“Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos. Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição.”
Apocalipse 2:20-21
Em nossos dias, é crucial reconhecer e combater as manifestações modernas do espírito de Jezabel, uma figura bíblica emblemática que representa a manipulação e a corrupção moral. A história de Acabe e Jezabel, descrita em 1 Reis 16-21, ilustra o perigo da passividade masculina diante de uma influência feminina perversa e manipuladora, que se desdobra em muitas facetas da sociedade contemporânea.
Acabe, rei de Israel, exemplifica a passividade masculina, ao permitir que Jezabel, sua esposa, exercesse uma influência degenerativa sobre ele e sobre o reino. Jezabel manipulava as circunstâncias e pessoas para atingir seus próprios fins, introduzindo a adoração a Baal e Aserá, desafiando assim os preceitos divinos e a liderança espiritual estabelecida.
Este espírito de Jezabel transcende a narrativa bíblica e pode ser observado na forma como certos valores são corrompidos na sociedade atual. A sedução não se manifesta apenas no sentido estrito da palavra, mas através de influências culturais que desviam as pessoas de seus valores éticos e morais. A degeneração pode ser vista em campanhas de marketing que promovem a indulgência desenfreada, o uso do corpo com sensualidade e o materialismo, em detrimento dos princípios de modéstia e integridade.
A passividade masculina, por sua vez, é evidente quando homens falham em assumir responsabilidades, seja na liderança familiar, espiritual ou comunitária. Esta falta de ação propicia um terreno fértil para que o caos e a imoralidade floresçam, assim como no reinado de Acabe.
Como cristãos, é imperativo que reconheçamos e confrontemos essas manifestações do espírito de Jezabel. A Igreja é chamada a ser um farol de esperança e a coluna e firmeza da verdade, resistindo ativamente às forças que buscam corromper e destruir os fundamentos da fé e da moral. Em Efésios 5:11, somos instruídos a “não participar das obras infrutíferas das trevas, mas, antes, condená-las”.
Em nossa comunidade e sociedade, devemos promover uma liderança ativa e consciente, que não somente reconheça essas influências, mas também as combata eficazmente. É essencial encorajar os homens a se levantarem como líderes íntegros e as mulheres a exercerem sua influência de maneira positiva e construtiva, alinhada com os preceitos cristãos.
Não pretendo cair num reducionismo de afirmar que esse espírito esteja agindo apenas nas mulheres e que os homens são vítimas. Na verdade o espírito de Jezabel representa uma doutrina que tem sido absorvida tanto por homens quanto mulheres que influenciam e seduzem os irmãos para que a igreja se prostitua. Cristo não é Acabe e a igreja não pode ser Jezabel.
Portanto, o desafio que se apresenta à Igreja moderna é duplo: primeiramente, deve-se educar e preparar os crentes para identificar e resistir à sedução degenerativa e à passividade, características do espírito de Jezabel. Em segundo lugar, é necessário cultivar um ambiente onde a verdadeira liderança espiritual possa prosperar, marcada por um compromisso inabalável com a justiça, a verdade e a santidade, conforme ensinado nas Sagradas Escrituras.
O Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é uma condição comportamental em crianças e adolescentes caracterizada por um padrão persistente de comportamento desafiador, hostil, negativo e desobediente em relação às figuras de autoridade. Popularmente nomeado síndrome do reizinho ou do imperador, este transtorno é reconhecido por profissionais de saúde mental e está listado em manuais diagnósticos como o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, Quinta Edição).
Pais cristãos
Identificar se uma criança ou adolescente pode estar sofrendo de Transtorno Desafiador Opositivo (TDO) envolve observar certos padrões de comportamento que são consistentemente negativos, desafiadores, desobedientes e hostis, especialmente em relação às figuras de autoridade. Os sinais incluem frequentes acessos de raiva, discussões com adultos, desafio ativo e recusa em cumprir com regras, provocação deliberada e culpabilização dos outros por seus erros ou comportamentos.
Do ponto de vista cristão, o tratamento para TDO pode envolver várias abordagens que alinham com valores bíblicos, como a paciência, o amor e a disciplina compreensiva. Aqui estão algumas sugestões de como lidar com isso biblicamente:
Oração: A oração é fundamental. Peça a Deus por sabedoria, paciência e orientação no cuidado e educação da criança. Ore também pela saúde emocional e espiritual do seu filho.
Amor e Compreensão: Mostrar amor incondicional é crucial. Isso não significa tolerar mau comportamento, mas garantir que a criança saiba que é amada, independentemente de suas ações.
Limites Claros e Consistentes: Estabelecer e manter limites claros é essencial. Provérbios 22:6 diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”. Limites claros ajudam a criança a entender o que é esperado dela.
Disciplina Apropriada: A disciplina deve ser aplicada de forma justa e consistente, não apenas como uma forma de punição, mas como uma maneira de ensinar a criança a se comportar de maneira adequada. É importante equilibrar a correção com o amor, como sugerido em Efésios 6:4, que instrui os pais a não provocarem seus filhos à ira, mas a educá-los na disciplina e instrução do Senhor. Os pais deve evitar tanto a truculência quanto a permissividade procurando esse equilíbrio firme.
Diálogo e Comunicação: Encoraje a expressão de sentimentos e pensamentos de maneira saudável. Escute ativamente e valide seus sentimentos, mostrando que você entende suas frustrações e está lá para ajudar.
Exemplo Pessoal: Seja um modelo de comportamento cristão. As crianças aprendem muito pelo exemplo, então viver de uma maneira que reflita os valores cristãos como o amor, a paciência e a gentileza é incrivelmente poderoso.
Suporte da Comunidade: Envolver-se com a comunidade cristã pode proporcionar suporte adicional e um ambiente positivo. Participar de atividades da igreja e grupos de jovens pode ajudar a criança a se sentir parte de uma comunidade amorosa e acolhedora.
Além dessas abordagens, pode ser benéfico procurar a ajuda de um profissional cristão em psicologia ou aconselhamento que respeite e integre os seus valores religiosos no processo de tratamento. É importante lembrar que cada criança é única e pode responder de maneira diferente às abordagens, por isso, continue buscando a orientação de Deus em cada passo.
O caso de Davi e seu filho Adonias
O rei Davi foi um homem de Deus em todos os sentidos. Mas a bíblia não esconde que ele falhou ao lidar com seus filhos, principalmente em relação a Adonias:
“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?”
1Reis 1.6
Aquele jovem viveu sem limites. Cresceu recebendo tudo o que queria. Fez tudo o que seus impulsos mandavam. E o pai? Jamais o recriminou por essas coisas.
Na juventude Adonias se exaltou e veio a lutar contra o seu próprio pai, tentando tomar-lhe o trono: “Eu reinarei” (1Rs 1.5), dizia ele. Quem jamais recebeu um “não” na infância, vai crescer imaginando que pode tudo. E ao tornar-se adulto, o mundo deverá “atender” aos seus caprichos.
A correta e bíblica criação dos filhos devem levar a uma compreensão que na vida não podemos tudo, e que não podemos ser governados por impulsos, desejos ou fantasias. Seria impossível a vida em sociedade se assim não fosse. A permissividade nunca foi boa orientadora, não leva ninguém ao conhecimento de seus limites, nem o prepara a um mundo onde há “deveres” e “obrigações”. Por isso…
“Aquele que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo o disciplina”
Pv 13.24
Nossos jovens precisam aprender que há uma série de leis naturais que, se quebradas, levam naturalmente a “punições”. Ninguém permanece impune se enfiar o dedo na tomada ou a mão no fogo aceso. A “punição” faz parte de um desenvolvimento do equilíbrio interno, ou seja, “eu não posso tudo”, e caso eu queira, sofrerei as consequências por avançar sobre o direito de outros.
O equilíbrio social também depende da “punição”: alguém que dirige em via urbana, embriagado, a mais de 120km por hora precisa ser punido para preservar a vida dos demais.
Alguém que age violentamente, demonstrando ser incapaz de viver harmoniosamente em sociedade, precisa ter sua ação restringida para que a sociedade não viva à mercê dele. E mais uma vez recorro à Bíblia:
“Homem de grande ira tem de sofrer o dano; porque, se tu o livrares, virás ainda a fazê-lo de novo”
Pv 19.19
Qualquer iniciante em psicologia sabe que há transgressões, como crimes de violência sexual, que nunca são “ocasionais”, mas “contumazes”, e haverão de se repetir e repetir, caso não haja uma prevenção, um impedimento.
A palavra da Sabedoria é clara: ao livrar a criança, o adolescente, o jovem, ou o homem de ser “punido” por seu ato inconsequente teremos uma perpetuação daqueles atos. Lembrem-se: há dentro dele um sentimento de onipotência – “eu posso tudo”. Por vezes há uma visão romântica: gostaríamos que todas as crianças fossem sempre puras e boas. Mas não são:
“Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto” .
Pv 20.11
O caso de Adonias, que é narrado no início do livro de 1 Reis na Bíblia, oferece um exemplo interessante que pode ser parcialmente relacionado ao comportamento observado no Transtorno Desafiador Opositivo (TDO), embora seja fundamental notar que a Bíblia não descreve condições psicológicas como entendemos hoje. Adonias, filho de Davi, exibiu comportamentos audaciosos e desafiadores ao se autoproclamar rei sem a autorização ou bênção de seu pai, o rei Davi, desconsiderando os direitos de Salomão, seu irmão, que era o herdeiro escolhido.
Aqui estão alguns pontos de intersecção entre a história de Adonias e o comportamento tipicamente associado ao TDO:
Desafio à Autoridade: Adonias desafiou a autoridade de seu pai, o rei Davi, ao tentar usurpar o trono. Essa ação pode ser vista como paralela à desobediência e desafio a figuras de autoridade vistas em indivíduos com TDO.
Autoconfiança Excessiva e Comportamento Impulsivo: Adonias demonstrou uma autoconfiança possivelmente exagerada e um senso de direito, organizando uma festa e convidando seus seguidores para declarar-se rei. Essa impulsividade e falta de consideração pelas consequências podem ser comparadas ao comportamento impulsivo observado no TDO.
Falta de Previsão e Planejamento: Adonias não considerou completamente as implicações de suas ações nem planejou adequadamente sua tentativa de tomar o trono, o que reflete a falta de previsão típica em indivíduos com TDO.
Conflito com Pares e Autoridades: A história mostra Adonias em conflito não apenas com seu pai, mas também com outros líderes importantes e seus irmãos, o que é comum em casos de TDO, onde o indivíduo muitas vezes entra em conflito com aqueles ao seu redor.
No contexto bíblico e cristão, a história de Adonias serve como um exemplo dos perigos do orgulho, da autoexaltação e do desrespeito pela ordem estabelecida por Deus. Para tratar comportamentos desafiadores e opositivos biblicamente, como discutido anteriormente, enfatiza-se a importância da disciplina amorosa, do estabelecimento de limites claros e consistentes, da oração, e do suporte da comunidade e da família.
O papel dos pais
É importante destacar o papel dos pais na história de Adonias, que também pode ser refletida nas discussões sobre o Transtorno Desafiador Opositivo (TDO). A Bíblia não detalha profundamente as interações entre Davi e Adonias, mas oferece uma informação crucial em 1 Reis 1:6, onde é mencionado que Davi nunca havia repreendido seu filho Adonias, dizendo: “Por que fazes assim?” Isso sugere uma falta de correção e possivelmente de comunicação aberta e efetiva entre eles.
Aqui estão algumas considerações sobre como as falhas dos pais podem ser vistas na perspectiva bíblica e sua relação com comportamentos desafiadores:
Falta de Disciplina e Orientação: Davi não repreendeu Adonias por seus comportamentos anteriores, o que pode ter contribuído para que Adonias desenvolvesse uma sensação de impunidade e autoentitlement. A disciplina é crucial no desenvolvimento da criança, como enfatizado em Provérbios 29:17: “Corrige a teu filho, e te dará descanso; dará delícias a tua alma.”
Ausência de Limites Claros: A aparente ausência de limites claros e consistentes por parte de Davi pode ter permitido que Adonias pensasse que poderia agir sem consequências. Isso é particularmente importante no contexto do TDO, onde a definição clara de expectativas e consequências é fundamental para a gestão do comportamento.
Modelagem de Comportamento: Como rei e pai, Davi teve seus próprios desafios e falhas, incluindo momentos de grande erro moral e de liderança. As crianças frequentemente modelam o comportamento dos pais, e a conduta de Davi em outras áreas de sua vida poderia ter influenciado suas expectativas e ações de seus filhos.
Engajamento Emocional: Não há indicações claras de que Davi tenha se engajado emocionalmente ou apoiado Adonias de maneira significativa, o que é um aspecto crucial na prevenção de problemas comportamentais. A presença ativa e positiva dos pais pode ser um fator protetor importante contra o desenvolvimento de comportamentos desafiantes.
No contexto cristão, essas observações reforçam a necessidade de um envolvimento parental proativo, amoroso e baseado em princípios bíblicos. Educar uma criança “na disciplina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4) inclui repreender quando necessário, estabelecer limites claros e justos, demonstrar amor incondicional e modelar um comportamento que honre a Deus.
Essas reflexões podem ajudar os pais modernos a considerar como suas próprias ações, engajamento e a maneira de impor disciplina podem impactar significativamente o comportamento e o desenvolvimento de seus filhos, especialmente aqueles que podem estar lutando com desafios comportamentais semelhantes aos de Adonias.
Segundo a psicologia
Características Principais do TOD:
Comportamento Desafiador e Desobediência: Crianças com TOD frequentemente resistem ativamente a seguir regras e diretrizes estabelecidas por autoridades, como pais e professores. Elas podem deliberadamente tentar irritar outras pessoas ou se recusar a cumprir com os pedidos ou regras.
Hostilidade: A interação com outras pessoas, especialmente com aqueles em posição de autoridade, é frequentemente hostil. A criança pode ter frequentes acessos de raiva e agir com rancor.
Problemas de Controle dos Impulsos: Crianças com TOD muitas vezes apresentam dificuldade em controlar seus impulsos, o que pode resultar em comportamentos explosivos e reações desproporcionais às situações.
Critérios de Diagnóstico:
Para ser diagnosticado com TOD, a criança deve exibir um comportamento que se encaixa nas características mencionadas por pelo menos seis meses, e esse comportamento deve ser significativamente mais frequente ou severo do que o que é tipicamente observado em crianças de idade e desenvolvimento similares. Além disso, esses comportamentos devem causar prejuízo significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional da criança.
Causas:
As causas do TOD são multifatoriais, envolvendo uma combinação de fatores genéticos, psicológicos, sociais e ambientais. Aspectos como temperamento difícil, baixa tolerância à frustração, modelos de comportamento negativos, ou experiências familiares desafiadoras podem contribuir para o desenvolvimento do transtorno.
Tratamento:
O tratamento para o TOD geralmente envolve terapia comportamental, que pode incluir treinamento para os pais em técnicas de manejo de comportamento, terapia familiar para melhorar a comunicação e as interações dentro da família, e terapia individual para ajudar a criança a desenvolver habilidades de enfrentamento, resolução de problemas e controle dos impulsos.
A abordagem de tratamento pode ser apoiada e enriquecida por valores e práticas cristãs, como já discutido, incluindo a orientação bíblica para disciplina e amor, a importância da comunidade e do suporte da igreja, e a prática da oração e da fé em Deus para a sabedoria e a força na educação dos filhos.
♥️Passando para desejar uma feliz Páscoa a todos vocês. ✝️
O tema desse mês : Páscoa é Cristo ! O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
🐑 ou 🐇? “A Páscoa não é do coelho e o chocolate adocicado mas do Cordeiro e o sangue santo derramado!”
📖Versículo Base: No dia seguinte, João viu Jesus aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! João 1:29
Jesus , o Cordeiro, precisou dar sua vida e derramar seu sangue porque:
1) Deus criou tudo perfeito mas nosso pecado nos afastou dEle. Como resolver isso? Precisamos voltar pra Deus nosso Pai. Pelo santo Sangue de Jesus derramado, Deus nos dá a oportunidade de nos reconciliarmos com ele. (Colossenses 1.19-23)
2) Quando sujamos nossa roupa ou nossa pele, o sabão pode lavar. Pecamos todos os dias e com isso nos sujamos espiritualmente. Precisamos de algo para lavar nossa alma, espírito e coração. Somente o sangue santo de Jesus pode fazer isso quando oramos nos arrenpendemos e confessamos nosso pecado . (1 João 1.7-10)
3) A única proteção que realmente funciona no mundo espiritual contra o mal, é o Sangue de Jesus. (Apocalipse 12.7-11 )
Jesus, o Cordeiro que foi morto , RESSUSCITOU!!!
1 ) Ele ressuscitou comprovando que Ele é quem dizia ser: o próprio Deus em carne. O sacrifício foi santo e aceitável para Deus. Ele não tinha pecados mas levou sobre Ele os nossos pecados e por isso, nem a morte o pode deter . Deus Pai, ressuscitou o Filho pelo poder do Espírito Santo. (1 Coríntios 15.54-57)
2) Um dia, se Jesus não voltar antes, todos morreremos pois o homem morre uma só vez (Hebreus 9.27-28). Jesus inaugurou o caminho da ressurreição e nos alimentou dessa esperança: de que se cremos nEle, um dia ainda que estejamos mortos, seremos ressuscitados. (João 11.25, Romanos 8.11)
Recomendo muitíssimo com todo amor que tenho por vocês , que leiam as passagens bíblicas que coloquei acima. Se quiserem podem compartilhar com outras pessoas pois essa é a mensagem do evangelho.
Obs.: Se você depois de ler, sentir que precisa se arrepender e entregar sua vida Cristo, e quiser saber quais os passos pra responder a esse chamado do Pai, pode me falar.
À medida que se aproximam dele, a pedra viva—rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele—, vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo.
1 Pedro 2:4-5
No grandioso projeto da criação e redenção, Deus escolheu um material singular para edificar o Seu reino: as pedras vivas. Esta escolha divina contrasta profundamente com a preferência humana pelos tijolos, revelando duas visões distintas de construção e propósito.
Tijolos: uniformidade e controle
Desde os tempos antigos, o homem tem buscado a perfeição e uniformidade em suas construções, como exemplificado na invenção dos tijolos pelos egípcios. Estes blocos, feitos de barro e palha, simbolizam o esforço humano em criar um padrão homogêneo e controlável, buscando eficiência e perfeição nas edificações. A Bíblia relata como os egípcios utilizavam tijolos para construir suas cidades e armazéns (Êxodo 1:14), uma metáfora para os sistemas e estruturas criados pelo homem, muitas vezes focados no poder e na opressão. Tijolos são feitos num molde pressionado, pedras vividas são extraídas com marteladas .
As vezes queremos o progresso mas não queremos o processo.
Pedras vivas: diversidade e propósito
Em contraste, Deus instruiu o uso de pedras não lavradas na construção de Seu altar (Êxodo 20:25). Estas pedras, não moldadas por ferramentas humanas, representam a beleza e a singularidade da criação de Deus. Cada pedra, única em sua forma, cor e tamanho, simboliza a diversidade e individualidade que Deus valoriza em Seu reino. Este é um reino não baseado na uniformidade forçada, mas na harmonia da diversidade, onde cada peça, por mais imperfeita que pareça, tem um lugar e um propósito.
A Bíblia nos apresenta uma metáfora poderosa com Cristo como a “pedra angular” (Efésios 2:20), a peça fundamental que dá sentido e coesão a todo o edifício. Cristo não é uma pedra moldada segundo os padrões humanos de perfeição, mas sim o Filho de Deus, perfeito em Sua natureza, que aceita e une as pedras vivas, os crentes, com todas as suas imperfeições e diversidades em um templo espiritual.
Em Cristo, a expectativa de perfeccionismo humano é substituída pela aceitação da graça divina. N’Ele, somos chamados não a nos conformarmos a um padrão rígido e opressivo, mas a nos unirmos em nossas diferenças, contribuindo cada um com nossas características únicas para a construção do reino de Deus. Este reino não é edificado com tijolos de uniformidade e opressão, mas com pedras vivas de diversidade e liberdade, firmemente unidas pela pedra angular, Jesus Cristo.
Ao refletirmos sobre nossa participação na construção do reino de Deus, somos convidados a abandonar a busca por perfeição humana e abraçar a perfeita diversidade divina, encontrando nosso lugar único ao lado da pedra angular, Cristo, em um templo espiritual onde cada pedra viva é essencial e valorizada.
A prática dos “uns aos outros”
A essência prática dessa construção divina reside na dinâmica do “uns aos outros”, um princípio fundamental nas Escrituras para a vida em comunidade. Este conceito nos lembra que, assim como as pedras em um edifício se apoiam e se complementam, nós, como membros do corpo de Cristo, somos chamados a viver em interdependência e complementaridade. Cada crente possui dons, talentos e capacidades únicas que, quando compartilhados, contribuem para o fortalecimento e a edificação do corpo de Cristo.
Na prática, isso significa que a falta de um é suprida pela abundância do outro. Se um membro sofre, todos sofrem; se um é honrado, todos se alegram (1 Coríntios 12:26). Esta é a beleza da igreja como um edifício espiritual: não há pedras insignificantes, cada uma tem um papel vital. Na diversidade de dons e serviços, há uma unidade que reflete a glória de Deus. Através do amor, do serviço, do encorajamento e da exortação mútuos, edificamos uns aos outros, seguindo o exemplo de Cristo, a pedra angular.
Assim, na prática diária da fé, cada ato de amor, cada palavra de encorajamento, cada gesto de serviço, contribui para a edificação do reino de Deus. Este edifício espiritual, em constante construção, é fortalecido pela diversidade e unido pelo amor de Cristo, demonstrando ao mundo a beleza e a sabedoria do plano divino.
Cristo, a pedra angular
A conclusão desse maravilhoso paralelo entre tijolos e pedras vivas encontra-se nas palavras de Jesus a Pedro, que encapsulam de maneira sublime a essência dessa construção divina. Em Mateus 16:18, Jesus diz: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Este trocadilho, onde o nome de Pedro (Petros em grego, que significa “pedra”) é usado para destacar a sua futura liderança na igreja, revela um aspecto importante da construção do Reino de Deus.
A declaração de Jesus transcende a pessoa de Pedro, apontando para a maior verdade que a igreja é construída sobre a revelação de Cristo como o Messias, o Filho do Deus vivo, que Pedro acabara de confessar e que é Ele a pedra angular da igreja. Jesus declara a Pedro sua vulnerabilidade, ou seja, ele é um fragmento de pedra, e ao mesmo tempo revela sua autossuficiência, apresentando a si mesmo como a rocha sobre a qual a igreja é estabelecida. Assim como uma pedra individual contribui para a integridade e força de um edifício, cada crente, firmado na revelação de Cristo, fortalece a igreja. A pedra que é Cristo, e a confissão de fé n’Ele, formam a base inabalável sobre a qual a igreja é edificada.
Portanto, ao nos engajarmos na obra de Deus, cada um como uma pedra viva, somos chamados a reconhecer Cristo como a fundação de nossa fé e missão. Neste edifício espiritual, onde Jesus é a pedra angular, cada pedra viva – cada crente – tem um lugar vital, unido em amor e propósito, para a glória de Deus. Assim, a igreja, edificada sobre a rocha que é Cristo, resiste e prevalece contra todas as adversidades, refletindo a sabedoria e a majestade do plano divino.
Texto escrito durante as férias de 2024 enquanto lia Êxodo 5. Os Egípcios estavam tão obsessivos com a descoberta dos tijolos e o desejo de suas construções , e oprimindo o povo de Deus , as pedras vivas , o povo que Deus estava talha do para si.
Na vida todos pecamos e uma das conseqüências do pecado é o sentimento de culpa. Esse sentimento pode variar entre uma tristeza segundo Deus (2 Co 7.10-11) até um sentimento profundamente destrutivo de remorso com investidas espirituais malignas de acusação .
Antes de seguir na leitura, medite Salmo 51 e 32. São momentos que Davi passou. Espero que tenha lido a referência acima também, os links te conduzirão ao texto da palavra de Deus que tem poder de quebrar grilhões.
O sentimento de culpa tem um lado positivo que é nos conduzir ao arrependimento e a busca de perdão.
Ore confessando nominalmente esses pecados e erros pelos quais se sente culpado, peça inclusive para o Espírito Santo revelar os demais para que confesse também.
Aquilo que puder fazer no sentido de restituir a quem feriu faça mostrando um fruto digno de arrependimento.
O que não for possível , tome posse do perdão de Deus e da Graça, siga adiante e não aceite mais nenhuma acusação espiritual ou de quem quer que seja, nem mesmo sua .
Deus Deus já te perdoou , não volte para os grilhões da culpa. Leia Romanos 8.1-8 e pra finalizar: Ore , ore e ore.
Lamentar é expressar tristeza, dor ou arrependimento diante de uma situação adversa. Na Bíblia, o lamento pode ser uma expressão honesta de dor e busca por consolo em Deus. É um reconhecimento da dificuldade da situação, mas também uma confiança na misericórdia e no cuidado de Deus. A Bíblia conta inclusive com um livro inteiro chamado Lamentações de Jeremias.
Murmurar
Por outro lado, murmurar é expressar insatisfação, descontentamento ou crítica em relação a Deus, às circunstâncias ou a outras pessoas. Na Bíblia, a murmuração é frequentemente vista como uma atitude de rebelião e falta de fé. Murmurar revela uma falta de confiança em Deus e uma tendência a reclamar em vez de buscar soluções ou confiar na providência divina. Murmurar implica em expressar insatisfação de forma constante e repetitiva, muitas vezes em tom de crítica ou ressentimento. É uma atitude de murmúrio contínuo e descontentamento generalizado.
Reclamar
Reclamar é expressar insatisfação ou descontentamento em relação a algo específico e de forma pontual. Pode envolver expressar uma opinião negativa ou desagrado sobre uma situação, pessoa ou evento. Embora a reclamação possa ser negativa, não necessariamente implica uma atitude de rebeldia ou falta de fé.
Conclusão
É importante reconhecer a diferença entre lamentar, murmurar e reclamar. Lamentar envolve expressar tristeza e dor de maneira humilde, buscando consolo em Deus. É uma resposta honesta às adversidades da vida. Reclamar, por sua vez, é expressar insatisfação específica ou descontentamento, mas sem necessariamente implicar em rebeldia ou falta de fé. Murmurar, por outro lado, vai além da simples reclamação, envolvendo uma atitude constante de insatisfação e crítica generalizada, revelando falta de confiança em Deus e um efeito negativo nas relações e na fé.
Portanto, é essencial procurar lamentar de forma saudável e expressar reclamações de maneira construtiva, evitando cair na armadilha do murmúrio constante e descontentamento generalizado. Ao cultivarmos uma atitude de confiança em Deus e buscarmos soluções construtivas diante das dificuldades, estaremos mais aptos a enfrentar os desafios da vida com fé e gratidão.
Assim como Deus instruiu Ezequiel a comer o pergaminho, Ele também nos chama a internalizar Sua Palavra e torná-la parte de quem somos. Isso envolve não apenas ler e estudar a Bíblia, mas também meditar nela e permitir que seus ensinamentos nos transformem de dentro para fora.
Jesus disse: “…nem só de pão o homem viverá mas de toda palavra que sai da boca de Deus.” (Mt 4.4). O texto do Salmo 1 em seus primeiros versos diz que aquele que tem o prazer na palavra de Deus e medita nela dia e noite, será como árvore plantada junto a ribeiros de águas (bem nutrida) que dá seu fruto na estação própria (saudável e frutífera) e cujas folhas não caem (resistência e firmeza). A Bíblia é um texto sagrado que fornece orientação, inspiração e nutrição espiritual para os cristãos. Em João 6:35, Jesus declara: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.” Esta declaração enfatiza a importância da palavra de Deus como alimento espiritual para os crentes. Neste estudo bíblico, exploraremos o conceito da palavra de Deus como alimento espiritual e como ela pode nutrir nossas almas.
A Palavra de Deus nos sustenta
Em Deuteronômio 8:3, Moisés lembra aos israelitas que “nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca do Senhor”. Esta passagem enfatiza que a palavra de Deus nos sustenta, assim como o alimento físico sustenta nossos corpos. Quando consumimos a palavra de Deus, ficamos cheios de nutrição espiritual que nos sustenta em tempos difíceis.
A Palavra de Deus nos nutre
Em 1 Pedro 2:2, Pedro escreve: “Como crianças recém-nascidas, desejem de coração o leite espiritual puro, para que por meio dele cresçam para a salvação”. Esta passagem enfatiza a importância de consumir a palavra de Deus regularmente para nutrir nossas almas e nos ajudar a crescer em nossa fé. Assim como um bebê precisa de leite para crescer e se desenvolver, nós precisamos da palavra de Deus para amadurecer em nossa jornada espiritual.
A Palavra de Deus nos Purifica
Em Efésios 5:26, Paulo escreve que Cristo “purificou [a igreja] pela lavagem com água pela palavra”. Esta passagem destaca como a palavra de Deus pode nos purificar do pecado e da impureza. Quando consumimos a palavra de Deus, ela expõe áreas de nossas vidas que precisam ser purificadas e santificadas, levando ao crescimento e transformação espiritual.
A Palavra de Deus Fornece Direção
No Salmo 119:105, o salmista declara: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.” Esta passagem destaca como a palavra de Deus fornece direção e orientação para nossas vidas. Quando consumimos a palavra de Deus, ela ilumina nosso caminho e nos ajuda a tomar decisões sábias que se alinham com a vontade de Deus.
“Nosso cristianismo é particularmente superficial porque a imagem que fazemos de Cristo é superficial. No entanto, os segredos da maturidade cristã estão prontos para serem descobertos na Escritura por todos aqueles que os buscam. Há uma amplitude na Palavra de Deus que poucos de nós conseguem depreender, uma profundidade que raramente sondamos”.
John Stott
A parábola do semeador
Certamente! A parábola do semeador, encontrada em Mateus 13:1-23, Marcos 4:1-20 e Lucas 8:4-15, é um grande paralelo com a ideia da palavra de Deus como alimento espiritual.
Nesta parábola, um semeador sai para semear. Algumas das sementes caem no caminho e são comidas pelos pássaros, algumas caem em solo rochoso e murcham, algumas caem entre espinhos e são sufocadas, mas algumas caem em solo bom e produzem uma colheita abundante.
As sementes na parábola podem representar a palavra de Deus. Assim como as sementes precisam ser plantadas em boa terra para crescer e produzir uma colheita, a palavra de Deus precisa ser recebida e posta em prática para nutrir nossas almas e produzir crescimento espiritual.
As sementes que caem no caminho e são comidas pelos pássaros representam aqueles que ouvem a palavra de Deus, mas não a compreendem nem permitem que crie raízes em seus corações. As sementes que caem em solo pedregoso representam aqueles que recebem a palavra com alegria, mas não têm raízes profundas, então murcham quando chegam as provações. As sementes que caem entre os espinhos representam aqueles que permitem que os cuidados deste mundo sufoquem a palavra de Deus em suas vidas.
Mas as sementes que caem em boa terra representam aqueles que ouvem a palavra de Deus, a compreendem e permitem que crie raízes em seus corações. Eles produzem uma abundante colheita de frutos espirituais em suas vidas.
Ao consumirmos a palavra de Deus como alimento espiritual, precisamos ter certeza de que a estamos recebendo em boa terra, permitindo que crie raízes e produza crescimento espiritual em nossas vidas. Precisamos nos proteger contra os pássaros da dúvida e da incredulidade, as pedras das provações e tribulações e os espinhos dos cuidados mundanos e das distrações que podem sufocar a palavra de Deus em nossos corações. Em vez disso, devemos nos esforçar para ser como a boa terra, recebendo a palavra de Deus com entendimento e permitindo que ela produza uma colheita abundante de frutos espirituais em nossas vidas.
O problema do alimento espiritual ruim
Há uma comparação entre falsa pregação e ensino e junk food espiritual. Assim como junk food pode ser prejudicial à nossa saúde física, falsas pregações e ensinos podem ser prejudiciais à nossa saúde espiritual.
Alimento espiritual ruim pode ser qualquer coisa que não seja espiritualmente benéfica ou nutritiva, como ensinamentos baseados na sabedoria humana ou em falsas doutrinas, ou mensagens focadas no sucesso ou na prosperidade mundana, em vez de na verdade bíblica e na vida piedosa. Assim como junk food pode nos encher de calorias vazias e nos deixar insatisfeitos, junk food espiritual pode nos deixar vazios e insatisfeitos em nossas vidas espirituais.
A pregação e o ensino falsos podem ser ainda mais perigosos do que a comida espiritual lixo, pois podem nos desviar da verdade e nos levar ao erro. Falsos mestres podem distorcer a mensagem da Bíblia, promover falsas doutrinas ou levar as pessoas ao pecado e à rebelião contra Deus. Assim como comer alimentos contaminados ou venenosos pode nos deixar fisicamente doentes, pregações e ensinos falsos podem nos deixar espiritualmente doentes e até nos desviar da fé.
Para evitar o junk food espiritual e falsa pregação e ensino, devemos ter discernimento no que ouvimos e estudamos. Devemos testar tudo o que ouvimos contra a verdade da palavra de Deus e buscar a orientação do Espírito Santo para discernir o que é verdadeiro e certo. Devemos também estar comprometidos em crescer em nossa própria compreensão da Bíblia e em nosso relacionamento com Deus, para que possamos discernir a verdade do erro e evitar qualquer coisa que possa prejudicar nossa saúde espiritual.
A leitura comum da palavra de forma regular e simples é noque mais precisamos para estar nutridos. No Aprisco estimulamos a leitura anual de toda a Bíblia.
A importância da igreja local
Fazer parte de uma congregação local é importante para nossa saúde e crescimento espiritual, pois nos dá oportunidades de receber alimento espiritual saudável e construir relacionamentos com outros crentes.
Em primeiro lugar, uma congregação local nos fornece exposição regular à Bíblia e seus ensinamentos por meio de sermões, estudos bíblicos e outros ensinamentos. Essa exposição nos ajuda a aprofundar nossa compreensão da palavra de Deus e aplicá-la em nossas vidas. Também nos oferece oportunidades para fazer perguntas, buscar esclarecimentos e receber orientação de líderes e mentores confiáveis.
Além da exposição à Bíblia, fazer parte de uma congregação local também nos dá a oportunidade de construir relacionamentos com outros crentes. Não devemos viver nossa fé sozinhos, e fazer parte de uma comunidade de crentes nos ajuda a permanecer responsáveis, encorajar uns aos outros e crescer juntos em nossa fé. Podemos aprender com as experiências uns dos outros, compartilhar nossas lutas e triunfos e apoiar uns aos outros em oração e de maneira prática.
Fazer parte de uma congregação local também nos dá oportunidades de servir aos outros e usar nossos dons espirituais para beneficiar o corpo de Cristo. Este serviço nos ajuda a crescer em humildade, amor e generosidade, e nos permite experimentar a alegria de ver Deus nos usar para abençoar os outros.
Fazer parte de uma congregação local é essencial para nossa saúde e crescimento espiritual. Ele nos fornece alimento espiritual saudável, oportunidades para construir relacionamentos com outros crentes e oportunidades para servir aos outros e crescer em nossa fé. Se você não faz parte de uma congregação local, eu o encorajo a procurar uma em espírito de oração e se envolver na vida da comunidade.
Obs.: Outras instruções bíblicas exigem a nossa participação nas reuniões da igreja: para participar da Ceia do Senhor (1 Coríntios 11:17-34; cf. Atos 20:7), para juntar ofertas (1 Coríntios 16:1-3; Atos 4:36- 37; 5:1-2) e para resolver questões de pecado na congregação (1 Coríntios 5:4-5). Discípulos de Cristo se juntam, também, para cantar hinos de louvor e edificação (Efésios 5:19-21) e como tratamos nesses estudo, para ensinar a palavra do Senhor (1 Coríntios 14:26).
Pessoas que negligenciam estas responsabilidades, não participam dos cultos da congregação, desobedecem a Deus. Pecam contra os irmãos e contra o Senhor.
Seja fiel na sua participação em uma congregação local. E não deixe de examinar tudo para verificar se a igreja onde você congrega está realmente agradando a Deus em doutrina e prática (1 Tessalonicenses 5:21-22).
O preparo do alimento espiritual
Embora seja verdade que existem muitas fontes de alimento espiritual disponíveis, incluindo livros, podcasts e sermões online, existem várias razões pelas quais um alimento espiritual preparado por seu pastor local costuma ser o melhor que você pode encontrar.
Em primeiro lugar, seu pastor local é alguém que foi chamado por Deus para pastorear e cuidar da congregação local. Eles têm uma compreensão única das necessidades espirituais da comunidade e são capazes de adaptar seu ensino e pregação para atender a essas necessidades. Eles também são capazes de fornecer cuidado pastoral e apoio aos membros da congregação, ajudando-os a aplicar os ensinamentos da Bíblia em suas vidas diárias e fornecendo orientação e conselho quando necessário.
Em segundo lugar, seu pastor local é alguém que foi treinado e equipado para a tarefa de ensinar e pregar . Eles provavelmente receberam, ou educação teológica formal e foram ordenados ou foram autorizados pela liderança da igreja a ensinar conforme o direcionamento teológico-doutrinário de igreja. Esse treinamento e preparação os ajuda a entender a Bíblia em seu contexto original e a comunicar suas verdades de maneira clara e eficaz sem perder a conexão com a linguagem e identidade ministerial.
Em terceiro lugar, seu pastor local é alguém que presta contas à congregação local e sua liderança. Essa responsabilidade ajuda a garantir que o ensino e a pregação sejam fundamentados na verdade bíblica e alinhados com as crenças doutrinárias da igreja. Também ajuda a proteger contra falsos ensinos e garante que o alimento espiritual fornecido seja saudável e nutritivo.
Finalmente, fazer parte de uma congregação local e receber alimento espiritual preparado por seu pastor local permite um senso mais profundo de comunidade e conexão com outros crentes. Ele oferece oportunidades para discussão, perguntas e encorajamento mútuo que podem ser difíceis de reproduzir por meio de outras fontes de alimento espiritual.
Em resumo, embora existam muitas fontes de alimento espiritual disponíveis, um alimento espiritual preparado por seu pastor local geralmente é o melhor que você pode encontrar. Seu pastor local tem uma compreensão única das necessidades espirituais da comunidade, foi treinado e equipado para a tarefa de ensinar e pregar, presta contas à congregação local e oferece oportunidades para uma comunidade mais profunda e conexão com outros crentes.
Obesidade Espiritual
Há uma comparação a ser feita entre obesidade espiritual e obesidade física quando se trata de ouvir a Palavra de Deus, mas deixar de praticá-la. Da mesma forma que alguém pode consumir quantidades excessivas de alimentos não saudáveis e tornar-se fisicamente obeso, uma pessoa pode consumir quantidades excessivas de alimentos espirituais sem praticar os ensinamentos da Bíblia e tornar-se espiritualmente obesa. Além disso,
A obesidade espiritual ocorre quando uma pessoa ouve regularmente a Palavra de Deus, mas não aplica seus ensinamentos à sua vida. Eles podem frequentar a igreja regularmente, ler a Bíblia e ouvir sermões, mas falham em colocar em prática o que aprenderam. Isso pode levar a um sentimento de complacência e falta de crescimento em sua fé. Assim como uma pessoa fisicamente obesa pode lutar com problemas de saúde e uma diminuição da qualidade de vida, uma pessoa espiritualmente obesa pode lutar com sentimentos de vazio espiritual e falta de propósito.
Em contraste, a prática da Palavra de Deus pode ser comparada ao exercício físico. Assim como o exercício é essencial para manter a saúde física e o bem-estar, praticar os ensinamentos da Bíblia é essencial para manter a saúde e o bem-estar espiritual. Isso envolve agir de acordo com o que aprendemos, como mostrar amor e compaixão aos outros, perdoar aqueles que nos ofenderam e viver uma vida de integridade e obediência aos mandamentos de Deus.
A Bíblia ensina que a fé sem ação é morta (Tiago 2:17), e que somos chamados não apenas para ouvir a Palavra de Deus, mas também para colocá-la em prática (Tiago 1:22-25). Ao fazer isso, podemos experimentar a plenitude da vida abundante que Jesus prometeu (João 10:10) e crescer em nosso relacionamento com Deus.
Em conclusão, assim como a obesidade física pode ser prejudicial à nossa saúde e bem-estar, a obesidade espiritual pode ser prejudicial à nossa saúde e bem-estar espiritual. É essencial que não apenas ouçamos a Palavra de Deus, mas também a coloquemos em prática no nosso dia a dia. Ao fazer isso, podemos crescer em nossa fé, experimentar a plenitude da vida que Deus planejou para nós e causar um impacto positivo no mundo ao nosso redor.
Conclusão:
Ao longo deste estudo bíblico, exploramos o conceito da Palavra de Deus como alimento espiritual, a importância de fazer parte de uma congregação local e os perigos da obesidade espiritual quando deixamos de colocar em prática o que aprendemos. Também discutimos os benefícios de ouvir os ensinamentos de nosso pastor local, pois eles são chamados por Deus para pastorear e cuidar da congregação local.
Como cristãos, é importante não apenas ouvir a Palavra de Deus, mas também colocá-la em prática em nossa vida diária. Isso envolve agir de acordo com o que aprendemos e viver os ensinamentos da Bíblia. Ao fazer isso, podemos crescer em nossa fé e experimentar a plenitude da vida abundante que Jesus prometeu.
Fazer parte de uma congregação local é essencial para receber alimento espiritual saudável e construir relacionamentos com outros crentes. Nosso pastor local desempenha um papel importante em nosso crescimento espiritual, pois eles são equipados e treinados para ensinar e pregar a Palavra de Deus. Ao receber o alimento espiritual preparado por nosso pastor local, podemos aprofundar nossa compreensão da Palavra de Deus, aplicá-la em nossas vidas e construir relacionamentos com outras pessoas que compartilham nossa fé.
No entanto, também devemos ter discernimento no que ouvimos e estudamos. Assim como há comida física saudável e não saudável, também há comida espiritual saudável e não saudável. Devemos testar tudo o que ouvimos contra a verdade da Palavra de Deus e buscar a orientação do Espírito Santo para discernir o que é verdadeiro e certo.
Concluindo, enquanto buscamos crescer em nossa fé, é importante fazer parte de uma congregação local, receber alimento espiritual saudável e colocar em prática o que aprendemos. Ao fazer isso, podemos experimentar a plenitude da vida que Deus planejou para nós e causar um impacto positivo no mundo ao nosso redor.
Assista uma mensagem que foi pregada com base nesse estudo clicando aqui. (Começa aos 25min.)
O transexualismo, também conhecido como transgeneridade, Transtorno de Identidade de Gênero (TIG) ou disforia de gênero, é um sentimento de que seu gênero biológico/genético/fisiológico não corresponde ao gênero com o qual você se identifica e/ou se percebe. Os transexuais/transgêneros geralmente se descrevem como se estivessem “presos” em um corpo que não corresponde ao seu verdadeiro gênero. Eles costumam praticar o travestismo e também podem procurar a terapia hormonal e/ou a cirurgia de mudança de sexo para adequar seus corpos ao gênero percebido.
A Bíblia em nenhum lugar menciona explicitamente a transgeneridade ou descreve alguém como tendo sentimentos transgêneros. No entanto, a Bíblia tem muito a dizer sobre a sexualidade humana. O conceito mais básico para nossa compreensão de gênero é que Deus criou dois (e apenas dois) gêneros: “homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27). Toda a especulação moderna sobre numerosos gêneros ou fluidez de gênero – ou mesmo um “continuum” de gênero com gêneros ilimitados – é estranha à Bíblia.
O mais próximo que a Bíblia chega de mencionar a transgeneridade é em suas condenações à homossexualidade (Romanos 1:18-32; 1 Coríntios 6:9-10) e ao travestismo (Deuteronômio 22:5). A palavra grega frequentemente traduzida como “homossexuais passivos ou ativos (NVI)” ou “homossexuais (NTLH)” em 1 Coríntios 6:9 significa literalmente “homens efeminados”. Assim, enquanto a Bíblia não menciona diretamente a transgeneridade, quando menciona outras instâncias de “confusão” de gênero, identifica clara e explicitamente como pecado.
E quanto à possibilidade de que aqueles que sofrem com transgeneridade têm um cérebro que funcione como um gênero, enquanto o resto do corpo é biologicamente o outro gênero? A Bíblia nem sequer sugere tal possibilidade. No entanto, a Bíblia também não menciona o hermafroditismo (uma condição em que uma pessoa tem órgãos sexuais masculinos e femininos), o que inegavelmente ocorre (embora muito raramente). Além disso, as pessoas podem nascer ou desenvolver todos os tipos de defeitos ou disfunções cerebrais diferentes. Como se pode dizer que é impossível que um cérebro feminino esteja em um corpo masculino (ou vice-versa)?
Com o hermafroditismo como evidência, não se pode dizer que se a Bíblia não menciona algo, ele não ocorre. Assim, talvez seja possível que uma pessoa nasça com um cérebro ligado de tal maneira que contribua para a disforia de gênero. Isso também poderia ser uma explicação para alguns exemplos de homossexualidade. No entanto, só porque algo talveztenha uma causa biológica não significa que adotar os seus efeitos seja a coisa certa a fazer. Algumas pessoas são ligadas a uma sexualidade bastante aguçada. Isso não faz com que seja correto que se envolvam em imoralidade sexual. Está cientificamente provado que alguns psicopatas/sociopatas têm cérebros com mecanismos de controle de impulsos severamente enfraquecidos. Isso não faz com que seja correto que se envolvam em todos os comportamentos desviantes que atravessem suas mentes.
Não importa se a distorção de gênero tenha uma causa genética, hormonal, fisiológica, psicológica ou espiritual, ela pode ser superada e curada através da fé em Cristo e da confiança contínua no poder do Espírito Santo. A cura pode ser recebida, o pecado pode ser superado e as vidas podem ser mudadas através da salvação que Jesus provê, mesmo que existam fatores biológicos/fisiológicos. Os crentes coríntios são um exemplo de tal mudança: “E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Coríntios 6:11). Há esperança para todas as pessoas, quer sejam transexuais, transgêneros, com transtorno de identidade de gênero e travestis também, devido ao perdão de Deus disponível em Jesus Cristo.