Como ter uma relação duradoura?

O preceito básico para qualquer relação duradoura é o amor. Mas… o que é o amor?

O problema de conceituar e viver o amor com base nos aspectos antropocêntricos, sensuais, sentimentais e românticos e não no amor perfeito de Deus tem gerado uma verdadeira enxurrada desintegradora de relações.

O único amor verdadeiro é o que flui de Deus. Esse amor, que foi revelado por Deus em Cristo, é entrega voluntária e alegre de si mesmo em serviço do outro. Isso só é possível mediante arrependimento, fé nEle e capacitação contínua, que são obras do Espírito Santo em nós.

Somente no Espírito conseguimos permanecer generosos numa relação que não traz a reciprocidade desejada. Ele dá a plenitude que liberta das balanças de troca dos relacionamentos. Só nEle se saca sem haver depositado e se permite ser sacado sem ter recebido depósito. Dar livremente e receber livremente, vida eterna.

João 3:16
Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

De 26 de Abril de 2018 no Facebook

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Dez ideias para aproveitar o tempo ao máximo com a família

1. Declare guerra a televisão e a internet

Pesquisas atuais mostram que uma pessoa comum passa cinco horas por dia na frente da televisão ou de outro meio eletrônico. Isso equivale a 24 horas sem parar durante 2 meses seguidos todos os anos e esse tempo costuma ser desperdiçado e não é interativo. Pense em tirar a pilha de seu controle remoto. Essa decisão pode transformar famílias inteiras.

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2. Sequestre seus filhos.

Apareça sem avisar e leve-os para almoçar em algum lugar. Fale com seu chefe e saia para almoçar com eles duas vezes por ano. Um dia de pesca com o pai ou de compras com a mãe enquanto todos ainda esna escola é excelente para os filhos. Não gostaria que seus pais tivessem feito algo assim por você?

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3. Faça as malas e abandone a cidade.

As familias que acampam juntas, ainda que seja urna vez por ano, costumam criar laços profundos. Isso os obriga a trabalharem juntos para resolver problemas e gera histórias divertidissimas que prometem risos duradouros. Compre uma barraca (tenda) e dirijarn-se a urn camping clube. Aprender como armar a barraca é metade da diversão.

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4. Estabeleça hábitos radicais de interação.

Leia Deuteronômio 6:7 e observe as quatro atividades que estão na rotina de todos. Capture essas oportunidades de conversa todos os dias com os seus filhos. Abraços pela manhã, risos no café da manhã, atualizações no carro, histórias antes de dormir e orações ao colocá-los na cama todas essas coisas totalizam muitos anos de momentos sem repreensões.

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5. Tenha encontros com seus filhos.

A comida, com certeza, é uma maneira para levar o companheirismo para o proximo nivel. Então, leve seus filhos para tomar café da manha, almoçar ou jantar fora de casa. Além disso, estabeleça como prioridade familiar que todos parem o que estão fazendo a noite e jantem juntos. Usem esse tempo para servir um ao outro, fazer perguntas, compartilhar histórias e saber o que todos estão fazendo.

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6. Convide seus ajudantes para seguirem seus passos.

Inclua seus filhos em tudo o que fizer. Deixe que as tarefas do lar ou os compromissos fora de casa incluam os pequenos ajudantes que podem ganhar doces ou sorvete no caminho de casa. Não ha necessidade de deixa-los para tras.

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7. Não trabalhe aos domingos.

Deus ordena que as familias tirem um dia de folga para adorar e descansar todas as semanas. Deixe que o domingo seja um dia de férias de seu trabalho e rotina normais. Que nesse dia especial, a igreja, um cochilo a tarde e algum tempo concentrado em familia recarregue o seu lar para a semana.

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8. Inicie devocionais familiares.

Desligar os aparelhos eletrônicos algumas noite na semana e levar todos ao sofá para meia hora de conversa enriquecedora, oração e leitura da Palavra é uma maneira simples de guiar sua familia espiritualmente e convidar Deus para a interação entre vocês. Não precisa de preparação. Simplesmente orem, leiam um capitulo da Bíblia e desfrutem da conversa.

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9. Coloque o seu cartão de credito no congelador.

Os pais que lutam com dívida de cartão de crédito, muitas vezes, terminam sacrificando o tempo com suas famílias para trabalhar as horas necessárias para cumprir os pagamentos. Se você não pode financiar algo sem se endividar, pergunte-se se vale a pena de verdade pagar o preço. Faça todo o esforco para viver com menos. Você esta protegendo seus filhos por esperar e pagar com dinheiro.

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10. Pare de impressionar seus amigos.

As pessoas, geralmente, desperdiçam grandes quantidades de tempo em esforço para impressionar os outros. As crianças não precisam tocar quatro instrumentos e jogar seis esportes para que possa se vangloriar com eles. Escolha urna ou duas áreas de interesse e divida-as durante a semana, para que não terminem consumindo seus filhos. Para que serve ganhar prêmios no trabalho se fracassa no seu lar? Esteja disposto a deixar que outro receba o troféu de plástico esse ano, para que você possa voltar para casa mais cedo.

Fonte: @filhosdesafioseministerio

O que filhas precisam de seus pais?

por Dr James Dobson

Há um lugar na alma feminina reservado para o papai, ou uma figura de papai, que sempre anseia por afirmação. Nem toda garota ou mulher é a mesma, é claro, mas quase toda garota deseja um vínculo íntimo com esse homem mais importante de sua vida. Ela vai adorá-lo se ele a ama e protege e se ela encontrar segurança e calor em seus braços. Ela se sentirá assim por toda a vida, a menos que ele a decepcione ou até que uma delas morra. Ela tenderá a ver todos os homens através das lentes desse relacionamento. Se ele a rejeitar e a ignorar, ou pior, se ele a abusa e a abandona, o anseio dentro dela torna-se mais intenso, embora muitas vezes seja manchada de ressentimento e raiva.

Deixe-me esclarecer outra coisa, embora alguns de vocês não gostem do que estou prestes a escrever: as mães não podem preencher esse espaço vazio em particular. Elas podem e devem satisfazer necessidades similares de amor e adoração, e de fato ocupam seu próprio espaço no coração de uma filha. Uma menina sem o amor de uma mãe é, de fato, um triste espetáculo, e eu não minimizaria o papel materno em nenhuma consideração. Mas as mães não podem ser pais e os pais não podem ser mães. É por isso que a atual defesa em nome do casamento de pessoas do mesmo sexo e da adoção homossexual contradiz o que é melhor para as crianças.

Algumas garotas se esforçam para conseguir um relacionamento próximo com seus pais. Lembro-me de um motorista que me contou sobre fazer o Uber de um adolescente para a casa de sua namorada de treze anos. Quando eles chegaram, uma linda pequena adolescente saiu de casa vestida como uma prostituta. Ela estava usando meias arrastão e um vestido transparente que revelava quase tudo, inclusive calcinha e sutiã. Seu pai estava em pé no jardim da frente quando ela passou por ele. Ele olhou para cima e disse: “curta bastante.”

Depois que a garota entrou no carro, ela explicou em lágrimas que estava usando o vestido sexy porque queria ver se seu pai se importava o suficiente para impedi-la. Ele não fez isso. Foi apenas um teste de seu amor e preocupação. Ele falhou. Quando chegaram ao seu destino, ela entrou no banheiro feminino e trocou de roupa.

Deixe-me elaborar sobre uma questão fundamental: por que as meninas e as mulheres têm necessidades tão intensas de afirmação de seus pais, e por que a mágoa causada pelo abandono ou rejeição muitas vezes reverberam por toda a vida? Como você deve se lembrar, a principal razão para essa dor interior é que o senso de autovalor e confiança de uma filha está diretamente ligado ao relacionamento dela com o pai. O que ele pensa sobre ela e como ele expressa sua afeição é uma fonte central de seu valor percebido como ser humano. Também afeta sua feminilidade e ensina como se relacionar com meninos e homens. Dado esse papel vital no desenvolvimento das meninas, é uma tragédia que 34% desses preciosos bebês nascem em lares sem um pai presente. Eles são privados de apoio paterno e influência desde o momento do nascimento!

Conselheiro e autor H. Norman Wright aborda esta questão do senso de identidade de uma mulher em seu excelente livro Always Daddy’s Girl. Contém a seguinte observação convincente, escrita diretamente para o leitor feminino:

“Seu relacionamento com seu pai foi sua interação inicial crítica com o gênero masculino. Ele foi o primeiro homem cuja atenção você queria ganhar. Ele foi o primeiro homem com quem você flertou, o primeiro homem a acariciá-lo e beijá-lo, o primeiro homem a te valorizar como uma garota muito especial entre todas as outras garotas. Todas essas experiências com seu pai foram vitais para nutrir o elemento que o torna diferente dele e de todos os outros homens: sua feminilidade. A atenção fulminante de um pai para sua filha a prepara para seu papel exclusivamente feminino como namorada, noiva e esposa.

Se havia algo faltando em seu relacionamento com seu pai quando você era criança, o desenvolvimento de sua feminilidade foi o que mais sofreu. Por quê? Como uma menina, você por natureza expressou todos os traços de brotamento do gênero feminino. Se seu pai estava emocional ou fisicamente ausente, ou foi duro, rejeitando ou irritado com você, você automaticamente e subconscientemente anexou sua desaprovação à sua feminilidade. Você não tinha a capacidade intelectual de entender sua rejeição, nem tinha a estrutura defensiva interna para se isolar contra ela. Você simplesmente e ingenuamente argumentou: “Eu quero que o papai goste de mim; papai não gosta de mim do jeito que eu sou; eu vou mudar o jeito que eu sou, então papai vai gostar de mim.”

Quando um pai não valoriza ou responde à feminilidade de sua filha, ela é prejudicada em seu desenvolvimento. Quando uma filha tem pouca experiência em curtir o pai quando criança, ela está incompleta. Ela é deixada para descobrir sua feminilidade por si mesma, muitas vezes com resultados trágicos em seus relacionamentos com os homens.”

A análise perspicaz de Wright explica por que algumas mulheres jovens são tão emotivas sobre a rejeição que sentiram de seus pais. Ela nos diz por que a observação negativa mais casual feita por um pai anos atrás ainda ecoa no coração de sua filha. Também deveria dizer algo profundo aos pais de hoje sobre suas próprias garotinhas vulneráveis.

Por favor, entenda que não é meu propósito intimidar os homens ou depreciar seus esforços para atender às necessidades de seus filhos. A maioria deles está profundamente comprometida com suas famílias e quer ser bons pais. No entanto, o ritmo de vida e as pressões do trabalho tornam difícil lembrar o que realmente importa no grande esquema das coisas. O ex-Beatle John Lennon escreveu esta letra em uma de suas últimas canções: “A vida é o que acontece com você enquanto você está ocupado fazendo outros planos”. Quão pouco ele sabia. Lennon teve apenas alguns dias para viver.

Do livro do Dr. Dobson, Bringing Up Girls publicado originalmente aqui.

Sete resoluções para andar no amor em 2019

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.

1 Coríntios 13:4-6

Deus quer que andemos em amor. Amor a Ele sobre todas as coisas e amor ao nosso próximo como a nós mesmos. Entretanto, Satanás procura destruir o nosso amor uns pelos outros, e ele rotineiramente procura fazer isso corrompendo a nossa confiança uns nos outros, então devemos redobrar a nossa determinação de proteger vigilantemente o nosso amor, guardando a nossa confiança. Aqui estão as sete resoluções:

1. Resolva se lembrar que o mundo jaz no maligno. Porque estamos viajando através de um reino traiçoeiro sob o poder do maligno (1 João 5:19), devemos ter uma saudável suspeita de nossas percepções. Nosso pecado interior, perspectivas limitadas e experiências passadas nos tornam vulneráveis ao engano, facilmente interpretando mal os motivos ou intenções dos outros.

2. Resolva olhar para o melhor nos outros. Às vezes o pior acontece mas, muito mais frequentemente, pensamos pior dos outros do que deveríamos, inflando uma ofensa através da especulação. Antes, devemos assumir os melhores motivos em outros até que se prove o contrário.

3. Resolva buscar reconciliação rapidamente. Jesus nos diz para irmos rapidamente a alguém que foi ofendido por nós e nos reconciliar com ele (Mateus 5: 23–24). A maioria dos problemas que desgastam a confiança entre os cristãos seria resolvida se ambas as partes humildemente conversassem o mais rápido possível após uma ofensa. Esse hábito nos salvará horas de ressentimento infrutífero em raiva especulativa e pecaminosa.

4. Resolva não fofocar. Ofensas e ressentimentos são contagiosos (Provérbios 26:20). Não passe fofoca para os outros dificultando a reconstrução da confiança.

5. Resolva perdoar ofensas. Quando uma ofensa realmente ocorreu, a Bíblia é muito clara: devemos suportar um ao outro e perdoar uns aos outros como o Senhor nos perdoou (Colossenses 3:13). Nós vivemos o evangelho quando deixamos o amor cobrir uma multidão de pecados (1 Pedro 4: 8).

6. Resolva matar a erva do ressentimento (Efésios 4:31). Se permitirmos que o ressentimento cresça, ele sufocará o amor até a morte. Quando reconhecemos que ela criou raízes, devemos matá-la através da confissão e fazer tudo o que pudermos para buscar a paz da reconciliação (Romanos 12:18).

7. Resolva lembrar o evangelho. A cruz de Jesus nos lembra de quanto a graça nos foi mostrada, resolve todos os relatos de justiça e nos libera para servir nossos inimigos em amor (Romanos 12: 19-20). Se o grande rei perdoou nossa dívida de 10.000 talentos, podemos perdoar ao nosso companheiro de trabalho uma dívida de 100 denários (Mateus 18: 23–35).

Deus abençoe.

Fonte: desiringGod.com

Traduzido e adaptado por Alex Cosmo

Eduque seus filhos em casa

Investimento barato na educação de seus filhos:

1. Fale com seus filhos, mesmo quando ainda são bebezinhos. Observe que eles se concentram nos movimentos dos lábios. Este é o momento que descobrem que os sons que fazemos com a boca são intencionais.

2. Leia, leia e leia para eles assim que começarem a entender palavras e expressões mais claramente. Explique palavras ou expressões se possível.

3. Na fase causal, em que querem saber a causa dos fenômenos que os cercam (fase dos porquês), explique. Não deixe estímulos visuais, sonoros ou simbólicos passarem despercebidos. Explique o sentido das coisas. Chamamos isso de “mediação de significado”.

4. Reduza a exposição à mídia, controle rigorosamente o tempo de TV. Tablets e celulares são viciantes, tome cuidado com esse falso conforto da distração eletrônica. O bom é o uso mediado ou acompanhado por um adulto. O tédio é bom, estimula a criatividade e o improviso nas brincadeiras.

5. Introduza noções de proporcionalidade (Qual tem mais? Qual tem menos?), comportamento somatório e comparativo (brinque de agrupar objetos por cores, formas, textura etc).

6. Quebra-cabeças são ótimos para trabalhar capacidade analítica (identificar ou compreender o ‘todo’ pelas ‘partes’), além de estimular a atenção focada, e evitar o desfoque típico de uma cultura carregada de estímulos difusos.

7. Para o desenvolvimento moral e comportamental, mantenha-se firme na arte do “não”. Não tenha dó, seja firme. A frustração e o choro decorrente dele é fundamental para o desenvolvimento moral e afetivo. Privar crianças do desconforto e de certa frustração é criar seres com baixa resistência em idade adulta.

8. Crie um ambiente educacionalmente estimulante. Espalhe livros pela casa. Cultive boa apreciação estética, escute boa música: vá de música clássica, jazz, blues, rock, samba de raiz e bossa. Não se preocupe com a música pop, ele a conhecerá na escola e nos ambientes fora de casa. Mas, se você não oferecer boa música em casa, lá fora ninguém oferecerá.

9. Quanto mais estudo sobre homeschooling, mais me convenço de que a prática, se bem feita, tem impactos educacionais incríveis. Mesmo que seu filho esteja matriculado em alguma escola, alguns dos princípios da educação doméstica podem ser ótimos complementos à educação escolar.

10. Se você sabe alguma língua estrangeira, fale com seu filho também nesta língua. Ensine algumas palavras. Mostre no mapa onde aquele idioma é falado. Faça isso de maneira natural, espontânea e divertida. Eles curtem!

11. Use o GoogleMaps para ensinar geografia, noções de orientação espacial, dimensionalidade geográfica, a diferença entre rua, bairro, cidade, estado, região, continente etc. Comece localizando lugares familiares (nossa casa, a casa da vovó, a escola etc.)

12. Se você seguir alguns desses princípios. Você não terá que se preocupar em pagar uma escola tão cara. Mesmo que seu filho esteja em uma escola pública, ele terá um aproveitamento cognitivo excelente. Sem mencionar, que dependendo do desempenho dele, há amplas chances de ganhar bolsas, muitas escolas privadas fazem isso.

Fonte: Igor Miguel

Você está criando um filho materialista?

Até boa parte dos anos 60, os pais eram os únicos provedores. Às mães cabiam cuidar da casa e educar os filhos. As mulheres que se casaram e tiveram filhos após a revolução sexual, ocorrida em 68, passaram a dividir com os maridos a responsabilidade pelo sustento e a criação dos filhos.

Se pais e mães trabalham fora, como ficam os filhos?

As instituições educacionais para crianças de 0 a 6 anos surgiram no Brasil em 1870. Elas seguiam os padrões europeus. Crianças de 0 a 2 anos ficavam nas creches ou asilos da primeira infância. As escolas primárias ou salas de asilo para a segunda infância eram destinadas às crianças de 3 a 6 anos. Anos mais tarde, as escolas primárias ganharam outro nome, escolas maternais.

As creches foram instituídas como medida para evitar o abandono de crianças pobres. Nas escolas maternais, meninas eram educadas para serem mães ou professoras. A boneca era um brinquedo educativo, pois, com ela as meninas podiam “treinar” os cuidados com uma criança.

Felizmente o papel das creches e pré-escolas mudou. Com brincadeiras lúdicas, as crianças aprendem noções de matemática, português e a importância de viver em grupos.

Instituições educacionais infantis funcionam em período integral, das 7 da manhã às 7 da noite. Meninos e meninas que ficam o dia todo na escola, têm mais contato com professores, demais funcionários e colegas. Os pais passam a ser estranhos. As conversas limitam-se ao “bom dia”, “tchau”, “oi”, “vamos para casa”. Não há quem não sinta culpa por ter pouco tempo com os filhos. Porém, casa, comida, saúde, água, luz, telefone custam caro. É um círculo vicioso, os pais trabalham para dar um bom padrão de vida aos filhos, mas, não acompanham a rotina deles.

Esta culpa dá origem a um comportamento perigoso. Para suprir a ausência, os pais dão presentes aos filhos. Tais recursos também são usados no intuito de reforçar o amor e demonstrar apreço. Funciona assim, a criança tira boas notas? Tem bom comportamento? Cria confusões? Está triste porque o colega de escola não convidou para a festa? Não importa qual o motivo, os pais investem em brinquedos coloridos e tecnológicos no intuito de recompensar ou punir. Mal sabem que as cores e os sons, além de não preencherem lacunas, fazem estragos ainda maiores.

O materialismo, percepção que leva o indivíduo a sentir prazer no consumo e acúmulo de objetos, começa na infância. Ao perceber que seu bom desempenho escolar, comportamento exemplar e tristeza são compensados com presentes, a criança associa conforto e prazer aos bens materiais. A dedicação e o bom comportamento viram oportunidades para obter vantagens. A tristeza também ganha outro significado. Ela entende que presentes são excelentes remédios para tristeza.

Pais gastam fortunas para agradar os filhos

Pesquisa conduzida pela Green’s, marca inglesa de bolos, revela que os britânicos gastam anualmente duas mil libras com presentes para seus filhos. A quantia equivale a R$ 5,6 mil reais.

A discussão sobre o materialismo infantil não é de hoje. A educadora e médica italiana Maria Montessori, já na década de 40 apontava os malefícios deste comportamento influenciado pelos adultos. Montessori afirmava que “a maior recompensa que a criança tem é o próprio êxito”. O assunto rendeu várias pesquisas. As universidades de Missouri e de Illinois, ambas nos Estados Unidos entrevistaram 700 adultos. A pergunta foi “qual tipo de recompensa e punição você recebeu na infância?”, a maioria respondeu que recebiam presentes como recompensas, provas de amor e como castigo.

As crianças materialistas são mais imediatistas, ansiosas e irritadiças. Exigem ser recompensadas imediatamente. Quando isso não acontece ficam à beira de um ataque de nervos. Choram, berram, esperneiam até conseguirem o que desejam. Encher os filhos de presentes é duplamente perigoso. Além de associar bens materiais e bem-estar, crianças aprendem que vale tudo para conquistar seus direitos, até mesmo chantagens emocionais.

Criança não pode receber presentes ou serem punidas?

É importante salientar que não é errado presentear as crianças. Dar um brinquedo no aniversário, Dia das Crianças ou Natal é permitido. A punição é válida para ensinar quais são as condutas corretas. Neste caso, a melhor coisa é fazer os pequenos se colocarem no lugar de quem foi prejudicado pela má ação. Este exercício desperta empatia, sentimento que diferencia altruístas e egoístas.

Segundo Gabriela Yamaguchi, membro do Instituto Akatu, ONG que estimula o consumo consciente, o caminho é ensinar a valorizar o que se tem. Yamaguchi frisa que a melhor forma de recompensar o bom comportamento é com afeto. Abraços, palavras carinhosas devem ser os estímulos para as crianças continuarem a ter bom comportamento e dedicação aos estudos.

Mesada: estímulo ao materialismo?

Antes de pensar em dar mesada, os pais precisam conversar com seus filhos sobre dinheiro. Celina Macedo, doutora em Linguística e pós-doutorada em Psicologia Cognitiva pela Université Libre de Bruxelas, explica que a família deve transmitir os primeiros conhecimentos sobre finanças. As crianças precisam ver o esforço que os pais fazem para manter a casa em ordem. Isso dispara a percepção de que dinheiro não nasce em árvores. Elas também aprenderão que o dinheiro precisa ser bem administrado para render.

A melhor maneira para introduzir o assunto é falar sobre as despesas mensais. Explique que se conseguirem economizar sobra dinheiro para ir ao cinema, comprar uma televisão mais moderna e viajar. O segredo é mostrar que poupar traz benefícios para a família toda.

A mesada deve fazer parte da educação financeira.

A melhor idade para começar é a partir dos 7 anos. Explique ao seu filho que você recebe um salário e que ele precisa durar o mês inteiro. A criança precisa entender que a mesada é para custear despesas durante 30 dias. Só para reforçar, não use a mesada para recompensar bom rendimento escolar.

– Dicas sobre educação financeira infantil

Existem dois comportamentos atrelados à infância marcada por dificuldades financeiras. Gastar descontroladamente para compensar as privações ou não gastar nada no intuito de não passar por novas dificuldades financeiras.

Pensando nisso, os jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi escreveram o livro “Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância a velhice”. Os autores colheram depoimentos vitoriosos e fracassados sobre a missão. Marília relata que muitos pais, na tentativa de afastar os filhos do materialismo, associam o dinheiro a coisas ruins. De acordo com ela, há quem diga que Deus prefere os pobres.

Para ajudar nesta difícil questão que é a educação financeira infantil, os autores elaboraram algumas dicas:

• Faça a criança ter contato com dinheiro. Explique que as cédulas e moedas precisam ser bem conservadas, pois, a reposição custa muito caro.

• Mostre que todas as cédulas e moedas têm valor, mesmo uma nota de R$2 ou uma moeda de R$0,05.

• Peça que avós, tios, madrinha e padrinho que deem presentes apenas no aniversário, Dia das Crianças e Natal. Solicite também que não deem dinheiro.

• Convide seu filho a ajudar na elaboração da lista de compras do supermercado.

• Peça que ela vá ao supermercado. Esta atividade é uma oportunidade para explicar o conceito de caro e barato.

• Ensinar que a vida é feita de escolhas. Quando a criança quer dois brinquedos, peça que ela escolha.

• Explique as diferenças entre querer e precisar. Necessidades básicas, comidas, roupas, educação e  saúde pertencem ao grupo precisar. Presentes fora de hora, estão na categoria querer, ou seja, podem esperar.

Cofrinhos

Falamos como é importante mostrar os benefícios da economia. Crianças só aprendem mediante exemplos. Dê quatro cofrinhos ao seu filho. Cada um é voltado para objetivos distintos. Coloque adesivos com as palavras curto, médio, longo prazo e doação. Cinema é objetivo de curto prazo. Brinquedo, médio prazo. Viagem, longo prazo. O cofrinho destinado a doação é para juntar dinheiro e doar às instituições de caridade. Sugira um orfanato e explique que muitas crianças não tiveram a mesma sorte que ele.

Talvez, os pais não gastem uma fortuna para compensar a ausência. Muitas vezes, as pessoas têm filhos sem estarem psicologicamente preparadas. Elas se desesperam quando perdem o controle da situação. Pais que não identificam o choro do bebê veem na chupeta a resposta para os anseios da criança. Quando o filho cresce dão presentes, preferencialmente caros.

Se não pode ficar muito tempo com seu filho, invista na qualidade. Diga a felicidade que sentiu ao saber que ele estava a caminho. Conte sobre a emoção do nascimento. A criança precisa saber que é amada pelos pais. Crie brincadeiras, conte histórias, faça um banquete com os pratos favoritos dela.

Convidar seu filho a fazer uma limpeza no armário também estreita os laços. A atividade fará a criança ver o que ela realmente usa. Incentive a criança a doar roupas, sapatos e brinquedos não são mais utilizados, desde que estejam em bom estado, é claro! Outra ideia legal é fazer um brechó para a criança arrecadar dinheiro e depositar no cofrinho. Quanto mais cedo as crianças aprenderem o significado do “é dando que se recebe”, frase da Oração da Paz atribuída a São Francisco de Assis, mais conscientes elas serão sobre o papel dos bens materiais.

Recapitulando comportamentos que contribuem ao materialismo infantil:

• Dar presentes para recompensar boas notas e bom comportamento.

• Dar presentes como prova de amor.

• Impedir o acesso a bens materiais para castigar.

E, se você não quer criar filhos materialistas, invista em algumas coisas simples:

1 Ficar mais tempo com os filhos.

2 Dar bons exemplos.

3 Presentes apenas em datas comemorativas.

4 Tente substituir vídeo games, tablets e celulares por passeios em parques.

5 Brincadeiras que promovem interação.

6 Controle o que a criança vê na televisão.

7 Cuidado com as mensagens de texto.

8 Dia sem televisão, computador e games.

Limitar a exposição à TV? Controlar mensagens de texto?

Adultos sentem-se infelizes ao ler posts em redes sociais. O efeito das propagandas na TV e na internet nas crianças é o mesmo. Ao ver garotos e garotas propaganda felizes com seus brinquedos, roupas e sapatos de grife, quem não tem acesso a tudo isso fica triste. Outro motivo para não deixar as crianças tão expostas à televisão é incentivar a interação com outras crianças, evitar o consumo de refrigerantes, salgadinhos e a obesidade.

Se o seu filho tem celular e usa aplicativos de texto, cuidado com as mensagens. Colegas podem usar este meio para se vangloriar dos presentes. Quando visualizar mensagens com este teor e notar que a criança está estranha, converse com ela. Você precisa mostrar que bens materiais não são as coisas mais importantes do mundo.

A pesquisadora holandesa Suzanna J. Opree ressalta que “o materialismo infantil diminui a satisfação com a vida na fase adulta”. Os presentes que a criança ganha hoje por tirar boas notas e se comportar bem aumentam o vazio.

Estudo realizado na Austrália para o Queen Elizabeth Medical Centre constatou que crianças materialistas são mais propensas à depressão. A pediatra Helen Street liderou uma pesquisa com 402 crianças australianas, entre 9 e 12 anos. Elas revelaram que bom relacionamento com família e amigos, além de sentir-se bem com elas mesmas são elementos importantes para a felicidade. Entretanto, aproximadamente 12% afirmaram que ter muito dinheiro é fundamental. Street e sua equipe identificaram 16 crianças com sintomas depressivos. As crianças com risco de ter depressão na fase adulta eram 112.

Dinheiro compra joias, roupas e sapatos de grife, carros e imóveis. Caráter, amizade e amor não estão à venda. O que realmente importa é conquistado. Usar bens materiais para preencher um coração vazio é perda de tempo. A princípio, o luxo, a badalação e o poder movimentam a vida, mas, ao colocar a cabeça no travesseiro a solidão retorna.

Falta pouco para o Natal. Infelizmente, a celebração virou sinônimo de consumismo e comilança. Senhores pais, por favor, sigam essa lista:

• Não compre presentes, esteja presente.

• Enviar presentes? Respeito, afeto, carinho, zelo.

• Embrulhar presentes? Não, embrulhe alguém em um abraço.

• Montar árvore de Natal? Sim, mas, monte corações partidos.

• Fazer toneladas de comida? Não, faça um pouco a mais e doe.

• Pode ver as decorações de Natal espalhadas pela cidade. Mas, seja a luz para seu filho

Para resumir tudo isso: amor não se compra!

Fonte: eusemfronteiras.com.br

A tigela de brócolis

#momentoParabólico

Uma garotinha foi convidada para almoçar na casa de uma coleguinha da escola. Chegando lá, entre os pratos tinha uma linda tigela de brócolis. A mãe da colega perguntou:

– Você gosta de brócolis?

Educadamente a garotinha respondeu: “- Sim, amo brócolis!”

Logo em seguida quando a tigela do brócolis passava de mão em mão ela declinou de pegar um pedacinho que fosse. Ao ver isso a mãe da coleguinha disse: – Você não falou que amava brócolis? A garotinha respondeu docemente:

– Sim! Mas não o suficiente para comê-los!

Interessante, não é? Temos facilidade de usar a palavra amor e aplicar ela no abstrato porém, quando trazemos pra realidade não queremos nos aproximar pois sabemos que o amor nos convoca à abnegação.

E aí, você ama sua família? Você ama a Deus?

#JesusSuficiente

#PastoraisAprisco

1 João 3:18

Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.

#OficinadeFamíliaAprisco

Encurtando a distância

Como filhos de Deus aceitamos a palavra de Deus e a sua autoridade sobre nossas vidas. Isso não quer dizer que a velha criatura com seu espírito de rebelde não continue gritando dentro de nós querendo nos puxar ao inferno da rebelião onde o “si mesmo” é o centro.

João 17:17

Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

João 5:39

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.

Tiago 4:6

Antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

Deus resiste ao soberbo e dá graça ao humilde. Ele nos amou, nos criou, sabe o que é melhor pra nós e nos deixou sua palavra e seus mandamentos arraigados no amor. Não são apenas dicas mas sim mandamentos a serem assumidos e obedecidos por seus filhos. Ele não os imporá por força ou violência porém naturalmente, como toda a vida está conectada nEle, existem frutos bons a serem colhidos da obediência à sua vontade e uma colheita ruim para os desobedientes.

1 João 2:3-4

Ora, sabemos que O temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.

João 14:21

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.

Zacarias 4:6

E respondeu-me, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos de anjos.

Eis o conflito eminente!

Os caminhos desse mundo provém inteiramente da vontade carnal e desobediente de homens que, ao se rebelar contra todo e qualquer princípio de autoridade, vivem escravos de seus próprios desejos e vontades. Passo-a-passo vão legitimando a iniquidade e reconstruindo a torre de Babel.

Enquanto isso, o Senhor de toda a terra continua sendo quem é: perfeito em sua glória e caráter, amoroso e paciente para conduzir cada um ao arrependimento e à reconciliação até que o juízo venha e traga à tona o que é justo e reto diante do qual, se não fosse a misericórdia pelo sangue de Jesus, estaríamos todos condenados.

Deus se revela pela ordem das coisas criadas, pelos profetas e suas sagradas escrituras e finalmente em Jesus. Ao observarmos isso, vemos como o Senhor está totalmente contra o modo de que homens lidam de forma dominadora e repressora das mulheres bem como está contra também à iniciativa cultural de negar toda ordem e princípios de autoridade na família , na igreja e na sociedade.

Não é necessário ser um observador muito apurado para ver como esse mundo está de fato indo atrás de algo que considera valioso porém, que se opõe claramente à vontade de Deus expressa nas escrituras e encarnadas em Jesus. A aproximação e devoção pela cultura humana nos distanciará do conhecimento e entendimento da vontade de Deus até o ponto em que cinicamente defendamos nossa vontade como sendo a de Deus, sendo nós mesmos o nosso próprio deus.

Isaías 55:7-9

Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.

Que o Nosso Pai nos ajude, nos purifique e por sua graça encurte a distância entre Seus caminhos e os nossos , entre sus pensamentos e os nossos.

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Se sentir só

Se sentir só não é, em boa parte das vezes , um problema espiritual. Fomos criados por Deus para comunhão e comunidade. Esse é um dos fundamentos sobre o qual Ele criou a família.

Gênesis 2:18

Disse mais o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.

Deus revela que a nossa completude vem não só da relação com Ele mas também com a companhia de pessoas. Verticalidade e horizontalidade!

Muitos estão fazendo um esforço terrível para se completar em Deus ou em outras coisas, enquanto neglicenciam esse fundamento de comunhão humana. Casar, formar uma família e ter filhos (se podes), fazer as pazes com as pessoas e ter amigos (deves), dar-se em favor de outros é vital.

Claro que isso não quer dizer que todo mundo foi feito pra casar. Há exceções! (1 Coríntios 7.7-9). Também não quer dizer que casar e constituir família irá suprir todas as suas necessidades. Precisaremos de amigos, precisaremos de Deus.

Família é sem sombra de dúvida um plano de Deus para suprir a necessidade humana por companhia e uma baita forma de nos aperfeiçoar em amor.

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