Coleção de Manuscritos de Jonathan Edwars (free)

Em 2014-15, Beinecke da Universidade de Yale de Livros Raros e Manuscript Library, assistida pelo Jonathan Edwards Center, completou uma varredura de alta resolução de todas as coleções do Edwards, tanto a Universidade de Yale e Andover Newton Theological School.

Se você gosta do trabalho dele Clique Aqui

O seu nome é…

Transcrição da mensagem de William Cosmo.  

Isaías 9:6

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz;

Há um ditado da tribo canadense Swampy Cree que diz: “Quando se pronuncia um nome, inicia-se uma história.”

O texto do profeta Isaías acima citado é considerado a maior das profecias messiânicas. E ali ele fala do nome do messias. O nome de Jesus não é um nome mágico mas sim um nome que tem poder pelo caráter e identidade que ele revela.

O nome aponta:

  • Identidade
  • Filiação
  • Posição
  • Função

O nome de Cristo dá a Ele diretamente as suas características essenciais para responder a expectativa messiânica e de salvação universal. Vejamos:

  1. Maravilhoso – Alguém que quebra a normalidade, que é um milagre em si mesmo é uma ação do próprio Deus. Ele nasceu de uma virgem.
  2. Conselheiro – Alguém que caminha do lado e direciona.(Emmanuel=Deus conosco e nós com Deus), que faz parte do Conselho da trindade divina, e que ordena as coisas pela palavra, seja nossa forma de ver as coisas, nossos sentimentos e emoções e até nosso jeito de amar. (Leia João 1.1-3)
  3. Deus forte – Jesus é poderoso e justo, isso fala para quem crê e para quem não crê. Jesus é justiça e poder em nós o que dissipa as trevas que são de dentro. 
  4. Pai da eternidade (Leia Romanos 8:27-32) – ele é o primeiro e por ele também que somos feitos filhos de Deus. 
  5. Príncipe da Paz – sem Jesus sem paz, que gera no povo o entendimento da sua paz que é diferente da paz que o mundo dá. A paz vem do entendimento de que Jesus é suficiente. O Shalom que é a paz completa e perfeita que provoca a que sejamos promotores da paz. (Leia João 14.27)

“Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”. Lucas 2.14

Nosso Deus tem uma identidade.

Conclusão 

Nessa época do ano comemoramos o natal. Para muitos o significado tem se perdido em meio aos ruídos mas o nosso desejo é de que possam nos utilizar dessa época para levar a mensagem de amor de Deus ao enviar seu filho a todos que vivem sem uma esperança. Em Cristo Deus também nos deu a chance de termos um novo nome e um novo nascimento não   Dá cabe nem do homem, mas da vontade de Deus. Jesus nos desafia a viver a perfeita humanidade vivida por Ele. Para isso fomos salvos, para sermos luz nesse mundo para vivermos conforme a imagem do filho Jesus unigênito que se fez primogênito entre muitos irmãos .  Feliz Natal! 

 Assista o vídeo de uma música que tem tudo a ver com essa mensagem, clicando aqui:

Onde é a fila para ver Jesus?

Transcrevendo mensagem do Pr Silvio da PBC . 

 Nós brasileiros estamos acostumados as inúmeras fila desde a maternidade, no banco , transporte e tudo enfim. 

No natal somos impulsionados a entrar em filas que não gostaríamos ou que nem deveríamos estar como por exemplo, a da prenatalização consumista é tudo que tenta tirar a centralidade de Cristo. Levianos o texto

Matthew 2:1-11

A visita dos magos

Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém.

E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo.

Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes, e, com ele, toda a Jerusalém;

então, convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer.

Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta:

E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel.

Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera.

E, enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide informar-vos cuidadosamente a respeito do menino; e, quando o tiverdes encontrado, avisai-me, para eu também ir adorá-lo.

Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino.

E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo.

Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.

Comentário:

A fila do magos era a fila para ver Jesus e nos seus presentes carregavam as seguintes declarações:

Ouro – Jesus é rei – Temos considerado, dado a devida reverência, temor é obediência a ele? 

Incenso – Jesus é Deus 

Mirra – Jesus é o sacrifício aceito por Deus 

Muitas vezes temos atitudes para tentar agradar a Deus que nada tem a ver combo que o próprio Deus requer de nós. 

O jejum que Deus espera não é o jejum do que nos interessa mas do que fere o coração do Pai, do egoísmo, do pecado, da vaidade , do consumismo. 

As filas que lavam pra longe de Jesus (a fila de Herodes):

– Religiosidade – muito difere de espiritualidade. Religiosidade não se deixa moldar pela palavra mas sempre quer usar a palavra para si mesmo.

– Proveito próprio 

– Espiritualidade do outro – se gaba sempre da espiritualidade do outro da vida do outro com Deus etc. 

Ilustração 

Duas mulheres estão arrumadas em um restaurante CHIC de New York aparentemente celebrando algo. De repente uma outra amiga as encontra e pergunta: – O que vocês celebram aqui? Elas responderam: – O aniversário de meu filho. Retrucaram: – Onde está ele? Responderam: – Mas ele não deveria estar aqui?

Não é isso que está acontecendo conosco e nossa celebração de natal? 

Em que fila estamos? Na fila dos magos? Ou na de Herodes? 

Rendamos tudo o ir somos e temos a Jesus!

TOMANDO A BACIA E A TOALHA PARA SERVIR

Quando Jesus se colocou como exemplo e desafiou os conceitos de serviço dos seus discípulos, estava propondo uma nova forma de encarar o ato de servir, bem como uma nova maneira de se relacionar entre irmãos. Estava definindo como perceber a realidade do serviço e qual a extensão desse serviço ao outro. Propunha:
(1) Apenas servir, sem olhar a quem. Era a quebra de determinados paradigmas existentes entre os seus discípulos – Não deveria estar escolhendo a quem servir mas deveria colocar o outro como alvo do meu servir. Isso é o bastante.

(2) Servir pela benção do servir, não por esperar algo em troca. É o ato de atender à necessidade do outro pela alegria de vê-lo feliz e realizado, – não porque receberei algo em troca, como se fosse um ato de barganha. Eu faço, então recebo. Fiz, por isso você me deve algo.

(3) Não se tem e nem se pode escolher serviço. Apenas servimos em obediência ao Mestre. No Reino de Deus não cabe ao servo escolher onde servir e como servir. Deve apenas estar à serviço do seu Mestre para servir onde Ele determinar.

(4) Não há mérito algum no que se faz quando serve. Se busca glórias, está no lugar errado. Se deseja elogios, a motivação está errada. Servir como ato de obediência ao Seu Mestre e como ato de adoração Àquele que designou o motivo e a motivação do servir.

(5) Servir como estilo de vida. Não é algo esporádico na vida, mas como o padrão da existência cristã. Servir como modelo, como exemplo. Ser capaz de ultrapassar conceitos e preconceitos no ato de viver servindo.

Que sejamos, a partir dos diáconos de nossa Igreja, modelos de serviço para um mundo caótico que anseia por ver pessoas sendo referenciais de vida. Que sejamos servos qualificados pelo Mestre Jesus. Que sejamos padrão para esta geração e a próxima. Que sejamos servos, vasos nas mãos do Oleiro, onde Ele possa nos moldar e utilizar para a Glória do Deus Pai.

Do seu amigo e Pastor

Gerson de Assis Perruci

Editorial pulicado no boletim da Igreja Batista das Alterosas – Domingo 08 de Novembro de 2015.

Mordomia do Meio Ambiente

Não é para responder, é apenas para se repensar ou quem sabe recomeçar, refazer…

 

Estou certo de que mesmo diante de toda a admiração de Deus por seu trabalho na criação: “viu que era bom…”  e seu amor incontido pela humanidade ao ponto de dar seu filho para resgatar a comunhão com os homens (João 3.16), uma das causas que atrairá um juízo divino sobre os homens é ignorar a necessidade do arrependimento pela falta de cuidado e respeito à ordem das coisas criadas.

Quando não há no coração do homem o reconhecimento de que Deus criou tudo perfeitamente belo e em ordem, e que não somos donos de absolutamente nada mas apenas mordomos e administradores do que é dEle, caímos no abismo de um pensamento totalmente egoísta e auto-centrado e auto-destrutivo sobre o sentido da nossa existência e do nosso papel diante dos demais seres humanos e da criação ou do meio em que vivemos.

Isaías 45:18
Porque assim diz o SENHOR, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o SENHOR, e não há outro.
Gênesis 1:1,2,26-28
Em primeiro lugar, Deus criou o céu e a terra — tudo que se vê e tudo que não se vê. A terra era como uma massa sem forma, um vazio sem fim, uma escuridão quase palpável. O Espírito de Deus pairava sobre o abismo das águas.

Deus disse: “Façamos os seres humanos à nossa imagem, de forma que reflitam a nossa natureza
Para que sejam responsáveis pelos peixes no mar,
pelos pássaros no ar, pelo gado E, claro, por toda a terra, por todo animal que se move na terra”.
Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
E, então, os abençoou:
“Cresçam! Reproduzam-se! Encham a terra! Assumam o comando! Sejam responsáveis pelos peixes no mar e pelos pássaros no ar, por todo ser vivo que se move sobre a terra”.

É o que temos feito? 

Ouça a belíssima canção do Gladir Cabral e reflita.

Vida no Espírito – Mortificação e Vivificação

“A mortificação da carne é a vivificação do espírito.” (Calvino)

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Romanos 8:13
Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis.

A Parábola dos dois cachorros:

Um velho dava lições de vida aos seus netos. Disse-lhes:
“Está se travando uma luta dentro de mim. Luta terrível, entre dois cachorros.

Um é o medo, a cólera, a inveja, a tristeza, o remorso, a arrogância a auto-piedade, a culpa, o ressentimento, a inferioridade e a mentira.
O outro é a paz, a esperança, o amor, a alegria, a delicadeza, a benevolência, a amizade, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé.

A mesma luta está se travando dentro de vocês e de todas as outras pessoas…”
As crianças puseram-se a refletir sobre o assunto e uma delas perguntou ao avô: ” Qual dos cachorros vencerá?”

O ancião respondeu:
” Aquele que for mais alimentado…”

Digo, porém: Andai no Espírito, e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que por­ventura seja do vosso querer. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. Ora, as obras da carne são conhecidas, e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissenções, facções, invejas, bebedices, glutonarias, e cousas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos de­claro, como já outrora vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam. Mas o fruto do Espírito é: amor, ale­gria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansi­dão, domínio próprio. Contra estas cousas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.
Gl 5:16-24

reSista, inSista, perSista e não deSista

Esse mundo de paixões arrebatadoras e efêmeras tem seduzido a muitos e feito com que propósitos de Deus em nossas vidas sejam descartados como se nada fossem. Encontre força para prosseguir ouvindo essa palavra de ânimo para tua vida.

Os Pensamentos e Ações de Deus

O SENHOR Deus diz: “Os meus pensamentos não são como os seus pensamentos, e eu não ajo como vocês. Assim como o céu está muito acima da terra, assim os meus pensamentos e as minhas ações estão muito acima das suas.” Isaías 55.8-9 NTLH

A força motora da vida terrena é o desejo de crescer, de avançar, amadurecer e alcançar algo adiante. Nos animais se dá pelo instinto da preservação e continuidade da espécie, no reino vegetal pela frutificação  e nos seres humanos passa pelo “crescei e multiplicai” e pela continua necessidade de alcançar aquela satisfação que os torne plenos.  Quando perdemos esse impulso, seja encalhando em alguma situação difícil da vida ou nos acomodando com um detereminado estado, nos encontraremos em umacrise existencial sem fim sem propósito e sentido para o dia-a-dia. Tudo o que foi criado, o foi para glória do Criador e nós que fomos criados à imagem e semelhança dEle, precisamos confessar que apesar das nossas breves alegrias essa necessidade de satisfação e experimentação dessa glória transcende esse estágio terreno o que nos leva à grande bifurcação na estrada da vida: ou nos leva a crer no Eterno e sua eternidade (Ec 3.11) e buscarmos participar da glória dEle; ou a negá-lo para minimizar as expectativas ou a dor e frustrações que essa existência terrena temporária carrega e as abnegações que exige.

Os astros brilham no céu, o vento sopra suave balançando a árvore carregada de frutos, e à sua sombra a cadela da família amamenta os filhotes que serão afagados pelos filhos brincando no quintal da casa de homem que se casou com a mulher que amava, enquanto ambos apreciam uma música feita com primor. Tudo isso precisa ser tributado em glória ao Deus que por sua palavra fez tudo existir. A queda do homem é concluir em si mesmo pois quando assim o faz, rompe a relação com seu criador, com o próximo e com toda a criação. Através do profeta Isaías o Senhor Deus nos confronta e nos convida a ampliar nossos horizontes e observar seus pensamentos e  caminhos elevados para que sejamos resgatados da mediocridade a que o pecado nos prende.

Arrependimento e conserto


“Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.” Isaías 55.6-7 ARC

Em Cristo e sua cruz, Deus o pai encarnou seu amor e perdoou toda a humanidade de todos os seus pecados. Esse perdão porém se cumprirá somente na vida do que crê e vive na fé manifesta pela atitude diária que espelhe a busca por Ele, por conhecê-lo e fazer sua vontade. Enquanto não reconhecemos o quanto estamos falidos espiritualmente e não nos voltamos inteiramente para ele em arrependimento genuíno; enquanto não sairmos do centro de nossa própria vida e permitirmos que seja Ele o centro, tampouco  poderemos experimentar os pensamentos e caminhos elevados que o Senhor tem pra nós.

Precisamos fugir do rótulos religiosos e das confissões apenas nominais e sermos sinceros quanto a nossa atual condição espiritual e nos perguntar: Em qual caminho estou andando? Quem é o meu “Deus” que tem primeira importância em minha vida e a quem dou meu melhor? O que ou quem está sendo sacrificado em favor de que ou de quem? Quais os altares e ídolos diante dos quais tenho me dobrado? O que se vê em mim da regeneração e amadurecimento gerado pela presença do Espírito Santo em mim? Que pensamentos ocupam minha mente? Que ações se manifestam quando estou só, sem ninguém para me vigiar? Para quem é o seu culto? O que não estou disposto a renunciar em favor do Senhor e de sua vontade?

Confrontando alguns dos nossos pensamentos com os de Deus

“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.” Isaías 55.8-9

Uma vez que o verdadeiro arrependimento foi gerado em nós pelo poder do Espírito Santo e da palavra anunciada, precisamos colocar nossos olhos firmemente em  Jesus para que sejamos moldados conforme o eu caráter. Somos muito ansiosos em receber mudanças e transformações em nossas atitudes e desejamos receber as bençãos que não são poupadas na vida dos que vivem corretamente mas, a transformação na nossa mente deve vir antes como uma preparação no terreno para receber as sementes do reino de Deus. Vejamos alguns conceitos onde geralmente nossos pensamentos se distanciam do pensamento do Senhor nosso Pai:

1. Gratidão 

Nosso pensamento: Olhamos para nós mesmos como merecedores, por isso rejeitamos e somos ingratos sobre tudo o que não coincidiu com a nossa vontade ou desejos. Somos agradecidos somente pelo que achamos bom para o momento.

Pensamento do Senhor – Deus quer que sejamos gratos por tudo. Ele nos criou, tudo que somos e temos é fruto da graça de Deus que é um favor que não merecemos. Ser grato a Deus por tudo é resultado do novo entendimento de que: Deus é soberano e sua vontade, seu cuidado, amor, disciplina, livramentos e até o que achamos “ruim” faz parte do plano maior de Deus na nossa redenção;  não somos merecedores de nada além da condenação eterna e  que por amor e graça somente o Senhor nos resgatou para Ele; as coisas temporais e terrenas não podem ser comparadas as coisas eterna e do alto. //1 Tessalonicenses 5:18 Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.// Rm 8.28 Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

2 – Prosperidade

Nosso pensamento – Prosperiade para nós é ser rico, obter riquezas e acumular sem limites. Desejamos as iguarias da Babilônia e tudo que os reinos desse mundo podem proporcionar. Muitos, inclusive que se dizem cristãos, estão agora mesmo no engano correndo loucamente atrás dessas coisas,servindo e recebendo as promessas de Mamon e ainda dando uma glória falsa a Deus por suas conquistas puramente egoístas. 

Pensamento do Senhor – Ser próspero é ser feliz com o que se tem é estar satisfeito, ter a consciência de que somos somente mordomos temporários das riquezas que o Senhor nos permite administrar enquanto estamos vivos na carne e assim ao invés de nos apegarmos as coisas materiais e nos aplicarmos ao acúmulo de bens, sermos canais de distribuição e e agentes da justiça de Deus em favor dos pobres e necessitados. O pensamento de Deus é sobre fidelidade a Ele seja lá o quanto você tiver: muito ou pouco. Que possamos ganhar mais, poupar mais e doar mais,   mantendo uma vida simples, econômica e fazendo mais para o reino de Deus se expandir.

3 – Saúde

Nosso pensamento – Somos escravizados pelos padrões de estética que o sistema mundano propaga. A todo custo vemos as pessoas fazendo de tudo para ficarem parecidos com ícones, sexy symbols . A dinâmica atual é mesmo um culto ao corpo não pela saúde mas pela apresentação desse corpo publicamente. Pessoas belíssimas por fora e caindo aos pedaços interiormente deixando de lado as coisas mais profundas em troca das superficiais.

Pensamento do Senhor – O nosso corpo é o templo do Espírito Santo e existe prioritariamente para isso. Deus nos criou com uma parte imaterial e outra material. Seu pensamento é de uma saúde integral, priorizando a alma e o espírito que é o que durará para sempre e por fim também o corpo. O exercício físico não pode ser desprezado mas o exercício espiritual é indispensável. A finalidade do corpo é glorificar a Deus tendo saúde para prestar-lhe culto, trabalhar, cuidar da criação e fazer seu reino de amor conhecido em todo o mundo.

4 – Equilíbrio e serenidade

Nosso pensamento – Buscar a paz interior, fazer alguma coisa externa que te traga “paz” que nos desconecte das realidades para encontrar aquela serenidade ou energia boa que já está dentro de nós. Há quem busque harmonizar com a natureza fugindo de se harmonizar com o Criador.

Pensamento do senhor – A paz verdadeira e duradoura só virá quando fizermos as pazes com nosso Criador, arrependendo-nos dos maus caminhos e nos voltando para Ele. Harmonizados com Ele (santificação), teremos refúgio para os dias difíceis e o auxílio para encarar de frente nossas realidades, limitações e aflições. É nEle que somos ajustados emocionalmente e capacitados a viver em paz em família, com nossos irmãos e em sociedade sem ferir as pessoas nem a natureza.

5 – Fé e otimismo

Nosso pensamento – Pensar positivo, imaginar ou sonhar grande, projetar nosso futuro, esperar “aquela” oportunidade miraculosa. Achamos que nosso pensamento se for bom atrai as coisas boas.

Pensamento do Senhor – É claro que não cabe a fé uma perspectiva pessimista sobre a vida e o futuro visto que crêem em Cristo crêem também na ressurreição e na nova Jerusalém. Nossa fé deve ser firmada nas promessas do Senhor, podemos e dedevemos planejar mas  submeter os nossos planos à vontade de Deus. Devemos ser felizes e satisfeitos com a resposta final que vem do Senhor, trabalhar muito, focando não só em resultados momentâneos mas na fidelidade a Deus e ao nosso próximo.

6 – Amor

Nosso pensamento – Dizemos assim: – Preciso buscar ser amado, estar com pessoas que me amam e me valorizam, tenho de amar a mim mesmo, buscar ser feliz e fazer o que for melhor pra mim e viver as emoções que a vida me dá hoje. O pensamento do homem caído ou está inflamado pelo imediatismo,egoísmo e o excesso de amor próprio ou caramelizado pelo romantismo e fábulas exageradas do cinema, das novelas e romances escritos.

Pensamento do Senhor – Deus provou seu imenso amor  por nós sendo que Jesus deu a vida dele por nós, sendo nós ainda pecadores ou seja, não foi pelo que poderíamos ofercer ou dar em troca. Já nascemos com uma tendência egocêntrica e egoísta por isso,  precisamos cultivar menos o amor próprio é mais o amor a Deus sobre todas as coisas ao próximo como a nos mesmos. Para desenvolver isso, precisamos estar atentos e dispostos a servir nas necessidades dos que estão em nossa volta e menos ao grito do nosso umbigo. Vivamos o amor sacrificial fundamentado no exemplo do Cristo que Disse: Amai us a os outros como eu vos amei. Leia 1 Co 13.

Profecia

“Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei. Saireis com alegria e em paz sereis guiados; os montes e os outeiros romperão em cânticos diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas. Em lugar do espinheiro, crescerá o cipreste, e em lugar da sarça crescerá a murta; e será isto glória para o SENHOR e memorial eterno, que jamais será extinto.” Isaías 55.10-13

A profecia é aquela palavra que provém de Deus, dos seus pensamentos e caminhos elevados para nos tocar, despertar, exortar, advertir e encorajar a continuar olhando para o alto. Sobre o que vamos viver amanhã ou daqui a cinco minutos não sei dizer, mas sei que Deus nos ama e que estará conosco todos os dias.

Romanos 8:31-39
Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

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