua vida:

  1. Estabeleça metas de aprendizagem: Defina objetivos claros e alcançáveis para o que você deseja aprender. Isso ajudará a manter o foco e a motivar-se para continuar aprendendo.
  2. Crie um plano de estudo: Organize o seu tempo e estabeleça um cronograma para estudar e praticar. Tente estudar em horários regulares para criar um hábito e fazer da aprendizagem uma parte regular da sua rotina.
  3. Utilize ferramentas de aprendizagem: Existem muitas ferramentas de aprendizagem disponíveis, como aplicativos, vídeos, livros e cursos online. Utilize essas ferramentas para obter informações e praticar habilidades.
  4. Pratique diariamente: A prática diária é fundamental para a aprendizagem efetiva. Tente praticar o que você aprendeu todos os dias, mesmo que seja apenas por alguns minutos. A repetição ajudará a consolidar o que você aprendeu e a tornar a aprendizagem uma parte natural da sua rotina.
  5. Avalie o seu progresso: Avalie o seu progresso regularmente e ajuste o seu plano de estudo, conforme necessário. Celebrar suas realizações também pode ser uma fonte de motivação para continuar aprendendo.

Ao transformar a aprendizagem em uma rotina diária, você pode criar um hábito que se torna natural e fácil de manter. A prática constante é essencial para a aprendizagem efetiva e pode levar a grandes conquistas pessoais e profissionais.

Quando quebrar a rotina?

Embora a rotina seja importante para manter um senso de ordem e consistência na vida, há momentos em que é necessário quebrá-la. Aqui estão algumas situações em que uma rotina pode precisar ser quebrada:

  1. Mudanças imprevistas na vida: Às vezes, eventos imprevistos acontecem e exigem que se adapte rapidamente. Isso pode incluir uma mudança repentina no trabalho, uma emergência de saúde ou uma mudança inesperada na vida pessoal.
  2. Tédio e estagnação: Quando uma rotina se torna muito previsível e monótona, pode se tornar entediante e não desafiadora. Nesses casos, pode ser necessário quebrar a rotina para buscar novas experiências e oportunidades de crescimento pessoal.
  3. Mudanças de metas ou prioridades: À medida que os objetivos e prioridades da vida mudam, a rotina também pode precisar mudar para se adequar a essas mudanças. Isso pode incluir mudanças na carreira, relacionamentos ou objetivos de saúde.
  4. Necessidade de descanso e autocuidado: Às vezes, a rotina diária pode ser tão exaustiva que é necessário fazer uma pausa para descansar e cuidar de si mesmo. Isso pode incluir tirar férias, fazer uma pausa em um hobby ou tirar um tempo para meditar e relaxar.
  5. Experimentação e inovação: Às vezes, é importante experimentar coisas novas e inovar para encontrar maneiras melhores e mais eficazes de realizar tarefas diárias. Isso pode incluir tentar uma nova rotina de exercícios ou tentar uma nova abordagem para uma tarefa no trabalho.

Uma rotina pode precisar ser quebrada quando há mudanças imprevistas na vida, tédio e estagnação, mudanças de metas ou prioridades, necessidade de descanso e autocuidado ou quando é importante experimentar e inovar. É importante estar aberto a mudanças e se adaptar às circunstâncias em constante mudança da vida.

Essa breve reflexão foi compartilhada nesse dia com os professores na Escola Municipal Maria Antônia Costa (Emac) em Feira de Santana na Bahia cujo tema da jornada era : Que a aprendizagem seja Rotina. Segue foto do encontro logo abaixo:

Foto: Dimas Oliveira

A parábola da palavra como semente

Esse é um campo judaico para plantação de uvas. Jesus, ao usar de parábolas para que se fizesse entendido, falava de pastores e suas ovelhas, falava de semeadores e suas plantações. Eram elementos fáceis de serem compreendidos, entendidos – quando era esse o desejo. Essa imagem te ajudará a se inserir naquela meio que Jesus tentava alcançar. O desejo de Jesus continua o mesmo, lançar a Palavra e alcançar os desejoso de uma vida em abundância.

Observe esse campo e perceba, que embora pequeno, Ele possui os elementos que Jesus falou. A palavra era e é, realmente acessível a todos. Aí está a terra fértil, onde a semente levou ao fruto. Há o terreno raso, pedregoso, onde a semente não formará raízes. Há, também as pedras, junto e presente nos murinhos.

Que a Palavra encontre terra boa em sua vida hoje, que o Espírito Santo leve essa compreensão a tua vida e que ela seja abundante. Que essa Palavra germine em seu coração e que o Senhor possa cultivá-la e te fazer grande.

Medite nesse texto da Bíblia que posto abaixo.
Lucas 8:8-14
E nquanto viajavam de cidade em cidade, muita gente se unia ao grupo e passava a acompanhá- los. A eles Jesus contou esta história:“Um lavrador saiu para semear. Algumas sementes caíram no caminho. Foram pisadas, e os passarinhos as comeram. Outras caíram sobre pedras e brotaram, mas secaram porque não tinham raiz. Outras caíram no meio das ervas daninhas, que cresceram e as sufocaram. Outras, por fim, caíram em terra boa e produziram uma grande colheita.
“Vocês estão ouvindo com atenção?”.
Os discípulos perguntaram:“Qual é o sentido dessa história?”
Ele disse:“Vocês já ouviram bastante a respeito do Reino de Deus. Conhecem as suas verdades. Mas há quem precise ouvir essas histórias, mesmo que nem sempre as entendam:
Os olhos deles estão abertos, mas não veem nada,
Os ouvidos deles estão abertos, mas não ouvem nada.

“Essa história retrata a vida de muitos deles. A semente é a Palavra de Deus. As sementes no caminho são aqueles que ouvem a Palavra, mas o Diabo a arranca do coração deles, para que não acreditem que serão salvos.
As sementes que caíram nos pedregulhos são os que ouvem com entusiasmo passageiro. Diante da primeira dificuldade, perdem o interesse.
As sementes que caíram entre as ervas daninhas são os que ouvem a Palavra, mas a preocupação constante com o amanhã e a ilusão de viver para ganhar dinheiro e divertir- se a sufocam. As sementes não produzem nada.

Que Deus te abençoe.

Pr. Alex Cosmo
EBD do Aprisco // 03 de novembro de 2013.

Resumo feito por Gerson Jr

A árvore antiga – Oliveira de Vouves

A antiga Oliveira de Vouves é uma árvore com aproximadamente 2.900 anos. Situada em um cemitério na ilha de Creta, na Grécia, ela viveu durante a escrita da Ilíada por Homero, a idade de ouro de Atenas, ascensão do Império Romano e o nascimento de Cristo. Ainda produz azeitonas.

Gosto muito de árvores antigas e essa sensação de que ela permaneceu ali por tantas gerações e intempéries.

Isaías 61:1-3

O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória.

Nosso carnaval , carne vale!

Ação Fundação Aprisco / Aprisco Church no “sábado de carnaval” de 2023

No vídeo podemos ver a maioria de mulheres e crianças incluindo imigrantes. Karol, atual presidente da Fundação Aprisco, tem se envolvido pessoalmente no desenvolvimento do projeto Acolher nessa localidade l que além da distribuição de alimentos já conta com um reforço escolar para as crianças durante a semana com a professora Gilmara .

Pleno sábado de carnaval e tivemos a alegre oportunidade de mais um encontro com a comunidade no entorno da Chácara Aprisco. Agradecemos a Deus e a todos que tem sido instrumentos para compartilhamento do pão com os necessitados.

Dentre os doadores estão: Frigorifico Campo do Gado, Fornari Delicatessen, São Roque Atacado, Programa Mesa Brasil SESC , SOS Humanos e o nosso Bendito Bazar.

*O trocadilho “carnaval, carne vale” , se refere a doação de carne que esteve incluída no pacote desse encontro.

O que se pode aprender no livro bíblico de Levítico?

Entrada do Tabernáculo e o Altar dos Sacrifícios

O livro de Levítico é uma parte importante do Antigo Testamento que descreve as leis e regulamentos que Deus deu aos israelitas. Embora muitas dessas leis possam parecer desatualizadas ou irrelevantes para nossas vidas modernas, há várias lições importantes que podemos aprender com o livro de Levítico:

Santidade: O livro de Levítico enfatiza a santidade de Deus e a importância de viver uma vida santa. Os israelitas foram instruídos a seguir leis e regulamentos estritos que os ajudariam a manter um estado de pureza ritual e evitar a contaminação e manter uma distinção clara dos demais povos da terra.

Sacrifício: Levítico também enfatiza a importância do sacrifício na adoração a Deus. Os israelitas foram instruídos a oferecer vários tipos de sacrifícios, incluindo holocaustos, ofertas de cereal e ofertas pelo pecado, como forma de expiar seus pecados e buscar perdão.

Expiação: O conceito de expiação é central no livro de Levítico. Os israelitas foram instruídos a buscar a expiação de seus pecados por meio da oferta de sacrifícios, o que ajudaria a restaurar seu relacionamento com Deus e manter seu estado de pureza ritual. Essa expiação é uma sombra do sacrifício de Cristo na cruz que cumpriria completamente as exigências da justiça do Pai e eliminaria a necessidade de novos sacrifícios de animais.

Obediência: O livro de Levítico enfatiza a importância da obediência aos mandamentos de Deus. Esperava-se que os israelitas seguissem as leis e regulamentos que Deus lhes dera, mesmo que não entendessem as razões por trás delas.
O caráter de Deus: Levítico nos dá um vislumbre do caráter de Deus, incluindo sua justiça, sua misericórdia e seu amor por seu povo. Por meio das leis e regulamentos que deu aos israelitas, Deus revelou seu desejo de que eles vivessem de uma maneira que honrasse e refletisse sua santidade.

No geral, o livro de Levítico pode nos ensinar lições importantes sobre santidade, sacrifício, expiação, obediência e o caráter de Deus. Como cristãos, embora não devamos seguir as mesmas leis e regulamentos rituais que os israelitas, essas lições ainda são relevantes para nossas vidas hoje e podem nos ajudar a crescer em nossa fé e relacionamento com Deus.

E sobre aqueles tipos de ofertas?

No livro de Levítico, existem cinco tipos diferentes de ofertas que os israelitas foram ordenados a fazer a Deus. Cada tipo de oferenda tinha um propósito e significado específico:

Oferta Queimada (Levítico 1) – Este tipo de oferta era um ato voluntário de adoração em que um animal, como um touro, ovelha ou cabra, era completamente queimado no altar como um aroma agradável a Deus. O holocausto simbolizava entrega total a Deus e dedicação ao seu serviço.

Oferta de grãos ou manjares (Levítico 2) – Este tipo de oferta também era um ato voluntário de adoração em que grãos, como farinha, óleo e incenso, eram oferecidos a Deus. A oferta de cereal simbolizava gratidão pela provisão e fidelidade de Deus.

Oferta pacífica (Levítico 3) – Este tipo de oferta era um ato voluntário de adoração em que um animal, como um touro, ovelha ou cabra, era sacrificado como forma de fazer as pazes com Deus. A oferta pacífica simbolizava reconciliação e comunhão com Deus e uns com os outros.

Oferta pelo pecado (Levítico 4) – Este tipo de oferta era uma oferta obrigatória feita quando um indivíduo ou toda a comunidade pecava involuntariamente. A oferta pelo pecado era feita para expiar o pecado e restaurar o indivíduo ou a comunidade a um estado de pureza ritual.

Oferta pela culpa (Levítico 5-6) – Este tipo de oferta era uma oferta obrigatória feita quando um indivíduo pecava contra Deus ou outra pessoa e precisava fazer restituição. A oferta pela culpa foi feita para expiar o pecado e reparar o mal que havia sido feito.

Cada tipo de oferta tinha procedimentos e requisitos específicos, como o tipo de animal que poderia ser oferecido, a maneira como seria oferecido e as porções da oferta que poderiam ser comidas pelos sacerdotes ou pelo ofertante. Essas ofertas foram projetadas para ajudar os israelitas a entender a seriedade do pecado, a importância da adoração e a necessidade de um relacionamento correto com Deus. Por meio das ofertas, os israelitas eram lembrados da santidade de Deus, de sua graça e de seu desejo de que vivessem de uma maneira que o honrasse e agradasse.

Tudo isso aponta pra Cristo

As ofertas no livro de Levítico apontavam para o sacrifício final de Jesus Cristo na cruz, que seria o sacrifício perfeito e completo para o perdão dos pecados. Através das ofertas, os israelitas aprenderam sobre o perdão dos pecados, a importância da obediência e a santidade de Deus. Essas ofertas também apontavam para a obra de Cristo como nosso sacrifício expiatório final, conforme descrito em Hebreus 10:1-18.

Por exemplo, a oferta pelo pecado, que era feita para expiar um pecado específico, apontava para o sacrifício de Jesus na cruz, que expiou todos os nossos pecados de uma vez por todas. A oferta pelo pecado era um lembrete constante de que precisávamos de um sacrifício para pagar pela nossa culpa e que somente Deus poderia fornecer esse sacrifício.

Da mesma forma, a oferta de paz, que simbolizava a reconciliação com Deus e com outras pessoas, apontava para a obra de Cristo em reconciliar a humanidade com Deus através da sua morte e ressurreição. A oferta de paz era um lembrete de que precisávamos de paz com Deus e que só podíamos alcançá-la por meio de Jesus Cristo.

A oferta de manjares simbolizava a gratidão e a adoração ao Senhor por sua provisão de alimentos e sustento. Ela também representava a oferta de nossos frutos do trabalho para o serviço do Senhor. A oferta de manjares era uma expressão de devoção e compromisso com Deus, assim como as outras ofertas descritas em Levítico.

Em termos de sua relação com a obra de Cristo, a oferta de manjares pode ser vista como uma sombra do que estava por vir. Assim como a oferta de manjares foi apresentada a Deus como um sinal de gratidão e compromisso, nós também podemos oferecer a Deus nossas vidas e nosso trabalho como um sinal de nossa devoção e compromisso com Ele. Além disso, assim como os grãos foram moídos em farinha antes de serem oferecidos, Jesus foi “moído” e sacrificado por nós na cruz. Sua morte e ressurreição nos proporcionam o alimento espiritual de que precisamos para viver em comunhão com Deus.

Assim, todas as ofertas no livro de Levítico apontavam para a obra de Cristo e foram uma sombra do que estava por vir. Jesus cumpriu todas as exigências da lei mosaica e ofereceu a si mesmo como o sacrifício perfeito e completo pelos nossos pecados. Como resultado, não precisamos mais oferecer sacrifícios de animais, pois a obra de Cristo é suficiente para o nosso perdão e salvação

Sofrer “de cara” . Beber o cálice de sofrimento

“J’ai soif.” Le vinaigre donné à Jésus – J. J. Tissot

“deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando-o, não o quis beber.”

Mateus 27:34 – ARA

Todos os evangelhos (Mc 15.36, Lc 23.36 e Jo 19.29) registram essa oferta dos soldados do vinho com fel ou seja , precisamos dar atenção a isso. Somente o verso de Mateus em comparação aos demais registra que Jesus recusou-se a beber .

Devemos nós também seguir Jesus no sentido de não somente aprender o que ele fala mas cada um dos seus gestos diante de suas realidades. Sempre haverá ofertas de “entorpecentes” quando estamos passando pelos nossos momentos de lutas, aflições e provações. Sempre haverá um pão sugerido pelo diabo para saciar nossa fome (Mt 4.2-4). Sempre haverá pessoas que amamos porém que sem vigiar vão sugerir saídas contrárias ao desígnio de Deus para nós (Jó 2.8-10) .

A dor e o sofrimento quando percebidos partindo da vontade e permissão de Deus nos fará receber como dádiva divina até os momentos mais duros da vida. Jesus estava muito consciente disso (Jo 18.11) e quer que nós que o seguimos estejamos também (Mt 10.24-39). Em meio às nossas dores o próprio Pai nos dará o auxílio que precisamos em tempo oportuno. O Espírito Santo nos capacita a viver o caminho em Cristo proposto pelo Pai. Podemos questionar as medidas das dores que passamos mas, nosso coração só encontrará descanso na certeza do amor do Pai e em como Ele, quando não nos priva de passar por algo doloroso, cuida cuida de nós em meio a dor (1 Co 10.13, Rm 8.28) . (Ouça o louvor abaixo)

Vai valer a pena – Livres para Adorar

Jesus já estava bebendo o cálice do sofrimento oferecido pelo Pai ou seja, sua cruz. A oferta do vinho misturado com o fel era um entorpecente que iria anestesiar-lhe do sofrimento naquele momento mas como vemos, Ele rejeitou. Veja que não estou falando aqui de rejeitar medicações para tratamentos de doenças crônicas numa expressão de fanatismo religioso.

Não podemos ignorar que há um sistema maligno em operação no mundo. Esse sistema mundano trabalha para nos entorpecer e provocar devassidão. Seja o consumo desenfreado, as baladas, a sede pela riqueza e até o mercado religioso, nesse sistema, nada que afronte meu prazer individual, que contrarie minhas vontades e meu jeito particular de viver é bem-vindo. Tudo é classificado como tóxico e precisa ser evitado ou cancelado. SHá uma busca frenética por bem-estar contínuo como uma droga que te deixa “high” mas vai gerando dependência e uma resistência psicológica que exige doses cada vez mais altas e no fim deságuam no mesmo buraco existencial é um rastro de sofrimento e morte (veja esse vídeo).

É preciso discernir entre a ajuda que o Pai envia, como por exemplo o Simão Cireneu que forçadamente ajudou Jesus a carregar a cruz por um trecho e as “pseudo-ajudas” e auto-ajudas que nos são dispostas para alívio. Será que todas elas vem de Deus? Claro que não! Jesus mostra isso.

“Desde aquele momento Jesus começou a explicar aos seus discípulos que era necessário que ele fosse para Jerusalém e sofresse muitas coisas nas mãos dos líderes religiosos, dos chefes dos sacerdotes e dos mestres da lei, e fosse morto e ressuscitasse no terceiro dia. Então Pedro, chamando-o à parte, começou a repreendê-lo, dizendo: “Nunca, Senhor! Tem compaixão de ti, Senhor. Isso nunca te acontecerá!” Jesus virou-se e disse a Pedro: “Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens”. Então Jesus disse aos seus discípulos: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a sua vida por minha causa, a encontrará. Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?”
‭‭

Mateus‬ ‭16‬:‭21‬-‭26‬ ‭NVI‬‬
https://bible.com/bible/129/mat.16.21-26.NVI

Sejamos cuidadosos para discernir e não tomar o vinho com fel oferecido pelos que estão com “pena de nós” pelo sofrimentos terrenos que passamos, ou até mesmo dos atalhos e caminhos alternativos que buscamos em busca de “felicidade”. Saibamos beber o cálice na medida que o Pai nos dá , com vistas de nos alinhar ele aperfeiçoar para a eternidade e nisso encontraremos a real felicidade hoje.

Sempre teremos diante de nós a decisão de em qual medida devemos suportar ou não as dores da vida. Essas dores se revelam nas perdas, traições , frustrações e até inconveniências e incômodos que se apresentam nas relações com o cônjuge, amigos, colegas de trabalho, parentes e irmãos de igreja. Podemos ir pelo caminho de preferir o que for mais fácil, o que der prazer , o que evite renúncias , dores e constrangimentos mas será que estaremos vivendo a verdadeira vida. Podemos decidir seguir a Cristo e nEle viver o caminho que é da vontade do Pai.

Veja também a mensagem que preguei no Aprisco sobre esse tema, clicando aqui. (Adiante para 31 min.)

Deixe aí um comentário, se te edificou ou não.

O inimigo não tá de brincadeira

“Não brinque com o inimigo pois ele não está de brincadeira com você.”

“Contaram ao rei do Egito que o povo havia fugido. Então o faraó e os seus conselheiros mudaram de ideia e disseram: “O que foi que fizemos? Deixamos os israelitas sair e perdemos os nossos escravos!” Então o faraó mandou aprontar a sua carruagem e levou consigo o seu exército. Levou todos os carros de guerra do Egito, inclusive seiscentos dos melhores desses carros, cada um com um oficial no comando.”
‭‭Êxodo‬ ‭14‬:‭5‬-‭7‬ ‭NVI‬‬
https://bible.com/bible/129/exo.14.5-7.NVI

Não pense que o inimigo das nossas almas investe pouco para nos derrubar. Ele quer em primeiro ferir a glória de Deus em nossa vida, em segundo impedir que vivamos o que Deus preparou para vivermos e em terceiro cortar o fluxo de salvação de vidas que viria pelo nosso testemunho.

Serão as melhores propostas de “felicidade e paz”, as promessas de melhor ganho, as coisas e pessoas mais atraentes, as ideias enganosas que parecem ser muito bem estruturadas e convincentes.

Ficamos brincando, alimentando a carnalidade e dando lugar ao diabo mas, como vemos nesse versículo, ele prepara os melhores recursos para nos fazer voltar ao Egito de onde saímos pela mão forte do Senhor.

Mateus 4:10-11
Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto”. Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram.

Quando somos fortalecidos na sujeição ao Pai, resistimos às investidas do inimigo de nossas almas e veremos as provisões sobrenaturais do Senhor a nos trazer o melhor que vem do Pai pra nós.

Vigiemos.

Com tecnologia WordPress.com.

Acima ↑