Dave Ramsey é um perito em finanças pessoais que há mais de 25 anos dá conselhos sobre como liquidar as dívidas, viver de acordo com o orçamento mensal, não gastar mais do que ganha, poupar para a educação dos filhos e para a reforma, constituir um fundo de emergência.
Mas se tudo são de facto conselhos a seguir, a pergunta é, como é possível fazer tudo ao mesmo tempo? Não é. Tem de ser feito por fases. Mas aí nova pergunta se coloca: qual fazer primeiro, e por ordem devem ser feitos? Sem definir a prioridades corre o risco de não fazer nada e por isso a sua situação financeira pode tender a agravar-se.
Como resposta a esta questão Dave Ramsey propôs os 7 baby steps. Inicialmente divulgados no seu programa de rádio e podcasts disponíveis no seu canal de Youtube, os baby steps estão agora disponíveis em livro e são seguidos por milhões de pessoas em todo o mundo.
Tendo como objetivo passar da sua situação financeira à situação de riqueza, os 7 baby stepssão o caminho para atingir tal objetivo.
Mas quais são os 7 baby steps?
Baby step 1 – Junte 1.000€ para iniciar o seu fundo de emergência
Este é o primeiro passo, antes de começar a reduzir as suas dívidas: juntar 1.000€ para começar o seu fundo de emergência. Se tem produtos em casa que não usa, venda num site online. Arranje um part-time que lhe permita juntar este valor.
O objetivo é tê-lo no mais curto espaço de tempo, digamos 30 dias, para poder passar ao baby-step 2. Se tiver, por exemplo 5.000€ num depósito a prazo. Considere 1.000€ como o valor inicial do seu fundo de emergência e use os restantes 4.000€ no baby-step 2.
Baby step 2 – Pagar todos os empréstimos, deixando apenas de fora o crédito habitação
O baby-step 2 consiste em ver-se livre de todas as suas dívidas. Já pensou que grande parte do seu orçamento mensal é para pagar créditos? O objetivo é mesmo esse. Libertar-se das dívidas, reduzir os pagamentos mensais.
Comece por listar todos os seus créditos por ordem crescente de valor em dívida ignorando a respetiva taxa de juro, excluindo nesta fase o seu crédito habitação.
Deve começar a liquidar pelo mais pequeno, e assim sucessivamente. Mantenha ou reforce as ações que tomou conseguir o baby-step 2. Canalize todas as suas poupanças para a liquidação das dívidas. Lembre-se o seu objetivo é acabar com elas. E já agora reveja os seus seguros, e veja se consegue reduzir os prémios a pagar.
Baby step 3 – Constituir um fundo de emergência com 3 a 6 meses de despesas mensais
Se já acabou de pagar as suas dívidas de crédito pessoal, carro e cartão de crédito, chegou a altura de começar a poupar para o fundo de emergência.
Este deve ter o correspondente a 3 a 6 meses das suas despesas mensais (idealmente seriam 12 meses) e destina-se a fazer face a eventuais situações inesperadas que podem acontecer, como ficar desempregado ou doente.
Este fundo permitir-lhe-á manter a seu nível de vida atual sem ter de pedir novamente crédito, e voltar a estar endividado. É como se fosse o seu próprio banco
Mas não se esqueça. Quando tirar dinheiro do seu fundo de emergência, o seu objetivo primordial é repor o valor que tirou. Só assim terá uma verdadeira independência financeira.
Completado este baby-step chegou a altura de começar a acumular riqueza.
Baby step 4 – Investir 15% do seu rendimento mensal em produtos financeiros de reforma
Estando livre de dívidas de curto prazo, e com uma almofada financeira, chegou a altura de olhar para a sua reforma.
Com a perda de rendimentos que sabe que irá acontecer quando entrar na reforma e começar a receber a pensão de velhice, chegou a altura de começar a pôr de parte cerca de 15% dos seus rendimentos mensais em produtos de poupança dirigidos à reforma.
A decisão de trabalhar depois da idade da reforma, deverá ser porque quer continuar a trabalhar e não porque tem de o fazer.
Enquanto está neste baby-step faça o 5 e o 6 ao mesmo tempo.
Baby step 5 – Poupar para a educação dos seus filhos
O passo 5 consiste em poupar para a educação dos seus filhos. Se eles quiserem fazer Eramus ou ir estudar para fora os custos podem ser altos. E claro, não vai querer voltar a estar endividado, ou que os seus filhos, se forem maiores, se endividem para estudar.
Então a solução é juntar dinheiro para que quando acontecer estar preparado. E o valor que tem de poupar por mês, depende da idade que eles têm quando começar a poupar. Mas o importante é que na altura tenha dinheiro de parte para que não tenha de recorrer a crédito.
Baby step 6 – Pagar o seu crédito habitação
E chegou finalmente à parte que mais lhe pesa no orçamento e a última que lhe falta resolver para se encontrar totalmente livre de dívidas.
Canalize todo o dinheiro que conseguir poupar para a liquidação antecipada do seu crédito habitação. Irá poupar muito dinheiro de juros ao pagar antecipadamente.
Reveja o seguro de vida associado ao mesmo. E mais uma vez canalize o valor poupado para amortizar o seu crédito habitação.
Baby step 7 – Acumular riqueza e fazer doações
Nesta altura já não tem dívidas. E pode fazer o que quiser com o seu dinheiro.
Quem é Dave Ramsey
David Lawrence Ramsey é uma personalidade americana, consultor de finanças pessoais, apresentador de programas de rádio, escritor e empresário.
Depois de ter entrado em bancarrota e ter conseguido resolver a situação, pegou no que aprendeu e dedicou-se a ensinar como gerir e fazer crescer o dinheiro de cada um. Desde essa altura a Financial Peace University da qual é fundador já ajudou mais de 6 milhões de pessoas a ter controlo nas suas finanças pessoais. Os seus conselhos são seguidos por milhões de pessoas em todo o mundo
A Fonte Original do Amor: O Amor Inesgotável de Deus
Em um mundo onde frequentemente buscamos suprir nossas necessidades emocionais através do amor que recebemos dos outros ou até mesmo do amor próprio, é fundamental refletirmos sobre a verdadeira fonte do amor: Deus. Seu amor é a base de suprimento inesgotável, um amor puro e incorruptível que transcende qualquer outro tipo de amor que conhecemos.
O Amor Falho e Corrompido dos Outros
Quantas vezes nos voltamos para o amor dos outros em busca de segurança, afeto e validação? No entanto, o amor humano, embora possa ser genuíno, é frequentemente falho e corrompido por interesses pessoais. Esse tipo de amor pode ser condicionado, e a desilusão surge quando percebemos que as expectativas colocadas em outro ser humano não podem ser plenamente atendidas. O Salmo 136 nos lembra repetidamente: “Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.” Esse versículo ressalta que o amor de Deus é constante e eterno, diferente do amor humano que pode falhar.
O Amor Próprio Enganador
Por outro lado, há aqueles que tentam se alimentar do amor próprio, acreditando que a autossuficiência emocional é a resposta. No entanto, nossos corações são enganosos, como nos alerta Jeremias 17:9: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” O amor próprio, quando inflamado por sentimentos de orgulho, vaidade ou autopiedade, pode se tornar uma fonte de frustração e desilusão. Ele é muitas vezes corrompido por nossas próprias imperfeições e limitações.
A Fonte Inesgotável do Amor de Deus
Diante dessas limitações, onde podemos encontrar um amor que verdadeiramente nos supra e nos preencha? A resposta está no amor de Deus. O Salmo 136 repete incansavelmente: “Porque a sua misericórdia dura para sempre.” A palavra “misericórdia” aqui pode ser entendida como o amor leal, constante e imutável de Deus. Este amor não depende de nossos méritos ou de nossas falhas. Ele é um amor que nos alcança em nossa maior necessidade, que nos perdoa e nos restaura.
O amor de Deus é a fonte original e inesgotável que devemos buscar. Em Efésios 3:17-19, Paulo ora para que possamos “compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo entendimento”. Esse amor é a verdadeira fonte que nos sustenta, nos renova e nos transforma.
Conclusão
Quando nos voltamos para Deus, encontramos um amor que é puro, eterno e verdadeiro. Diferente do amor humano, que é muitas vezes condicionado e do amor próprio, que pode ser enganoso, o amor de Deus é perfeito. Ele é a fonte inesgotável que nos supre em todas as nossas necessidades. Que possamos sempre lembrar e nos render ao amor que dura para sempre, como nos ensina o Salmo 136, e viver em plenitude, seguros na certeza de que somos amados por Deus de forma incondicional e eterna.
Em nossa jornada de fé e vida, muitas vezes nos deparamos com desafios emocionais e mentais que podem nos sobrecarregar. É reconfortante saber que, apesar de Jesus ser Deus, Ele também enfrentou as dificuldades humanas, incluindo as tentações e pressões mentais. Embora Jesus não sofresse de problemas de saúde mental no sentido que entendemos hoje, Ele nos deixou um exemplo claro de como cuidar de nossa saúde mental. Aqui estão algumas maneiras pelas quais Jesus cuidou de Sua saúde mental:
1. Ele Buscava Solitude – Marcos 6.29-32
Jesus frequentemente se retirava para lugares solitários para descansar e se recompor. Em Marcos 6.31-32, vemos Jesus dizendo aos Seus discípulos: “Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco”. Ele reconhecia a importância de momentos de solitude para renovar Suas forças e manter a clareza mental.
2. Ele Orava – Lucas 5.16
A oração era uma prática constante na vida de Jesus. Lucas 5.16 nos diz: “Mas ele retirava-se para os desertos, e ali orava”. A oração não só conectava Jesus com o Pai, mas também lhe proporcionava paz e fortalecimento emocional. A comunicação constante com Deus é uma poderosa ferramenta para manter a saúde mental.
3. Ele Prioritizava Dormir – Marcos 4.37-39
Em meio a uma tempestade no mar, encontramos Jesus dormindo tranquilamente no barco (Marcos 4.38). Este episódio nos mostra que Jesus entendia a importância do descanso físico. Dormir é essencial para a regeneração do corpo e da mente, e Jesus demonstrou a necessidade de priorizar um bom descanso, mesmo em tempos de turbulência.
4. Ele Praticava Gratidão – João 6.11
Antes de multiplicar os pães e peixes, Jesus deu graças (João 6.11). A gratidão é um poderoso antídoto contra a ansiedade e o estresse. Ao expressar gratidão, focamos nas bênçãos e provisões de Deus, o que nos ajuda a manter uma perspectiva positiva e saudável.
5. Ele Perdoava – Mateus 6.14
Jesus nos ensinou a importância do perdão. Em Mateus 6.14, Ele disse: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós”. O ato de perdoar liberta nosso coração e mente de amarguras e ressentimentos que podem corroer nossa saúde mental.
6. Ele Se Alimentava da Palavra – Mateus 4.4
Quando tentado no deserto, Jesus respondeu: “Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4.4). A Palavra de Deus é um alimento espiritual que fortalece nossa mente e espírito. Jesus constantemente se voltava para as Escrituras para orientação e consolo.
7. Ele Buscava Suporte – Mateus 26.36-38
Na véspera de Sua crucificação, Jesus levou Pedro, Tiago e João consigo para orar no Getsêmani (Mateus 26.36-38). Ele compartilhou Sua tristeza e angústia com eles, mostrando que até mesmo Jesus procurava apoio emocional em momentos de grande aflição. Ter uma rede de suporte é crucial para nossa saúde mental.
Conclusão
Embora Jesus não sofresse de problemas de saúde mental como entendemos hoje, Ele enfrentou as mesmas tentações e pressões que todos nós enfrentamos. Seu exemplo nos ensina a importância de práticas como a solitude, a oração, o descanso, a gratidão, o perdão, a meditação na Palavra de Deus e a busca por apoio. Ao seguir esses exemplos, podemos cuidar melhor de nossa saúde mental e encontrar paz em meio aos desafios da vida.
A nossa alma corre, foge, se esconde, dissimula e agita dentro de nós com impulsos que provocam emoções e pensamentos . Mas será que alma te leva a verdade? Ou é ela a verdade? Ou seria uma “verdade”?
Os Salmos nos ensinam algo poderoso! Que devemos falar à nossa alma, declarar a ela a verdade que vem de Deus pela palavra e pelo Espírito. Diga a sua alma: Volte! Volte para o teu sossego.
Salmos 116:7 Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o SENHOR tem sido generoso para contigo.
Ou seja, a alma precisa ser domada e ganha com perseverança. Foi isso que Jesus também ensinou:
“É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma.” (Lucas 21:19)
Em tempos de desafios e provações, em tempos em que somos tentados pela euforia ou a busca insana por prazer, quando estamos cheios de nossas vontades ou mesmo sem vontade para nada, tempos em que somos paralisados pelo medo ou angústia do que pode nos suceder, lembre-se que é a sua firmeza em Cristo que te leva à vitória. Olhe para Ele, para a cruz.
Às vezes não há muito o que fazer, parece que estamos reféns de toda a circunstância que nos cerca. Afirmo que isso é apenas um holograma almático que se irradia em substâncias para o seu corpo em uma “realidade virtual. A Verdade com “V” maiúsculo é espiritual e se revela em Cristo para nossa humanidade. Ele é a Verdade que liberta.
Creia na ressurreição, creia no poder do sangue para o perdão dos pecados. Creia no amor que Deus já provou que tem por você.
Não desista, confie no Senhor e siga em frente, pois a perseverança é a força que nos mantém firmes até o fim.
Não temos poder para perseverar com a nossa própria força mas nós foi dado o poder de crer. Então creia e o Espírito te conduzirá como diz a palavra abaixo:
Romanos 5:3-5: “E não somente isso, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a perseverança, e a perseverança a experiência, e a experiência a esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi outorgado.”
E ainda…
Romanos 14:7-9 Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor. Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos.
Seu poder se aperfeiçoa em nossa fraqueza.
Sobre Samuel Moke
Samuel Moke, colono inglés em Sidney, propós-se em fins do século passado a resolver um problema. Estavam exportando carne da Austrália para a Europa, mas a carne sempre se deteriorava antes de chegar ao destino.
Moke decidiu inventar um sistema eficaz de refrigeração. Deu um prazo de tres anos para realizar tal projeto, mas levou vinte e seis anos! Eh viveu o suficiente para ver sair da Austrália o primeiro carregamento de carne refrigerada, mas morreu antes que essa carne chegasse na Inglaterra.
Ao redor das paredes do seu escritorio está pintado o seu lema, na casa que agora é habitada pelo arcebispo de Sidney. O lema está escrito vinte vezes naquelas paredes: “Perseverar é ter éxito”.
Que Deus nos dé a graça para perseverar, confiando no seu poder em nossa fraqueza.
Poema oferecido a mim Por Miguel Vilas boas 🙏 . Grato, meu irmão.
49 anos
02/06/2024 Aniversário do Pastor Alex
“Ele é um homem de bem Esse é o meu Pastor “
Uma pessoa consciente Igual a ele não tem Não faz mau a ninguém Gente boa e experiente Em fim ele é decente! Não importa aonde for Eu respeito o senhor Um desse só acha em cem Ele é um homem de bem Esse é o meu pastor!
Conselheiro e renomado Gosta de fazer caridade Ele é uma celebridade Um sujeito animado Ele é muito abençoado! Completo é o senhor Prega e faz o louvor Na bondade vai além Ele é um homem de bem Esse é o meu pastor!
Homem sem vaidade Desprovido de besteira Adora um brincadeira Renomado na sociedade Te admiro de verdade! Que Deus proteja o senhor Pois na fé nunca falhou Não deve nada pra ninguém Ele é um homem de bem Esse é o meu pastor!
Não gosta de dar migué Nunca foi um comédia Faz campanha pós tragédia Todos sabemos quem é Um homem de boa fé! Na verdade ele é doutor Em nada nunca desabonou E pode ir até mais além Ele é um homem de bem Esse é o meu pastor!
E eu que sou Ilario Isso não posso pegar Quero lhe parabenizar Pra ele que não tem páreo Então feliz aniversário! Eu digo com carinho e amor Eu gosto e respeito o senhor Pois igual não conheço ninguém Ele é um homem de bem Esse é o meu pastor!
Que Deus continue te abençoando grandemente meu irmão do ❤️🙏 Feliz aniversário 🎉🎉🎉🎉🎉🎉 Com carinho e muito respeito Miguel Vilas boas 🙏
“Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos. Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição.”
Apocalipse 2:20-21
Em nossos dias, é crucial reconhecer e combater as manifestações modernas do espírito de Jezabel, uma figura bíblica emblemática que representa a manipulação e a corrupção moral. A história de Acabe e Jezabel, descrita em 1 Reis 16-21, ilustra o perigo da passividade masculina diante de uma influência feminina perversa e manipuladora, que se desdobra em muitas facetas da sociedade contemporânea.
Acabe, rei de Israel, exemplifica a passividade masculina, ao permitir que Jezabel, sua esposa, exercesse uma influência degenerativa sobre ele e sobre o reino. Jezabel manipulava as circunstâncias e pessoas para atingir seus próprios fins, introduzindo a adoração a Baal e Aserá, desafiando assim os preceitos divinos e a liderança espiritual estabelecida.
Este espírito de Jezabel transcende a narrativa bíblica e pode ser observado na forma como certos valores são corrompidos na sociedade atual. A sedução não se manifesta apenas no sentido estrito da palavra, mas através de influências culturais que desviam as pessoas de seus valores éticos e morais. A degeneração pode ser vista em campanhas de marketing que promovem a indulgência desenfreada, o uso do corpo com sensualidade e o materialismo, em detrimento dos princípios de modéstia e integridade.
A passividade masculina, por sua vez, é evidente quando homens falham em assumir responsabilidades, seja na liderança familiar, espiritual ou comunitária. Esta falta de ação propicia um terreno fértil para que o caos e a imoralidade floresçam, assim como no reinado de Acabe.
Como cristãos, é imperativo que reconheçamos e confrontemos essas manifestações do espírito de Jezabel. A Igreja é chamada a ser um farol de esperança e a coluna e firmeza da verdade, resistindo ativamente às forças que buscam corromper e destruir os fundamentos da fé e da moral. Em Efésios 5:11, somos instruídos a “não participar das obras infrutíferas das trevas, mas, antes, condená-las”.
Em nossa comunidade e sociedade, devemos promover uma liderança ativa e consciente, que não somente reconheça essas influências, mas também as combata eficazmente. É essencial encorajar os homens a se levantarem como líderes íntegros e as mulheres a exercerem sua influência de maneira positiva e construtiva, alinhada com os preceitos cristãos.
Não pretendo cair num reducionismo de afirmar que esse espírito esteja agindo apenas nas mulheres e que os homens são vítimas. Na verdade o espírito de Jezabel representa uma doutrina que tem sido absorvida tanto por homens quanto mulheres que influenciam e seduzem os irmãos para que a igreja se prostitua. Cristo não é Acabe e a igreja não pode ser Jezabel.
Portanto, o desafio que se apresenta à Igreja moderna é duplo: primeiramente, deve-se educar e preparar os crentes para identificar e resistir à sedução degenerativa e à passividade, características do espírito de Jezabel. Em segundo lugar, é necessário cultivar um ambiente onde a verdadeira liderança espiritual possa prosperar, marcada por um compromisso inabalável com a justiça, a verdade e a santidade, conforme ensinado nas Sagradas Escrituras.
O Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é uma condição comportamental em crianças e adolescentes caracterizada por um padrão persistente de comportamento desafiador, hostil, negativo e desobediente em relação às figuras de autoridade. Popularmente nomeado síndrome do reizinho ou do imperador, este transtorno é reconhecido por profissionais de saúde mental e está listado em manuais diagnósticos como o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, Quinta Edição).
Pais cristãos
Identificar se uma criança ou adolescente pode estar sofrendo de Transtorno Desafiador Opositivo (TDO) envolve observar certos padrões de comportamento que são consistentemente negativos, desafiadores, desobedientes e hostis, especialmente em relação às figuras de autoridade. Os sinais incluem frequentes acessos de raiva, discussões com adultos, desafio ativo e recusa em cumprir com regras, provocação deliberada e culpabilização dos outros por seus erros ou comportamentos.
Do ponto de vista cristão, o tratamento para TDO pode envolver várias abordagens que alinham com valores bíblicos, como a paciência, o amor e a disciplina compreensiva. Aqui estão algumas sugestões de como lidar com isso biblicamente:
Oração: A oração é fundamental. Peça a Deus por sabedoria, paciência e orientação no cuidado e educação da criança. Ore também pela saúde emocional e espiritual do seu filho.
Amor e Compreensão: Mostrar amor incondicional é crucial. Isso não significa tolerar mau comportamento, mas garantir que a criança saiba que é amada, independentemente de suas ações.
Limites Claros e Consistentes: Estabelecer e manter limites claros é essencial. Provérbios 22:6 diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”. Limites claros ajudam a criança a entender o que é esperado dela.
Disciplina Apropriada: A disciplina deve ser aplicada de forma justa e consistente, não apenas como uma forma de punição, mas como uma maneira de ensinar a criança a se comportar de maneira adequada. É importante equilibrar a correção com o amor, como sugerido em Efésios 6:4, que instrui os pais a não provocarem seus filhos à ira, mas a educá-los na disciplina e instrução do Senhor. Os pais deve evitar tanto a truculência quanto a permissividade procurando esse equilíbrio firme.
Diálogo e Comunicação: Encoraje a expressão de sentimentos e pensamentos de maneira saudável. Escute ativamente e valide seus sentimentos, mostrando que você entende suas frustrações e está lá para ajudar.
Exemplo Pessoal: Seja um modelo de comportamento cristão. As crianças aprendem muito pelo exemplo, então viver de uma maneira que reflita os valores cristãos como o amor, a paciência e a gentileza é incrivelmente poderoso.
Suporte da Comunidade: Envolver-se com a comunidade cristã pode proporcionar suporte adicional e um ambiente positivo. Participar de atividades da igreja e grupos de jovens pode ajudar a criança a se sentir parte de uma comunidade amorosa e acolhedora.
Além dessas abordagens, pode ser benéfico procurar a ajuda de um profissional cristão em psicologia ou aconselhamento que respeite e integre os seus valores religiosos no processo de tratamento. É importante lembrar que cada criança é única e pode responder de maneira diferente às abordagens, por isso, continue buscando a orientação de Deus em cada passo.
O caso de Davi e seu filho Adonias
O rei Davi foi um homem de Deus em todos os sentidos. Mas a bíblia não esconde que ele falhou ao lidar com seus filhos, principalmente em relação a Adonias:
“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”
1Reis 1.6
Aquele jovem viveu sem limites. Cresceu recebendo tudo o que queria. Fez tudo o que seus impulsos mandavam. E o pai? Jamais o recriminou por essas coisas.
Na juventude Adonias se exaltou e veio a lutar contra o seu próprio pai, tentando tomar-lhe o trono: “Eu reinarei” (1Rs 1.5), dizia ele. Quem jamais recebeu um “não” na infância, vai crescer imaginando que pode tudo. E ao tornar-se adulto, o mundo deverá “atender” aos seus caprichos.
A correta e bíblica criação dos filhos devem levar a uma compreensão que na vida não podemos tudo, e que não podemos ser governados por impulsos, desejos ou fantasias. Seria impossível a vida em sociedade se assim não fosse. A permissividade nunca foi boa orientadora, não leva ninguém ao conhecimento de seus limites, nem o prepara a um mundo onde há “deveres” e “obrigações”. Por isso…
“Aquele que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo o disciplina”
Pv 13.24
Nossos jovens precisam aprender que há uma série de leis naturais que, se quebradas, levam naturalmente a “punições”. Ninguém permanece impune se enfiar o dedo na tomada ou a mão no fogo aceso. A “punição” faz parte de um desenvolvimento do equilíbrio interno, ou seja, “eu não posso tudo”, e caso eu queira, sofrerei as consequências por avançar sobre o direito de outros.
O equilíbrio social também depende da “punição”: alguém que dirige em via urbana, embriagado, a mais de 120km por hora precisa ser punido para preservar a vida dos demais.
Alguém que age violentamente, demonstrando ser incapaz de viver harmoniosamente em sociedade, precisa ter sua ação restringida para que a sociedade não viva à mercê dele. E mais uma vez recorro à Bíblia:
“Homem de grande ira tem de sofrer o dano; porque, se tu o livrares, virás ainda a fazê-lo de novo”
Pv 19.19
Qualquer iniciante em psicologia sabe que há transgressões, como crimes de violência sexual, que nunca são “ocasionais”, mas “contumazes”, e haverão de se repetir e repetir, caso não haja uma prevenção, um impedimento.
A palavra da Sabedoria é clara: ao livrar a criança, o adolescente, o jovem, ou o homem de ser “punido” por seu ato inconsequente teremos uma perpetuação daqueles atos. Lembrem-se: há dentro dele um sentimento de onipotência – “eu posso tudo”. Por vezes há uma visão romântica: gostaríamos que todas as crianças fossem sempre puras e boas. Mas não são:
“Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto” .
Pv 20.11
O caso de Adonias, que é narrado no início do livro de 1 Reis na Bíblia, oferece um exemplo interessante que pode ser parcialmente relacionado ao comportamento observado no Transtorno Desafiador Opositivo (TDO), embora seja fundamental notar que a Bíblia não descreve condições psicológicas como entendemos hoje. Adonias, filho de Davi, exibiu comportamentos audaciosos e desafiadores ao se autoproclamar rei sem a autorização ou bênção de seu pai, o rei Davi, desconsiderando os direitos de Salomão, seu irmão, que era o herdeiro escolhido.
Aqui estão alguns pontos de intersecção entre a história de Adonias e o comportamento tipicamente associado ao TDO:
Desafio à Autoridade: Adonias desafiou a autoridade de seu pai, o rei Davi, ao tentar usurpar o trono. Essa ação pode ser vista como paralela à desobediência e desafio a figuras de autoridade vistas em indivíduos com TDO.
Autoconfiança Excessiva e Comportamento Impulsivo: Adonias demonstrou uma autoconfiança possivelmente exagerada e um senso de direito, organizando uma festa e convidando seus seguidores para declarar-se rei. Essa impulsividade e falta de consideração pelas consequências podem ser comparadas ao comportamento impulsivo observado no TDO.
Falta de Previsão e Planejamento: Adonias não considerou completamente as implicações de suas ações nem planejou adequadamente sua tentativa de tomar o trono, o que reflete a falta de previsão típica em indivíduos com TDO.
Conflito com Pares e Autoridades: A história mostra Adonias em conflito não apenas com seu pai, mas também com outros líderes importantes e seus irmãos, o que é comum em casos de TDO, onde o indivíduo muitas vezes entra em conflito com aqueles ao seu redor.
No contexto bíblico e cristão, a história de Adonias serve como um exemplo dos perigos do orgulho, da autoexaltação e do desrespeito pela ordem estabelecida por Deus. Para tratar comportamentos desafiadores e opositivos biblicamente, como discutido anteriormente, enfatiza-se a importância da disciplina amorosa, do estabelecimento de limites claros e consistentes, da oração, e do suporte da comunidade e da família.
O papel dos pais
É importante destacar o papel dos pais na história de Adonias, que também pode ser refletida nas discussões sobre o Transtorno Desafiador Opositivo (TDO). A Bíblia não detalha profundamente as interações entre Davi e Adonias, mas oferece uma informação crucial em 1 Reis 1:6, onde é mencionado que Davi nunca havia repreendido seu filho Adonias, dizendo: “Por que fazes assim?” Isso sugere uma falta de correção e possivelmente de comunicação aberta e efetiva entre eles.
Aqui estão algumas considerações sobre como as falhas dos pais podem ser vistas na perspectiva bíblica e sua relação com comportamentos desafiadores:
Falta de Disciplina e Orientação: Davi não repreendeu Adonias por seus comportamentos anteriores, o que pode ter contribuído para que Adonias desenvolvesse uma sensação de impunidade e autoentitlement. A disciplina é crucial no desenvolvimento da criança, como enfatizado em Provérbios 29:17: “Corrige a teu filho, e te dará descanso; dará delícias a tua alma.”
Ausência de Limites Claros: A aparente ausência de limites claros e consistentes por parte de Davi pode ter permitido que Adonias pensasse que poderia agir sem consequências. Isso é particularmente importante no contexto do TDO, onde a definição clara de expectativas e consequências é fundamental para a gestão do comportamento.
Modelagem de Comportamento: Como rei e pai, Davi teve seus próprios desafios e falhas, incluindo momentos de grande erro moral e de liderança. As crianças frequentemente modelam o comportamento dos pais, e a conduta de Davi em outras áreas de sua vida poderia ter influenciado suas expectativas e ações de seus filhos.
Engajamento Emocional: Não há indicações claras de que Davi tenha se engajado emocionalmente ou apoiado Adonias de maneira significativa, o que é um aspecto crucial na prevenção de problemas comportamentais. A presença ativa e positiva dos pais pode ser um fator protetor importante contra o desenvolvimento de comportamentos desafiantes.
No contexto cristão, essas observações reforçam a necessidade de um envolvimento parental proativo, amoroso e baseado em princípios bíblicos. Educar uma criança “na disciplina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4) inclui repreender quando necessário, estabelecer limites claros e justos, demonstrar amor incondicional e modelar um comportamento que honre a Deus.
Essas reflexões podem ajudar os pais modernos a considerar como suas próprias ações, engajamento e a maneira de impor disciplina podem impactar significativamente o comportamento e o desenvolvimento de seus filhos, especialmente aqueles que podem estar lutando com desafios comportamentais semelhantes aos de Adonias.
Segundo a psicologia
Características Principais do TOD:
Comportamento Desafiador e Desobediência: Crianças com TOD frequentemente resistem ativamente a seguir regras e diretrizes estabelecidas por autoridades, como pais e professores. Elas podem deliberadamente tentar irritar outras pessoas ou se recusar a cumprir com os pedidos ou regras.
Hostilidade: A interação com outras pessoas, especialmente com aqueles em posição de autoridade, é frequentemente hostil. A criança pode ter frequentes acessos de raiva e agir com rancor.
Problemas de Controle dos Impulsos: Crianças com TOD muitas vezes apresentam dificuldade em controlar seus impulsos, o que pode resultar em comportamentos explosivos e reações desproporcionais às situações.
Critérios de Diagnóstico:
Para ser diagnosticado com TOD, a criança deve exibir um comportamento que se encaixa nas características mencionadas por pelo menos seis meses, e esse comportamento deve ser significativamente mais frequente ou severo do que o que é tipicamente observado em crianças de idade e desenvolvimento similares. Além disso, esses comportamentos devem causar prejuízo significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional da criança.
Causas:
As causas do TOD são multifatoriais, envolvendo uma combinação de fatores genéticos, psicológicos, sociais e ambientais. Aspectos como temperamento difícil, baixa tolerância à frustração, modelos de comportamento negativos, ou experiências familiares desafiadoras podem contribuir para o desenvolvimento do transtorno.
Tratamento:
O tratamento para o TOD geralmente envolve terapia comportamental, que pode incluir treinamento para os pais em técnicas de manejo de comportamento, terapia familiar para melhorar a comunicação e as interações dentro da família, e terapia individual para ajudar a criança a desenvolver habilidades de enfrentamento, resolução de problemas e controle dos impulsos.
A abordagem de tratamento pode ser apoiada e enriquecida por valores e práticas cristãs, como já discutido, incluindo a orientação bíblica para disciplina e amor, a importância da comunidade e do suporte da igreja, e a prática da oração e da fé em Deus para a sabedoria e a força na educação dos filhos.
♥️Passando para desejar uma feliz Páscoa a todos vocês. ✝️
O tema desse mês : Páscoa é Cristo ! O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
🐑 ou 🐇? “A Páscoa não é do coelho e o chocolate adocicado mas do Cordeiro e o sangue santo derramado!”
📖Versículo Base: No dia seguinte, João viu Jesus aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! João 1:29
Jesus , o Cordeiro, precisou dar sua vida e derramar seu sangue porque:
1) Deus criou tudo perfeito mas nosso pecado nos afastou dEle. Como resolver isso? Precisamos voltar pra Deus nosso Pai. Pelo santo Sangue de Jesus derramado, Deus nos dá a oportunidade de nos reconciliarmos com ele. (Colossenses 1.19-23)
2) Quando sujamos nossa roupa ou nossa pele, o sabão pode lavar. Pecamos todos os dias e com isso nos sujamos espiritualmente. Precisamos de algo para lavar nossa alma, espírito e coração. Somente o sangue santo de Jesus pode fazer isso quando oramos nos arrenpendemos e confessamos nosso pecado . (1 João 1.7-10)
3) A única proteção que realmente funciona no mundo espiritual contra o mal, é o Sangue de Jesus. (Apocalipse 12.7-11 )
Jesus, o Cordeiro que foi morto , RESSUSCITOU!!!
1 ) Ele ressuscitou comprovando que Ele é quem dizia ser: o próprio Deus em carne. O sacrifício foi santo e aceitável para Deus. Ele não tinha pecados mas levou sobre Ele os nossos pecados e por isso, nem a morte o pode deter . Deus Pai, ressuscitou o Filho pelo poder do Espírito Santo. (1 Coríntios 15.54-57)
2) Um dia, se Jesus não voltar antes, todos morreremos pois o homem morre uma só vez (Hebreus 9.27-28). Jesus inaugurou o caminho da ressurreição e nos alimentou dessa esperança: de que se cremos nEle, um dia ainda que estejamos mortos, seremos ressuscitados. (João 11.25, Romanos 8.11)
Recomendo muitíssimo com todo amor que tenho por vocês , que leiam as passagens bíblicas que coloquei acima. Se quiserem podem compartilhar com outras pessoas pois essa é a mensagem do evangelho.
Obs.: Se você depois de ler, sentir que precisa se arrepender e entregar sua vida Cristo, e quiser saber quais os passos pra responder a esse chamado do Pai, pode me falar.