Esse tempo e a família

Que tempos estamos vivendo heim!?

“Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno.” 1 João 5:19

Nossa sociedade pós-moderna também tem sido chamada de sociedade pós-verdade ou seja, já não há para ela uma verdade absoluta, princípios originais ou valores que devam ser mantidos ou sustentados como fundamento. O que eu sinto ou o que me faz bem é a verdade pra mim. Os valores morais legítimos tem sido constantemente atacados e desprezados em um processo orquestrado de dissolução de tudo, onde somente o me posicionar e crer em Jesus como suficiente e único caminho, já é visto na sociedade atual como intolerância ou em menores termos tacanhice intelectual.

As redes sociais dão voz a todo tipo de pensamento e muito do que alcança popularidade nelas, é completamente alheio a a Cristo e seu ensino. Os meios de comunicação através dos programas de TV, novelas, músicas e filmes, tem ditado “novos valores” pautados na permissividade e promiscuidade. Pessoas famosas, que conseguem facilmente estabelecer modismos e ser formadores de opinião dos mais fracos, tem agido como arautos de uma filosofia que beira o caos.

Nas escolas, alguns professores já não sabem o que fazer. São vítimas nas mãos dos alunos que estão imersos em violência, drogas, a fornicação, resultando em uma rebeldia e falta de limites nunca antes visto. Outros professores se tornaram instrumentos de doutrinação e se tornaram sacerdotes dessa religião estatal, ideológica e política que rejeita Deus. Essas influências rondam nossos filhos buscando a quem possam tragar.

E nos lares? Imperam as brigas, desmandos, adultérios, divórcios e abortos. Dentro de nossas casas, na “segurança” de nosso lar, as crianças têm tido acesso a uma quantidade inimaginável de cenas de violência e erotismo, linguagem suja. Estão sendo abusadas e estupradas em suas mentes bem ao nosso lado ao toque de um tablet ou smartphone. A atenção e energia que deviam ser aplicadas ao conhecimento do Senhor e ao amor familiar vai sendo dissipada e roubada, pelas diversas distrações.

O que fazer diante disso?

A família é projeto de Deus e há um plano de Deus para a família. A Família sempre ocupou um lugar fundamental dentro do Projeto Eterno de Deus e Ele está empenhado em restaurar e santificar cada família desse mundo.

“Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor.” Efésios 5:17

Precisamos compreender qual é a vontade do Senhor, seu propósito e trabalhar juntos, esposas, maridos, filhos e filhas para que sejamos sal e luz nesse mundo de trevas.

Eis o desafio: Os que antes conseguiam sentir segurança numa prática religiosa nominal exteriorizada e farisaica, verão essas estruturas sendo chacoalhadas até que peçam a morte por medo de se afogarem nessa sociedade líquida. Os que se deixaram levar por filosofias e vãs sutilezas do hedonismo e relativismo secular serão arrastados pela correnteza e certamente sugados pelos seus redemoinhos. Somente os que conhecerem e permanecerem Cristo olhando firmemente para ele, autor e consumador da nossa fé, serão por Ele capacitados a andar por sobre as águas.

“Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças.” Colessenses 2:6-7

Que sejamos influenciadores e não influenciados pelo sistema atual. Ao invés de esperarmos um mundo melhor para nossas famílias precisamos que o Senhor nos faça famílias melhores para esse mundo, um referencia de como Jesus é suficiente orar atravessarmos qualquer tempo, inclusive tempos difíceis como esse.

#JesusSuficiente

#OficinadaFamíliaAprisco

“As escolas preparam alunos para os hospitais psiquiátricos”

Por Augusto CuryMédico relaciona o excesso de informação, a pressão por rendimento escolar e a pouca atenção para o lado emocional das crianças aos casos de suicídio ligados ao jogo Baleia Azul


O psiquiatra e escritor Augusto Cury lança nesta sexta-feira (19) uma campanha de combate ao jogo Baleia Azul. A ideia é promover nas redes sociais o debate entre jovens e também com os pais. Cury é crítico ao atual sistema de ensino e acredita que a pressão escolar, o excesso de informação e atividades está prejudicando as crianças e jovens.

Para ele, as crianças se tornaram escravas da informação e não têm mais tempo para viver a infância. Ainda que os pais, “desesperados”, assumam seus erros, ele acredita que é nas escolas que estão as grandes falhas. Ao focar unicamente no pensamento lógico, as instituições de ensino deixam de lado o controle emocional.

Foi justamente sobre gestão da emoção que Cury veio falar em Curitiba, no último dia 17, no Teatro Positivo. Em entrevista exclusiva ao Viver Bem, o psiquiatra colocou em xeque o uso da internet, que, segundo ele, está criando vícios e doenças, como a síndrome do Pensamento Acelerado, e afeta cerca de 80% de pessoas no mundo.

Como melhorar a inteligência emocional?

A inteligência emocional não está inserida no código genético, ela é aprendida. Só que nós estamos falando de uma outra inteligência agora, que é a inteligência da gestão da emoção. Inteligência emocional é como se fosse uma montanha, a gestão da emoção é você implodir essa montanha, pegar os blocos, usar argamassa, pisos, azulejos e construir os vários edifícios. E quais são os edifícios?Aprender a pensar antes de reagir, trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, proteger a emoção, gerenciar a ansiedade, se reinventar no caos, desenvolver resiliência, trabalhar perdas e frustrações, ser generoso, ser altruísta e não ser autopunitivo.

E como a internet tem influenciado na gestão das emoções?

A internet trouxe acessibilidade, expansão da produtividade, democratização das informações, mas trouxe também efeitos colaterais gravíssimos. Um deles é a intoxicação digital. Celulares podem viciar como drogas estimulantes, apresentando sintomas da síndrome de abstinência como a cocaína. Por exemplo, quando você retira por um ou dois dias o celular de um jovem que usa o aparelho por 3 ou 4 horas diariamente, ele vai ter síndrome de abstinência. Os sintomas são irritabilidade, baixa limiar para frustração, um tédio intenso, dificuldade de lidar com perdas e frustrações, transtorno do sono e, às vezes, humor depressivo. São as características básicas de uma síndrome de abstinência. E outra consequência importante: a geração minuto. Ou seja, tudo para eles têm que ser rápido e pronto. Essa geração aumentou os níveis de ansiedade numa velocidade nunca antes vista.

Como se caracteriza essa ansiedade?

É uma ansiedade que eu tive o privilégio de descobrir e a infelicidade de saber que grande parte da população é acometida por ela. Chama síndrome do Pensamento Acelerado. Pensar é bom. Pensar com consciência crítica é ótimo. Pensar demais e sem gerenciamento é uma bomba contra a saúde emocional.

Quais os sintomas dessa síndrome?

Os sintomas são acordar cansado, dor de cabeça, dores musculares, sofrimento por antecipação, dificuldade de proteger a emoção nos focos de tensão, dificuldade de conviver com pessoas lentas, transtorno do sono e déficit de memória. Se tiver dois ou três sintomas, já caracteriza a síndrome do pensamento acelerado. Essas pessoas precisam reciclar sua forma de vida, senão serão futuros pacientes de psiquiatras, médicos psicossomáticos ou de clínicos gerais.

A internet é a grande causadora de tudo isso?

A causa é, em primeiro lugar, o excesso de informação. Uma criança de 7 anos de idade tem mais informações do que um imperador romano, uma de 8 a 9 anos tem mais informações que Sócrates, Platão e Aristóteles. Em segundo lugar, o excesso de atividade. Infelizmente nós estamos assistindo a um trabalho infantil escravo intelectual. Crianças que têm tempo para tudo, mas não têm tempo para ter infância. Têm mil atividades, mas não conseguem lidar com o tédio e a ansiedade inerente à psique humana.

E qual o papel da educação, dos pais e professores, diante disso?

Antigamente, os pais nunca assumiam que erraram na educação. Agora, como digo no livro que estou lançando (“20 Regras de Ouro para Educar Filhos e Alunos” Ed. Academia de Inteligência), os pais estão tão desesperados que já assumiram que falharam. E as regras de ouro precisam ser trabalhadas na educação, caso contrário, vamos continuar no erro. As escolas preparam os alunos para os hospitais psiquiátricos. Essa educação cartesiana que bombardeia o córtex cerebral com milhões de dados está doente.

Fonte: Gazeta do Povo

Família, igreja e bebês

Esse post tem como objetivo apresentar algumas respostas objetivas a questionamentos de pais, amigos e familiares com relação ao papel da igreja quando um bebê nasce e uma breve orientação pastoral aos pais cristãos (protestantes ou evangélicos comonpreferir chamar). Deixamos claro que essas são posturas que tomamos aqui no Aprisco, mais particularmente em nossa igreja Sede em Feira de Santana, Bahia e que podem haver outras condutas diferentes de outras igrejas e denominaçoes que não necessariamente impliquem em pecado mas que podem ser uma falha de interpretação bíblica que traga derivações errôneas sobre a compreensão do evangelho de Cristo.

Devemos batizar os bebês?

A Bíblia não diz nada sobre o batismo de bebês. Não há nenhum lugar na Bíblia que diz que um bebê foi batizado. As pessoas que foram batizadas na Bíblia sabiam o que estavam fazendo e tomaram essa decisão de forma consciente. Ninguém foi batizado sem seu consentimento.

O batismo salva?

Não, o batismo em si não salva. Só a fé em Jesus pode salvar (Romanos 10:9-10). O batismo é simbólico, representando nossa morte para o pecado e ressurreição para a vida eterna, pelo sacrifício de Jesus.

Se uma pessoa se converte e morre antes de ser batizada, essa pessoa está salva. Isso aconteceu com o ladrão que morreu ao lado de Jesus. Do mesmo modo, se uma pessoa é batizada mas não aceitou Jesus como seu salvador, não está salva. O batismo não tem sentido sem haver conversão primeiro.

Batizar seu bebê não vai salvá-lo. Deus não vai lançar no inferno quem é muito novo para entender sobre o pecado e a salvação. O Reino dos Céus pertence a quem é como uma criança: humilde e inocente para o mal (Mateus 18:3-4).

A Bíblia não diz nada sobre o batismo de bebês. Não há nenhum lugar na Bíblia que diz que um bebê foi batizado. As pessoas que foram batizadas na Bíblia sabiam o que estavam fazendo e tomaram essa decisão de forma consciente. Ninguém foi batizado sem seu consentimento.

O batismo substitui a circuncisão judaica?

Sim e não. Sim, porque a circuncisão acontecia depois do nascimento e representava a pertença ao povo judeu. O batismo acontece depois do novo nascimento espiritual (conversão) e representa a pertença à família de Deus. Não, porque o novo nascimento acontece com uma decisão pessoal, que um bebê não tem capacidade para fazer.

As famílias batizadas na Bíblia incluíam bebês?

A Bíblia não diz se incluíam bebês ou não. Mas é importante ler o contexto. Todos que foram batizados ouviram sobre Jesus e se converteram primeiro. Veja alguns exemplos: Atos dos Apóstolos 2:40-41; Atos dos Apóstolos 10:44-48; Atos dos Apóstolos 16:32-34

Em alguns casos, até crianças pequenas podem entender a mensagem da salvação e responder sinceramente ao chamado. Mas um bebê pequeno que não entende nem fala não consegue fazer isso. O batismo na Bíblia é sempre para quem entende.

Batizar bebês é pecado?
Não, batizar um bebê não é pecado mas é uma interpretação errada. Deus não vai castigar quem acredita que isso é certo, porque Ele entende os motivos das pessoas. Mas batizar um bebê é perder algum do sentido original do batismo, como símbolo da conversão.

Claro que é bom dedicar a criança a Deus, integrá-la na família da igreja e fazer o compromisso de ensiná-la nos caminhos de Deus. Mas isso não precisa de um batismo. O batismo deveria ser reservado para quando a pessoa já tiver tomado a sua decisão.

Crente pode ter padrinho e madrinha de nascimento?

Não há nada na Bíblia que fala sobre ter padrinho e madrinha, nem a favor nem contra. Cada casal crente pode decidir se seu filho vai ou não vai ter padrinho e madrinha, de acordo com sua consciência (Romanos 14:22). O apadrinhamento de um bebê só não deve estar associado a um batismo.

O apadrinhamento é uma prática da igreja católica e de algumas igrejas protestantes e também usado em religiões de afro-brasileiras. Em todas elas,  o padrinho e a madrinha assumem a responsabilidade de educar a criança nos caminhos daquela determinada religião, em conjunto com os pais.

Vejamos mais sobre isso:

No Catolicismo

Os Padrinhos tem como papel ensinar seu afilhado a trilhar os passos do catolicismo, tanto no Batismo quanto no Crisma. Os deveres dos padrinhos são sérios e nem sempre fáceis, pois devem conduzir seu apaniguado a fé católica – por isso ao ser convidado para crismar alguém, a pessoa deve se sentir preparada e deve estar ciente dos seus deveres junto ao romanismo.

Padrinhos e Madrinhas, são pais e mães espirituais. No batismo eles têm como obrigação auxiliar os pais da criança, na educação católica da mesma. No crisma, o padrinho deve ajudar o crismando a amadurecer para fé romana, o próprio significado de crisma é este, o sacramento da maturidade do católico, é quando a criança se torna adulta perante a dogmática da Igreja Católica.

Nas Religiões afro-brasileiras

Padrinho ou Madrinha, são pais e mães espirituais, também chamados de pai-de-santo ou mãe-de-santo exercem a função de segundo pai ou segunda mãe. São as pessoas que cuidam do desenvolvimento dos médiuns e orientação espiritual. Esse termo é usado na Umbanda e no Xambá.

Devo ser padrinho/madrinha de uma criança que caísse batizada na igreja católica ou em uma religião afro-brasileira?

Como já dissemos antes, estar em Cristo é liberdade e cada um deve responder diante dele sobre suas decisões. O conselho pastoral mediante o que entende por  aparinhamento nessas religiões é que, ainda que por laço familiar até se vá a uma cerimônia, ao cristão não convém apadrinhar crianças. (Romanos 13.12)

Voltando ao assunto…

Se o casal crente decidir ter “padrinho e madrinha” que seriam na verdade como que testemunhas e uma forma de reconhecer o papel de algum amigo na vida de seu filho, deve escolher pessoas que:

São crentes em Jesus – seja em sua presença ou ausência mantenham a orientação da fé em Cristo. Se não crêem em Jesus, não vão ajudar a educar a criança sobre Jesus;

São um bom exemplo – crianças aprendem observando as ações, não apenas ouvindo o ensino;

Vão apoiar os pais – os padrinhos podem ajudar e aconselhar os pais mas devem sempre respeitar a autoridade dos pais no ensino da criança.

Algumas pessoas da Bíblia foram “pais espirituais” – pessoas que levaram outras para Jesus e lhes ensinaram o evangelho, ajudando no seu crescimento. Paulo se considerava “pai” de Timóteo e dos membros da igreja de Corinto (1 Timóteo 1:2; 1 Coríntios 4:14-15). Nesse sentido, Paulo era parecido com um padrinho.

Por outro lado, não há nenhum caso na Bíblia de uma pessoa sendo convidada para apadrinhar uma criança desde seu nascimento. A responsabilidade de educar a criança nos caminhos de Deus recai principalmente sobre os pais (Deuteronômio 6:6-7). Quando a criança não tem pais, a pessoa que cuida da criança tem essa responsabilidade.

Apadrinhamento e batismo
O apadrinhamento surgiu por causa do batismo de bebês. Nas igrejas onde o batismo de bebês é praticado, os padrinhos servem como porta-voz da criança. Como a criança nada entende, os padrinhos renunciam ao pecado e confessam Jesus como seu salvador em seu lugar. Isso não é bíblico.

A Bíblia ensina que aceitar Jesus como salvador é uma decisão pessoal. Ninguém pode confessar Jesus em lugar de outra pessoa. O batismo é para todo aquele que crê, não para o bebê que ainda não entende (Marcos 16:16).

Conclusão 

De acordo com todas as posições Aqui no Aprisco temos feito uma apresentação quando os pais, que são os principais responsáveis diante de Deus por ensinarem no Caminho, trazem a criança à reunião da igreja e ali a dedicam consagrando-a ao Senhor em oração juntamente com a igreja que também se compromete a ajudar na educação espiritual daquela criança. 

Geralmente os pais convidam amigos e familiares que também vem junto com eles diante da congregação para apoiar o ato deles e servem como testemunhas. Aquela criança vai crescer e em seu momento oportuno responder por si só se deseja seguir a Cristo ou não . 

 Jesus abençoa as crianças Lucas 18:15-17

Traziam-lhe também as crianças, para que as tocasse; e os discípulos, vendo, os repreendiam. Jesus, porém, chamando-as para junto de si, ordenou: Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo: Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira alguma entrará nele.

A verdade é que nós adultos temos muito que aprender com a simplicidade das crianças em sua fé em Cristo. 

Fonte: Bíblia Sagrada , cacp.org e respostas.com.br

As três Marias

Aproveitando a proximidade do dia da mulher (dia das mães), trago um breve comentário sobre as três Marias do novo testamento e o que nós, tanto homens como mulheres devemos imitar nestas mulheres maravilhosas.

Como diria o poeta contemporâneo: “… Maria, Maria é um dom… uma força que nos alerta…”

A primeira Maria que trago é a mais bem aventurada entre todas as mulheres, Maria mãe de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo conforme Lucas 1. Sem sombra de dúvida algumas características especiais ela tinha, ainda que uma garota comum em sua época, que atraíram os olhos de Deus para escolhê-la dentre as outras. A primeira característica de Maria era a sua virgindade, o que não só revela a sua santidade ao Senhor e pureza mas sobretudo a sua determinação em honrar e guardar algo precioso para o momento certo. Muitas mulheres tem se entregado facilmente nos nossos dias por qualquer preço, sem saber que estão com isso construindo um caráter deformado que não sabe dar valor ao que é importante e leva a uma vida fútil e rasa. A segunda característica de Maria é seu desprendimento em fazer a vontade de Deus e ser usada por Ele. Ela abriu mão de seus planos de casamento que tinha com José e assumiu um desafio perigoso que poderia custar até mesmo sua reputação diante da sociedade. Já pensou o que é chegar por aí dizendo: Estou grávida de Deus? Obvio que pra muitos o bochicho era que ela tinha adiantado as coisas e ficado grávida de José. Quantos de nós temos esse desprendimento de abrir mão dos nossos planos para atender o plano de Deus?

A segunda Maria é a irmã de Marta e de Lázaro, a quem Jesus ressuscitou. A passagem bíblica que está em Lucas 10 faz uma comparação entre Marta, que ao receber Jesus em sua casa, se ocupou nas diversas atividades domésticas e se irritou porque Maria, ao ver o mestre, assentou-se e parou tudo o que estava fazendo para ouvir. Jesus aprovou o comportamento de Maria o que nos leva a crer que tantas quantas forem as nossas ocupações diárias, o melhor é estar na presença de Jesus e que temos que jogar nossa agenda pra cima quando Jesus nos chama. A mesma Maria demonstra esse caráter que ela tinha em João 12, quando ela pega um perfume muito caro que ela tinha, lava os pés de Jesus e depois o enxuga com seus próprios cabelos. Essa foi uma atitude fantasticamente irreverente e arrasadora contra os domínios do materialismo e da estética. Temos sim que andar lindos, em forma e possuir o melhor desta terra mas, se não for para Cristo, de nada serve.

A terceira Maria é a de Magdala, ou Maria Madalena, da qual Jesus expulsou sete demônios. Por que nós sempre a caracterizamos assim? Essa foi a mulher que abraçou mesmo a nova vida que Cristo podia proporcionar. Saiu de prostituta, a discípula das mais devotas do mestre. Nos diversos textos do novo testamento, vemos ela servindo a Jesus com seus bens, acompanhou Jesus em todos os momentos até os mais difíceis como o da crucificação e o sepultamento. Foi a primeira a chegar ao sepulcro ao terceiro dia e Aleluiaaaa… a primeirinha a encontrar com Jesus ressuscitado. Estamos também dispostos a largar a vida de pecados, de distância de Jesus e aceitá-lo em nossa vida como Senhor e Salvador? Não importa qual seja a nossa situação Jesus, pode mudar a nossa vida pra sempre. Renda-se.

Todos nós, mulheres, homens, sejamos como estas três Marias, um exemplo para nossa geração e para as gerações futuras, tendo essa estranha mania de ter fé em Cristo e na vida.

Em Cristo, o restaurador da verdadeira dignidade das mulheres,
Alex Barreto Cosmo
Pastor do Aprisco

em 08/03/2008

Confiar

Hoje por sugestão de um dos professores de Maria, assistimos o filme Confiar na Netflix . Um filme muito importante na exposição do tema da pedofilia e abuso infantil pelos chats, jogos online e redes sociais . Recomendamos aos pais e adolescentes com urgência!


Título: Confiar (Trust)

Elenco: Brandon Molale, Catherine Keener, Clive Owen, Jason Clarke, Jordan Trovillion, Liana Liberato, Nicole Forester, Noah Crawford, Noah Emmerich, Viola Davis.

Sinopse: Uma família passa por problemas depois que a filha de 14 anos conhece seu primeiro namorado pela internet. Annie é uma jovem de 14 anos conhece um garoto em um bate-papo na internet, e logo se apaixona por ele. O problema é que, na verdade, o garoto é um homem muito mais velho, que a atrai para um encontro e esse encontro muda para sempre a família.
Veja o Trailer 

Confira “Confiar” na Netflix

O egoísmo e a família 

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 1 Coríntios 13:4-7

Vivemos hoje em um mundo onde o hedonismo (prazer pessoal como bem supremo) e o narcisismo (amor idolátrico pela própria imagem), são estimulados em todos os níveis pra girar a máquina desse sistema maligno operante. As realizações, interesses, prazeres e desejos pessoais vêm antes das relações familiares, antes do desejo e vontade de Deus. Deus, o criador e pai que deveria se visto como o o restaurador da vida e o único capaz de nos salvar de nós mesmos, é colocado como o estraga prazeres da vida, que tudo proíbe. O casamento, maternidade, paternidade e a vida de família são vistos como impedimentos, pois exigem sacrifícios, e são como deixar de aproveitar a vida.

A vida em família é um instrumento poderoso de Deus para nós levar a vencer este egoísmo e crescer no amor. Como temos dito, ao instituir a família, Deus usou o modelo de sua própria imagem na trindade santa. Se queremos ver o exemplo magno desse amor e dessa cooperação perfeita precisamos olhar pra a trindade em toda a sagrada escritura, principalmente no que vemos refletido em Cristo Jesus pelos evangelhos que retratam sua relação com o Pai e o Espírito Santo. 

E qual é a característica do amor na Trindade? Na relação da Trindade uma Pessoa se doa totalmente à Outra. O Pai, o Filho e o Espírito Santo doam-se em plena comunhão entre si . Se olharmos a vida de Jesus poderíamos resumir em amor que doou a si mesmo. Assim Ele ama a Igreja, dando Sua vida por ela. Esse exemplo é citado por Paulo em Efésios 5:25
“Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela,…” trazendo o mesmo modelo de amor ao contexto familiar. 

Sempre estamos inclinados a nos vermos como as vítimas do egoísmo em vez de culpados. Como uma esposa infeliz dizendo: “Meu marido não mostra nenhum interesse no que eu faço. Tudo que importa a ele é o que ele faz naquele lugar – seja lá onde é – que ele trabalha!” Tal atitude pode descrever-nos mais do que nós queremos admitir. Como o povo de Deus, nós não somos ignorantes a respeito dos dispositivos de Satanás (2 Coríntios 2:11), de como o pecado é enganoso, nem de seu poder cegante. Por isso, por mais remoto e improvável que possa parecer, nós devemos ver a possibilidade de egoísmo nas nossas próprias vidas! Como o filho pródigo, cada um de nós deve cair em si para superar a si mesmo (Lucas 15:17). Como Paulo disse, “Examinai-vos a vós mesmos…” (2 Coríntios 13:5), teste seus motivos com honestidade absoluta pois ninguém pode lidar com um problema que não admita que tenha.

Negar a si mesmo é uma das primeiras lições a ser aprendida pelo seguidor de Cristo (Mateus 16:24). Nada é mais fundamental para a obediência e justiça. Sem isso, nenhum homem pode verdadeiramente amar sua esposa como Cristo amou a igreja (Efésios 5:25). Como o amor de Cristo sacrificou a si mesmo para a igreja, assim deve ser o amor do marido para sua esposa. É um amor que dá sem egoísmo. Sem isso, as esposas não podem ser submissas a seus maridos, assim com ao Senhor (v 22). O mesmo espírito que leva à submissão ao Senhor deve levar à submissão entre o marido e a esposa. Ser o que o Senhor quer que eu seja significa ser o que devo ser com meu cônjuge. O egoísmo, então, é um pecado contra o homem e Deus e, muitas vezes, contra os filhos.

Criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor (Efésios 6:4) envolve negar a si. Por exemplo, criar os filhos para o céu leva tempo e energia. O egoísmo rouba esse tempo precioso de muitos filhos e pais. A verdade é que muitos pais mesmo depois de constituir família, vivem somente para si mesmos para manter seus desfrutes ou um status material, deixando de lado a responsabilidade de revelar Cristo através de suas vidas e exemplo diário. Fora isso, estamos ocupados demais, cansados demais, para falar e responder perguntas, para ler a Bíblia, para orar com eles, para levá-los aos cultos, desligar os dispositivos eletrônicos e assentarem-se em família no nome de Jesus. 

Depois de tantas ocupações “importantes” e a sensação de ter de compensar as ausências, os pais não querem criar nenhum desgaste com os filhos no pouco tempo que resta. Assim, enchem os filhos de gratificações ocupações e entretenimento, evitam qualquer conflito para a construção de caráter e acabam moldando os filhos a viverem o mesmo tipo de vida egoísta que estão vivendo, distantes da vida plena e real em Cristo. 

Ainda pior, acho eu, são aqueles filhos que sofrem porque os pais egoístas dividem e abandonam o lar em vez de negar a si. É quase inimaginável que algumas pessoas negociariam sua boa família pelo prazer próprio; por uma garrafa, por um amante, pelos “bons momentos” muitas vezes escondidos por trás do argumento: “preciso ser feliz”. No entanto, continua a acontecer, até em alguns que alegam ser cristãos. Dessa forma, e de outras até ainda mais sutis, o egoísmo é um grande destruidor de lares. 

Que Deus possa nos ajudar a removê-lo das nossas vidas. Que possamos olhar para Jesus e sermos iluminados.

Alex Cosmo, novembro de 2016

#OficinadaFamíliaAprisco

Não gosto de crianças!

 Ilustração : Tiro. por Alex
 Já vi algumas pessoas dizerem exatamente como esse relato dessa pessoa que colhi da internet:

“- Não gosto de crianças! Isso mesmo, não gosto! Não se sintam com raiva de mim ou outro sentimento ruim, por que eu não vou maltratar ou xingar ou cometer qualquer outra maldade com crianças. Longe de mim, eu sou uma pessoa boa. Mas eu realmente não gosto de crianças, não tenho muita paciência. Não gosto dos mi mi mi delas, do choro, não gosto. E não, eu não quero ter filhos. Nunca quis ter.”

Talvez por gostarmos de crianças, posições assim sempre nos causaram muito espanto mas ultimamente, temos visto aumentar a quantidade de pessoas que ecoam esse mesmo posicionamento. 

Isso nos leva a uma série de questões tipo: – Seria isso “bom, correto e normal”? – Seria isso uma posição a ser admitida como coerente com a vida humana? – Deve-se combater um sentimento assim dentro de nós ou simplesmente “nos aceitar” assim? -Devem os campos do prazer individual, dos gostos e preferências pessoais  se tornarem os mais influentes no modo como construímos a vida e tomamos decisões? 

Uma declaração assim pode esconder raízes mais profundas e expor um modelo de vida que se pretende viver. A quantidade de homens e mulheres que apesar de gerar não assumiram de fato a dedicação sacrificial de vida para casarem-se e/ou criar seus filhos é enorme.  A convivência com uma criança desperta em homens e ainda mais nas mulheres traços profundos da ordem criacional no que diz respeito a paternidade e maternidade. Crianças despertam os instintos de proteção e cuidado. O choro delas nos atravessa de um lado a outro como prioridade a atender. Crianças apelam para nossa maturidade emocional, para nossa paciência e tolerância. Crianças nos arrancam, querendo nós ou não de uma vida centrada em nós mesmos exigindo dedicação. Crianças exigem mais de nós do que podem nos oferecer no complicado jogo dos interesses desse mundo caído. Ou seja, confronta demais o modelo do viver só para si. Jesus disse: – Deixem vir a mim as criancinhas e não as impeçam…

Salvos por Cristo hoje tentamos seguí-lo. Falhamos muito mas Ele sempre nos levanta. Consideramos sua a pessoa , seu caráter e sua palavra como elementos pelos quais procuramos, com ajuda do seu Espírito que habita em nós, viver e balisar nossa vida, julgar nossos pensamentos, emoções e atitudes avaliando se estamos num caminho certo ou não. Essa reflexão surgiu de uma leitura do evangelho: 

“Levantou-se entre eles uma discussão sobre qual deles seria o maior. Mas Jesus, sabendo o que se lhes passava no coração, tomou uma criança, colocou-a junto a si e lhes disse: Quem receber esta criança em meu nome a mim me recebe; e quem receber a mim recebe aquele que me enviou; porque aquele que entre vós for o menor de todos, esse é que é grande.” Lucas 9:46-48

Jesus disse que quem receber uma criança em nome dele a ele recebe. Para quem não entende, quando Jesus diz “em meu nome” significa: como eu faço, nos meus moldes, conforme o meu caráter e minha vontade. Somos extremamente egoístas e orgulhosos em nossa natureza pecaminosa. Esse é o elemento básico que provoca nossa intolerância com uma criança, com o mais fraco, com o que consideramos menor que nós. Nosso desejo de ser grande, de ser maior ou melhor, nossa busca desenfreada pela prioridade  de nossos interesses e de nossa vontade são uma forma corrompida do amor para o qual Deus nos criou. Significa que precisamos nos arrepender e sermos transformados pela renovação do nosso entendimento sobre as coisas conforme a imagem do seu filho Jesus . 

Claro, não podemos esquecer  que existem situações de impedimento do exercício biológico genitor: homens e mulheres estéreis, ou os que foram chamados ao celibato dedicando-se  a  uma causa divina específica, prisioneiros de guerra e vítimas de  castração etc.  Ainda assim nenhum desses casos, deve ser justificativa para que o sentimentos de paternidade ou maternidade e de cuidado afetivo com as crianças não sejam cultivados e estimulados. Seja adotando uma criança, ou exercendo esse amor com crianças que estão no contexto de convivência, sigamos o exemplo do próprio Jesus e o seu amor adotivo. 

Estamos navegando  em meio a ondas ideológicas, filosóficas e religiosas  que provocam e influenciam a vida em sociedade, sem ter necessariamente o compromisso com o bem comum e a vida. Estamos carregados de muitas dessas influências sem percebermos ou sob a capa cultural. “- Não gosto de crianças!” – afirmação que parece simples mas que merece ser questionada sobre sua origem.   Quando palavras assim se multiplicam, podem ser o sinal de sentimentos e comportamentos nocivos, que ao ser reverberados em no meio de um povo, podem se tornar uma prática comum e até uma cultura tradicional como aconteceu em outras comunidades humanas que chegaram a ponto de abertamente exterminar as crianças, os velhos, as mulheres, os deficientes, os de uma etnia, religião etc. Sentimentos assim devem ser vencidos dentro de nós pelo amor que excede e ajusta o gostar. 

Em uma leitura recente que fizemos juntos de um blog , vimos que pesquisas afirmam que:

A negligência é um dos tipos abuso mais comum cometidos para com as crianças. 

Nesses casos os pais são os autores principais e muitas vezes não se dão conta do que fazem, e de que abrem portas pra outros tipos de abuso. A principal consequências desse tipo de abuso é o bloqueio do desenvolvimento cerebral cognitivo da criança. Uma criança, no decorrer de sua infância, precisa de pelo menos um relacionamento estável com um adulto que possa dar a ela a devida atenção, carinho  e dedicação para que tenha resposta às suas questões ou alguém que as encaminhe. 

Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. Provérbios 22:6

Interessante nessa passagem bíblica: no caminho e não o caminho. Uma criança, desde o momento que é concebida no ventre materno, mexerá completamente com a vida e as prioridades de todos,  exigirá dedicação integral de uma mãe, de um pai e a atenção prioritária de quem estiver em volta. É exatamente disso  de que fugimos e temos tanta rejeição: de qualquer coisa que retire nosso prazer, preferências e vontades individuais da escala máxima de prioridade de nossa  vida. 

“- Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus… -Então, disse Maria: Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra. E o anjo se ausentou dela.” Lucas 1.26-38

Cuidados com a privacidade

Dica para os que são #casados mas que também serve aos solteiros.

Caso queiramos evitar problemas e tentações desnecessárias, devemos ser vigilantes a respeito do tempo ocioso e com as situações de privacidade, exclusividade e intimidade seja na vida real com caronas, reuniões, atendimentos, visitas, voyeurismo ou na vida virtual nos telefonemas, chats, whatsapp e redes em geral. Sejam cuidadosos na exposição do corpo mas também na exposição da alma. 

O foro íntimo, privativo e exclusivo de comunhão e deve ser reservado, devotado e desenvolvido com seu cônjuge. Abrir suas intimidades, entrar na vida íntima de outra pessoa, gerar ambiência de privacidade pode ser uma armadilha fatal. 

Você ama seu cônjuge mas tem flertado com situações desse tipo, se expondo desnecessariamente e assumindo um risco de colocar seu casamento e família em jogo. Conselho:  Fuja disso! 

Observe também se não tem deixado seu cônjuge sozinho e isolado deixando lacunas e necessidades, isso pode deixá-lo(a) vulnerável aos ataques. “A alma farta despreza o mel…” Ore e estejam juntos, desenvolvam intimidade e confiança no desnudar da alma e do corpo, pois assim crescerão em comunhão e estarão mais protegidos para encarar os desafios do dia-a-dia. 

#ApriscoCasais

  
2 Samuel 11:1-7

O PECADO DE DAVI E A TRISTEZA PELO PECADO
Um ano depois, na época em que os reis tinham o hábito de sair à guerra, Davi enviou Joabe, seus oficiais e todo o Israel com a missão de eliminar de uma vez por todas os amonitas. Eles cercaram Rabá, mas, dessa vez, Davi permaneceu em Jerusalém.

Certo dia, Davi levantou-se do seu descanso da tarde e foi passear no terraço do palácio. De onde estava, ele viu uma mulher tomando banho, e ela era muito bonita. Davi procurou saber quem era. Alguém disse: “É Bate-Seba, filha de Eliã, mulher do hitita Urias”. Davi ordenou que a trouxessem. Quando a mulher chegou, ele se deitou com ela. Isso aconteceu na época da purificação, depois da menstruação dela. Ela voltou para casa e, algum tempo depois, descobriu que estava grávida.

Bate-Seba mandou o seguinte recado a Davi: “Estou grávida”.

6 problemas de comportamento do seu filho que você não deve ignorar

Artigo interessante da Pais&Filhos de  14.09.2015  

SEIS MAUS COMPORTAMENTOS QUE VOCÊ PODE SER TENTADO A IGNORAR – E COMO COLOCAR UM FIM NELES

1 – Interromper quando você está falando

Por que você não deveria ignorar: Seu filho pode estar incrivelmente empolgado para te contar algo ou fazer uma pergunta, mas permitir que ele entre na sua conversa não o ensina a ser atencioso com as pessoas e se ocupar quando você está ocupada. “Como resultado, ele vai pensar que sempre tem direito a ter a atenção dos outros e não será capaz de lidar com frustrações”, diz o psicólogo Jerry Wyckoff, coautor do livro “Mudando seu Filho do Não para o Sim”, em tradução livre.

Como mudar isso: Da próxima vez em que você estiver prestes a fazer uma ligação ou receber uma visita, conte ao seu filho que ele não deve te interromper. Coloque a criança para fazer uma atividade interessante e a deixe brincar com algum brinquedo que ela goste. Explique que ela não vai conseguir nada do que está pedindo enquanto estiver te interrompendo.
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2- Ser agressivo nas brincadeiras

Por que você não deve ignorar: Você sabe que você tem que entrar em ação quando o seu filho bate em alguém no meio da brincadeira, mas você não deve desconsiderar atos agressivos mais sutis, como empurrar o irmão ou beliscar um amigo. Se você não intervir, comportamentos ásperos podem se tornar um hábito. Além disso, a mensagem que fica é que ferir pessoas é aceitável.

Como mudar isso: Confronte o comportamento agressivo na hora e no local. “Isso machuca. Como você se sentiria se fizessem o mesmo com você?”. Diga a ele que qualquer ação que possa ferir outra pessoa não é permitida. Antes do próximo encontro com os amigos, lembre-o de que ele não deve ser agressivo e ajude-o sobre o que ele deve fazer quando ficar irritado.

3-  Fingir que não está ouvindo

Por que você não deve ignorar: Pedir que seu filho faça algo que ele não quer fazer duas, três ou mesmo quatro vezes, como entrar no carro ou recolher os brinquedos, passa a mensagem de que está tudo bem se ele ignorar você. “Lembrar seu filho várias vezes apenas o treina a esperar pelo próximo aviso em vez de prestar atenção logo na primeira vez”, afirma o psicólogo Kevin Leman, autor de “Mãe de primeira viagem: começando com o pé direito – do nascimento à primeira série”, em tradução livre.

Como mudar isso: Em vez de falar com seu filho do outro lado da sala, vá até ele e diga o que ele precisa fazer. Fale quando ele estiver olhando para você e espere até que ele responda. Pegar na mão dele, chamá-lo pelo nome e deligar a TV também ajudam a conseguir a atenção. Se ele te ignorar mesmo assim, imponha uma consequência que você consiga cumprir.
 Nossa foto no sexto aniversário de Ruth, em Newton, Massachussets USA

4 – Ser independente demais

Por que você não deveria ignorar: Certamente é conveniente quando seu filho pega o próprio lanche ou coloca um DVD para assistir, mas deixar que ele tenha controle das atividades que deveriam ser reguladas por você não ajuda ele a entender que precisa seguir regras. Imagina quando chegar o ponto em que ele vai visitar um amigo sem pedir sua permissão e sem avisar onde está.  

Como mudar isso: Estabeleça um pequeno número de regras da casa e fale sobre elas com frequência. Quando ele fizer algo sem sua permissão, peça e ele para fazer novamente, desta vez perguntando a você.

5- Fazer uma birrinha

Por que você não deveria ignorar: Você pode pensar que seu filho não vai revirar os olhos ou usar um tom arrogante até que seja um pré-adolescente, mas o comportamento audacioso muitas vezes começa quando ele imita as crianças mais velhas para testar a reação dos pais. Algumas pessoas ignoram porque pensam que é apenas uma fase, mas se você não lidar com isso desde cedo, pode ser que mais tarde ele tenha problema de relacionamento com você, com professores e com amigos.

Como mudar isso: Deixe seu filho consciente do próprio comportamento. Diga-lhe, por exemplo: “Quando você revira os olhos, parece que você não gosta do que eu estou dizendo”. A idéia não é fazer com que seu filho se senta mal, mas para mostrar como ele está agindo. Se o comportamento persistir, você pode se recusar a interagir: “Meus ouvidos não ouvem você quando você fala assim comigo. Quando você estiver pronto para falar gentilmente, eu vou ouvir”.

6- Aumentar a verdade

Por que você não deveria ignorar: Pode não parecer grande coisa se seu filho disser que arrumou a cama quando ele mal saiu das cobertas, ou contar a um amigo que já foi a Disney quando nunca entrou em um avião. Mas é importante confrontar qualquer tipo de atitude que não seja honesta. Mentir pode se tornar uma atitude automática se a criança aprende que é um jeito fácil de parecer mais legal, evitar fazer algo que não quer fazer ou evitar problemas por alguma coisa que já fez.

Como mudar isso: Quando ele começar a contar mentirinhas, sente com ele e ajude a definir a história certa. Diga “seria muito divertido irmos a Disney, e talvez possamos ir um dia, mas você não deveria contar a alguém que foi se ainda não foi”. Explique a ele que se ele não disser sempre a verdade, as pessoas não acreditarão mais no que ele diz. Procure descobrir qual é a motivação para ele mentir e se certifique de que ele não alcance este objetivo. Por exemplo, se ele disser que escovou os dentes sem ter escovado, faça com que ele volte e realmente escove.

Meditando nas Escrituras em Grupo

  

3 Passos Para meditar nas Escrituras em grupo

Em pequenos grupos ou como chamamos no Aprisco, Grupos de Conexão (GC’S), podemos incentivar uns aos outros em uma série de estudos espiritual na Bíblia, a confissão, a oração, a comunhão e assim por diante. Mas como podemos em nossos GC’s ou até na vida particular, aprender como meditar na Palavra de Deus?

A leitura devocional das Escrituras, ou meditação bíblica, muitas vezes tem sido descrita como um meio caminho entre a leitura e a oração: as nossas mentes estão engajados na Palavra de Deus, mas nossas palavras vêm diretamente do nosso coração e são expressos ao nosso Pai em oração. Temos sempre repetido também o conceit de meditação como encontrar o meio ou o centro da vontade de Deus e então nós aplicar a que nossa mente e coração se ajustem e se euilibrem nisso. 
Durante séculos a meditação bíblica tem sido praticada tanto individual como comunitariamente e podemos restaurar esta prática em nossos dias de hoje. Os pais da igreja falaram de “descer com a mente para o coração”, uma frase útil para descrever a meditação bíblica. Meditação envolve a mente, orientando-o na Palavra de Deus. No meio de um milhar de preocupações e pensamentos, ele direciona nossas mentes a quietude na Palavra de Deus na sua presença. Como uma força centrípeta, meditação sobre a Escritura lentamente nos puxa para dentro, em direção ao centro da comunhão com Deus.
O melhor lugar para começar a meditação na Escritura seja individualmente ou em um grupo é com o Livro dos Salmos. É importante lembrar que os salmos foram escritos para uso congregacional; eles foram escritos para serem lidos em voz alta, cantada em voz alta, e orou em voz alta com os outros. Como *Eugene Peterson anotou uma vez, assim como um fazendeiro utiliza ferramentas para cultivar a terra e produzir culturas, que possamos usar as nossas orações para agitar os nossos corações e tornar-nos mais semelhantes a Cristo. Se nossas orações são ferramentas, em outras palavras, os Salmos são a nossa caixa de ferramentas. Deus nos deu 150, canções e orações apaixonadas ricos para a nossa vida devocional. Ao contrário de qualquer outro gênero das Escrituras, os salmos nos permitirá nos expressar, compreender os nossos corações, encontrar perspectiva para as nossas circunstâncias, e orar a Palavra de Deus de volta para ele.

Em nossa oração em grupo, podemos orar os salmos ao nosso Pai em uma poderosa forma-juntos, podemos descer com as nossas mentes em nossos corações.

Aqui estão três recomendações para tirar o máximo proveito destas orações.

Primeira Leitura: conteúdo e significado

Reúna seu grupo e introduza o tema da meditação bíblica. Antes de iniciar o seu tempo de leitura e oração, pedindo ao Senhor que abençoe o seu tempo de reflexão.

Nesta primeira leitura, leia o salmo em voz alta. Desde que foi escrito para ser lido (ou cantado) em voz alta, há provavelmente um ritmo natural e fluir para ele. A primeira vez através de, começar uma sensação para o conteúdo do salmo, e fazer uma pausa por um momento sempre que você ver a palavra Selah. 

Após a primeira leitura, levar cerca de cinco minutos para fazer perguntas básicas sobre o conteúdo eo significado do salmo:

  1.  O que era contexto original do salmo? 
  2. Foi o salmista escreve principalmente uma oração privada ou uma música congregacional? 
  3. Como você colocar a mensagem do salmo em suas próprias palavras?

Segunda Leitura: Aplicação e Meditação

Lembrar um outro que o objetivo da leitura devocional é aumentar a comunhão com Deus, e não apenas a compreensão do salmo. Com uma compreensão básica de conteúdo e significado do salmo, agora ler o salmo em voz alta novamente, desta vez mais lentamente e com pausas mais longas. Se estiver em grupo, enquanto uma pessoa lê o salmo, o resto do grupo pode acompanhar em suas Bíblias ou simplesmente fechar os olhos e ouvir. O objetivo é absorver pessoalmente a oração do salmista, tanto quanto possível. Quando você chegar a um Selah, fazer uma pausa por alguns momentos e refletir em silêncio sobre a estrofe anterior.

Após esta segunda leitura, levar de 20 a 30 minutos para discutir os movimentos do salmo de uma forma mais pessoal perguntado: 

  1. Como você reage com gritos do salmista de ajuda? 
  2. Onde você se vê de forma semelhante em necessidade de Deus? 
  3. Que aspectos da sua vida está dirigindo você a procurar prazer no Pai?

Oração final: descendo para o coração
Após o seu tempo de discussão e reflexão, é hora da oração em conjunto. Um ótimo exercício para a nossa vida de oração é aprender a reformular e depois orar o salmo em voz alta. Se revezam fazendo isso, colocando a parte mais significativa ou aplicáveis ​​do salmo em suas próprias palavras e orando-lo ao nosso Pai. Use a linguagem do salmo e adicionar seus próprios pedidos, louvor e oração para os outros. (Este exercício vai ser um pouco estranho pela primeira vez ou duas, mas não desanime.)

Há de fato uma nova camada de coisas de Deus a serem desfrutadas  nesse padrão histórico de meditação: 

  1. Leitura Lenta 
  2. Meditação das Escrituras 
  3. Discussão ou reflexão em nível de coração e aplicação
  4. Profunda oração pessoal que nos aproxima de Deus e uns aos outros. 

Nosso mundo está em grande necessidade da Palavra, oração e comunhão de Deus, e podemos desfrutar de cada uma na meditação bíblica juntos.
Fonte: TGC – The Gospel Coalition

Adaptado por Alex Cosmo

Com tecnologia WordPress.com.

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