O que é a marca da besta? 666

Sempre ficamos em alerta e preocupados com o que seria a marca da besta citada em Apocalipse capítulos 13, 14, 16, 19 e 20. Ultimamente, o Pix e a vacina do COVID-19 foram as últimas suspeitas nesse sentido. Vi uma imagem que pode nos ajudar a discernir sobre isso e decidi compartilhar aqui em nosso blog:

Via Twitter de Abner Pereira

Estrutura básica da Bíblia

Praticamente todo cristão em algum momento resolveu ler a Bíblia inteira. Se acreditamos que a Bíblia é a Palavra de Deus, é natural não querer perder uma palavra dela. Se Deus entregasse uma carta em sua caixa postal, tenho certeza de que você a leria. Mas a Bíblia é uma carta bastante grande, e sua enorme quantidade é um tanto assustadora, mesmo para a pessoa com a melhor das intenções. Portanto, poucos cristãos realmente mantêm uma resolução para ler a Bíblia.

Por que muitos cristãos têm dificuldade para ler a Bíblia inteira?

Ler Gênesis é quase como ler um romance. É principalmente história narrativa e biografia. Ele fala de eventos importantes na vida de pessoas importantes, como Noé, Abraão, Jacó e José. O êxodo é igualmente emocionante, pois conta a história pungente da escravidão de Israel no Egito e de sua libertação sob a liderança de Moisés. O concurso com o faraó é emocionante. Mas quando chegamos a Levítico, tudo muda. É difícil ler sobre as cerimônias, os sacrifícios e os rituais de limpeza porque eles são estranhos para nós hoje. Não temos um roteiro para nos ajudar nessas partes difíceis da Bíblia. Depois de entender a estrutura básica, você estará muito melhor equipado para ler a Bíblia. Aqui está um padrão recomendado para pessoas que nunca leram a Bíblia.

A visão geral do Antigo Testamento:

  • Gênesis – (a história da Criação, a queda e os acordos da aliança de Deus com os patriarcas)
  • Êxodo (a história da libertação e formação de Israel como nação)
  • Josué (a história da conquista militar da Terra Prometida)
  • Juízes (transição de Israel de uma federação tribal para uma monarquia)
  • 1 Samuel (a monarquia emergente de Israel sob Saul e Davi)
  • 2 Samuel (reinado de Davi)
  • 1 Reis (Salomão e o reino dividido)
  • 2 Reis (a queda de Israel)
  • Esdras (os israelitas voltam do exílio)
  • Neemias (a restauração de Jerusalém)
  • Amós e Oséias (exemplos de profetas menores)
  • Jeremias (um exemplo de profeta maior)
  • Eclesiastes (Literatura da Sabedoria)
  • Salmos e Provérbios (poesia hebraica)

A visão geral do Novo Testamento:

  • O Evangelho de Lucas (a vida de Jesus)
  • Atos (a igreja primitiva)
  • Efésios (uma introdução ao ensino de Paulo)
  • 1 Coríntios (vida na igreja)
  • 1 Pedro (uma introdução a Pedro)
  • 1 Timóteo (uma introdução às epístolas pastorais)
  • Hebreus (Cristologia)
  • Romanos (teologia de Paulo)

Ao ler esses livros, o leitor pode ter uma noção básica e compreensão do escopo da Bíblia sem se atolar nas seções mais difíceis. A partir daí, ele ou ela pode preencher as lacunas para completar a leitura de toda a Bíblia.

Fonte: ligonier.org

Você cuida de quem?

O reino de Deus se manifesta em amor. Esse amor se revela em adoração, em justiça, alegria e mutualidade. Não há reino dos céus nem evangelho sem mutualidade. Allélon pé o termo grego que aparece mais de 100 vezes no novo testamento associado à mutualidade ou seja, “uns aos outros”. É assim que o Espírito Santo consola e mantém toda a igreja funcionando como um corpo, servindo ao proposito da revelação do amor de Deus ao mundo. Você tem feito parte disso? Veja alguns versículos que falam dessa mutualidade intrínseca do reino de Deus.

  • João 13:14Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros.
  • Romanos 12:5assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros,
  • I Coríntios 12:25para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.
  • Romanos 12:10Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.
  • Romanos 12:16Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos.
  • Romanos 13:8A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.
  • Romanos 14:13Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão.
  • Romanos 15:7Portanto, acolhei-vos uns aos outros, como também Cristo nos acolheu para a glória de Deus.
  • Romanos 15:14E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros.
  • Romanos 16:16Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo. Todas as igrejas de Cristo vos saúdam.
  • I Coríntios 16:20Todos os irmãos vos saúdam. Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.
  • II Coríntios 13:12Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo. Todos os santos vos saúdam.
  • Gálatas 5:15Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos.
  • Gálatas 5:26Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.
  • Efésios 4:2com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,
  • Efésios 4:32Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.
  • Efésios 5:21sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.
  • Colossenses 3:9Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos
  • Colossenses 3:13Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós;
  • I Tessalonicenses 4:9No tocante ao amor fraternal, não há necessidade de que eu vos escreva, porquanto vós mesmos estais por Deus instruídos que deveis amar-vos uns aos outros;
  • I Tessalonicenses 4:18Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.
  • I Tessalonicenses 5:11Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo.
  • Tito 3:3Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros.
  • Hebreus 10:24Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.
  • Tiago 4:11Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz.
  • Tiago 5:9Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas.
  • Tiago 5:16Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.
  • I Pedro 1:22Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à verdade, tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente,
  • I Pedro 4:10Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.

O Pai Nosso – Parte 6

As tentações 

Mt 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”

Quando falamos de tentação e pecado, as questões que surgem são: Por que Deus nos deu a possibilidade de sermos tentados e de pecar? Onde começa a tentação e o pecado? Como Deus nós ajuda contra as tentações? Responder essas questões será nosso alvo no estudo de hoje sobre as tentações. 

Jesus deu uma importância muito maior que nós as tentações. Geralmente nós achamos que somos fortes e subestimamos a real influência das tentações do pecado sobre nossa vida. O único pedido de Jesus na oração modelo a respeito do futuro, não é sobre o que vai comer ou vestir mas sim esse, relacionado a possibilidade de pecar. Jesus sabia que “o salário do pecado é a morte”. 

A morte que o pecado gera não é inicialmente física como pensavam Adão e Eva mas sim, a separação de Deus, a incapacidade de ação e reação, perda da sensibilidade para a vida. Morto é aquele que apesar de experimentar tudo, em nada se satisfaz, consome tudo mas de nada se completa. A vida perde a graça, e nada é suficientemente prazeroso e satisfatório. O pecado anestesia os sentidos. O pecado rouba a alegria de viver. O pecado mata. Cometemos pecados? Sim, mas não devemos nos render ao pecado. Rendição somente a Cristo. Seja perdoado, levante siga.


Textos relevantes:
Gn 3.1-24, 4.7, Jz 14, Mt 4.1-11, 5.29-30; 1Co 10.13, 2Co 10.12, 1Ts 3.5, Tiago 1.12-15,

Percebeu ?
– e não nós deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal –
A tentação começa no pensamento, na maior parte dos casos. Em nossa mente, construímos os cenários, assumimos, delegamos os papéis e depois dramatizamos,,colocando em ação os pensamentos. Enchemos nossa mente com literatura, cinema e novelas cheias de impureza; brincamos com a dinamite das emoções, como se fosse um brinquedo inocente. Como Sansão (Jz 14), nos colocamos em situações perigosas e nos deleitamos nelas. Andamos em más companhias. No trabalho, na escola, na prática esportiva ou nos momentos de diversão, às vezes, ouvimos uma tentadora voz dizer: “Me empresta teu corpo e tua alma”!. 

A expressão “não nos deixe cair em tentação” não é uma permissão para entrar no terreno da tentação e ali ficar isento mas sim, um pedido pra não entrar naquele terreno pois é como um ralo que atrai a todos que passam por ele. A tentação envolve:1) Nossa cobiça, desejos, carências e soberba 2) O sistema mundano 3) a influência de espíritos malignos.

A tentação é uma instigação para o mal, a favor do ego e contra o amor. É também uma sedução e se mostra como teste e provação para a vida do Cristão. Falo isso porque se não há temor de Deus também já não há tentação mas apenas de uma escolha pesando fatores puramente pessoais. Deus não tenta ninguém mas ele permite que sejamos tentados e isso é uma espécie de provação.
Para vencermos as tentações o primeiro passo é saber que pela nossa força não temos como conseguir. Somente pela vida de Cristo em nós, no poder do Espírito Santo iremos triunfar e manifestar a glória de Deus diante de um mundo corrompido. Jesus disse: vigiai e orai para que não entreis em tentação. Vigilancia é ficar atento e desviar-se do mal. Oração é a vida de conexão com o Pai na qual nos fortalecemos em espírito já que a carne é fraca.

Para vencermos, precisamos crer na Palavra e em seu galardão pois a tentação é transformar pedras em pães para satisfazer nossa alma em desatino faminto, indo de encontro à mansidão e domínio próprio que o “pão nosso de cada dia” representa para a satisfação de nossas necessidades. Outra coisa importante para vencer as tentações é ficar quieto. A tentação exige ação e movimento debate e interação. Como Sansão e Dalila (Jz 14), quanto mais você conversa com ela mais forte ela fica. Se quer vencer encha sua mente da palavra e do Espírito Santo, louvando, sendo agradecido a Deus. Confesse a palavra em vez de querer argumentar. Quanto mais você se calar e aquietar ela secará.
Provocações e Implicações
1 – Quais são as áreas mais vulneráveis de sua vida, onde você corre maior risco de tentação?
2 – Há quem questione por que Deus nos deu liberdade de escolhas e a abertura de sermos tentados mas, existiria liberdade e amor sem a possibilidade de escolher outro caminho? Ou seriamos apenas marionetes sem vida?

Veja um vídeo sobre esse assunto clicando aqui.

O Pai Nosso – Parte 5

O PERDÃO

“Mt 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”

O perdão é o tema de nosso estudo hoje. Não é por acaso que essa quinta petição é tão destacada na oração do Pai Nosso, merecendo inclusive um desdobramento logo após a oração em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.” Nenhum relacionamento sobrevive sem o perdão e a própria alma do homem adoece quando não perdoa pois é como se estivéssemos prendendo aquela pessoa em uma cela dentro de nós. O perdão é a graciosa chave da continuidade e é através dele que temos a possibilidade de viver relacionamentos livres, por amor somente . Toda essa ênfase de Jesus nesse assunto é pela real dificuldade que temos em perdoar e em pedir perdão. Sempre quando estamos ofendidos pensamos ser impossível ao outro que pague o provocou mas, é justamente daí que vem toda a graça do perdão, perdoar o imperdoável. Em Jesus, o Senhor nosso Deus e Pai nos reconciliou com ele deixando pra nós como filhos dele esse ministério do perdão e da reconciliação.

Textos relevantes: Jr 31.34; Mq 7.18,19; Mt 26.28; 18.21-35; Lc 1.76,77; Hb 8.12; 10.15-17; 1Jo 1.7-10; 2.1,2; Rm 12:19

Percebeu ? 

– perdoa nossas dívidas – Um excelente passo inicial no caminho de perdoar é a consciência de que nós também erramos, erramos feio, e erramos muito. Um coração orgulhoso e cheio de justiça própria sempre se sentirá no direito de não perdoar o outro. No entanto, isso revelará uma profunda distância do caráter do Pai celeste que é perdoador. No texto, os erros são tratados como dívidas pra deixar claro que há um ônus, um preço ou pena a ser paga pela ofensa cometida. E esse preço não é pela tabela de quem ofendeu mas sim de quem foi ofendido. As mesmas falhas que vemos nos outros podem ser encontradas em nós mesmos. Perdoar é liberar, deixar ir alguém que por direito poderíamos reter pela ofensa que nos fez. Perdão é rendição.

– assim como – Não se trata de que o perdão que concedemos nos garanta o direito do perdão divino como numa barganha mas sim, de haver em nós a mesma disposição de perdoar que o Senhor tem por nós. Quando chegamos ao entendimento do quanto o Senhor nos perdoou de dívida, passamos a liberar as dívidas infinitamente menores das ofensas contra nós. Mas se superestimamos as ofensas dos outros é porque não estamos conscientes de nosso estado de pecado. Por isso há uma vinculação do perdão divino, ao nosso perdão ao próximo. Ressalto que não é com relação ao perdão inicial da justificação pelo sangue e cruz de Cristo somente, mas ao perdão diário que permite a continuidade no relacionamento com o Senhor. Perdão é condição. 

– nós temos perdoado aos nossos devedores- Deus perdoa o arrependido e, uma das principais caraterísticas do arrependido é um espírito perdoador. Não há uma opção de não perdoar para os que já foram alcançados pela graça de Deus. É simplesmente um derramar de amor e perdão que não devemos conter nem reter. Perdão é decisão. 

– Existem algumas etapas no processo do perdão a saber:

1) Ore – perdão se constrói em oração e na presença desse Pai maravilhoso e misericordioso;

 2) Confrontação – se alguém pecou contra você, fale diretamente com a pessoa sobre o assunto; 

3) Arrependimento – mudança de mente pela consciência do erro cometido;

4) Confissão – não apenas dizer mas se dispor a cumprir a pena do erro cometido; 

5) Perdão – liberação da dívida impagável.

– Você perdoa ou acumula? Ou ainda diz que perdoa e submete a pessoa a pagar por toda a vida a ofensa que te fez?

– Nesse exato momento há alguém que você precise perdoar? Há alguém que você sabe que ofendeu e precisa pedir perdão? Que tal ser livre ainda hoje? Receba força em nome de Jesus e vá se reconciliar.

Assista aqui uma devocional desse estudo.

O Pai nosso – Parte 4

Série: O Pai Nosso – Parte 4 – O pão NOSSO

“Mateus 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”

No primeiro trecho da oração, vimos nos estudos anteriores como a prioridade de Jesus foram as coisas do alto e a manifestação da glória do Pai pois orou: teu nome, teu reino e tua vontade. Ao buscar em primeiro lugar o reino de Deus compreendemos o quanto somos dependentes de seu amor e graça logo, Jesus na segunda parte da oração, nos instrui a apresentar também todas as nossas necessidades diante do Senhor: o pão, o perdão e o livramento.. Há quem pense que não deve incomodar Deus com essas coisas triviais mas é um erro tanto o extremo de não apresentar nossas demandas ao Senhor, como o de fazer que a oração esteja centrada somente em nossas necessidades. O que temos para hoje? “…o pão NOSSO de cada dia dá-nos hoje;…”

Textos relevantes: Êxodo 16, Juízes 7, Mateus 4.4; 6.19-33; Lucas 11.1-13; João 6.31-35; Romanos 8.18-22

Percebeu ? 

– Em sua oração modelo, Jesus reconhece a importância da batalha pelo sustento e a dependência total do Pai para tudo. Ele sabe das contas que temos a pagar e de como essa é uma preocupação gritante que deve ser logo apresentada ao Pai.

– o pão – Com 6.000 anos de idade, o pão existe desde que a humanidade existe. Simples, básico, acessível e presente diariamente na mesa e na vida de todos os povos. Consideramos indispensável e por mais que comamos parece que nunca enjoamos: que maravilha é o pão. É o ícone do alimento que sacia a fome por completo e da provisão para as necessidades. Na bíblia foi usado por Jesus para referir a si mesmo como “pão do céu” e “pão da vida”. Todos temos fome não só de natureza material. O pão pedido por Jesus nos remete ao alimento físico, emocional, espiritual, à saúde, ao lar, à mesa com a família, a uma estrutura de paz e um bom governo. O pão é o suprimento divino para todas essas necessidades. O pão representa também o compromisso do Pai com a necessidade básica (1Tm 6.7-8) e não os luxos e futilidade da vida. Sejamos felizes com o básico e com o que temos e não infelizes e insatisfeitos pelo que não temos.

– nosso . O Pai não é só meu, é nosso. O pão também não é só meu, é nosso! Jesus apresenta a visão de comunidade, de coletividade pensando não somente em si mas em todos nós. Se entendêssemos que aquilo que Deus nos dá é para dividir com o nosso próximo, com certeza não haveria tanta necessidade sobre a terra. Somos mais felizes quando partilhamos que quando estocamos e acumulamos. Jesus alimentou multidões sem reclamar da pouca quantidade de pão que havia. Ele dava graças, partia o pão, saciava a todos e ainda sobrava para ajudar outros no caminho. (Mt 15.32-38)

– de cada dia dá-nos hoje – É nesse momento que apresentamos as necessidades urgentes e importantes do dia de hoje. Pois o amanhã cuidará de si mesmo e basta a cada dia, seu mal. Êxodo 16 nos dá uma visão detalhada sobre o que Jesus quis dizer com “de cada dia dá-nos hoje”. O maná era enviado cada dia na porção que saciava a cada um dos israelitas. Isso define um relacionamento de dependência diária sem acúmulo ou estoque. As nossas orações e meditação de ontem foram pra ontem. Hoje é um novo dia e Ele nos convida à mesa de novo. Uma outra coisa que aprendemos é que o maná caía diariamente cada um pegava sua porção e tinha de preparar o pão. O fato de Deus nos dar, não quer dizer que não temos de trabalhar, nem tampouco nos isenta da responsabilidade de alimentar os famintos.

Provocações e Implicações

– Você tem fome de quê? 

– Quem te deu o teu pão hoje? Quem colocou a tua mesa? Quem define o que te ocorre? Será que quando murmuramos não estamos agindo como crianças que não gostam do cardápio do dia e indo de encontro a soberania do nosso Pai?

“Por trás do pão está a farinha; da farinha, o moinho; do moinho, o trigo, a chuva, O sol e a vontade do Pai.” M.D.Babcock

O Pai Nosso –  Parte 3

“Mateus 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”

Hoje veremos: “…faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;…”. A vontade é a força do querer, de voluntariamente ir em uma direção definida. A vontade de Deus é soberana, boa, perfeita, agradável, está acima de tudo e prevalece sobre tudo no universo. Nos céus, a vontade direta de Deus sempre se cumpre com absoluta perfeição mas na terra vemos a permissão de Deus para o domínio do homem. A terra quando criada foi cedida aos homens para que, como mordomos, governassem em conformidade com a vontade do criador. Nos homens a vontade está ligada ao livre-arbítrio que foi dado por Deus quando os criou à sua imagem e semelhança mas, com o pecado e a queda, esse livre-arbítrio foi infectado e limitado de forma que impera dentro do coração do homem o desejo por tudo que está distante da boa vontade do Pai. Para cancelar o domínio do pecado, Jesus veio e pelo seu sangue pagou toda a dívida do pecado que havia contra nós(Cl2.14). Da Cruz, liberou uma graça e amor tão abundante que nos constrange(2Co5.14), influenciando a nossa vontade e fazendo-nos desejar novamente a vontade de Deus. Por isso Jesus orou: “faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu” revelando seu entendimento que que a vontade do Pai é melhor que a nossa e é por ela que precisamos viver e morrer.

Textos relevantes: Sl 143.10, Mt 21.28-32, Mc 14.32-36(Is53.10), Rm 6.11-14, Rm 12.

Percebeu ? 

– Somos imperfeitos, cheios de disputas internas e tropeços, mas nossa busca contínua deve ser a de agradar àquele que nos tirou do atoleiro e colocou nossos pés sobre a Rocha. É característica do coração convertido, a inclinação e o desejo de viver a vontade do Pai. Jesus viveu 100% a vontade do Pai e apesar de ser tentado em tudo, não cometeu pecado(Hb4.15). Ele é um perfeito mediador e companheiro, conhecedor das nossas lutas humanas e também do coração do Pai. Toda investida do sistema mundano e o agir do maligno é para fazer com que esqueçamos a vontade de Deus e andemos no pecado. Para fazer a vontade de Deus temos de mortificar a nossa própria vontade por isso, o bom é que ninguém peque mas, se em meio a essa busca pecarmos, temos Jesus que intercede por nós junto ao Pai.

– A vontade universal de Deus para a humanidade está expressa em sua palavra e foi encarnada na vida de Jesus aqui na terra. Muitos erram por não conhecer Jesus e sua palavra. Outros tantos porque conhecendo a verdade desejaram mais a escravidão do pecado que a liberdade do amor de Deus, amaram mais as trevas que a luz. Antes de começar uma grande corrida é bom vermos pra que lado estamos indo.

– Existem assuntos e casos particulares onde a pergunta não quer calar: Qual é a vontade de Deus nesse caso especifico? Onde vou trabalhar, morar ou com quem vou casar? É como se tivéssemos um desejo de saber antecipadamente sobre as coisas e ainda achamos que Deus é uma bola de cristal que basta esfregarmos um pouco e saberemos todo nosso futuro. No texto de Paulo aos romanos (Rm 12.1-2) somos levados a um novo nível de entendimento de que a vontade de Deus nesses casos particulares nem sempre pra ser sabida mas sim, experimentada. Cabe a nós uma entrega total em obediência e o Espirito Santo de Deus, pela sua palavra, nos capacita a viver experimentando dia após dia a vontade (boa, perfeita e agradável) dele em qualquer situação. A cada passo, mais um trecho do caminho é revelado e nova força nos é dada.

Provocações e Implicações

– Todos querem ser felizes mas nem todos estão dispostos a fazer o caminho de obediência à vontade de Deus que traz esse real contentamento. Será que alguém pode conseguir viver a vontade de Deus sem que o próprio Deus o capacite? O que é preciso para ele nos capacitar? 

– Uma hora dizemos: – É de Deus! É da vontade de Deus! Mais na frente, quando as coisas apertam ou dão errado dizemos: – Deve ser porque não era da vontade de Deus. Uma hora era e outra não? Pode isso? Ou seria mais uma crise de fidelidade e falta de real arrependimento?

– No estudo de hoje vemos Jesus orando: Faça-se a tua vontade. Em Mc 14.32-36 vemos Jesus sofrendo as implicações de querer a vontade de Deus acima de tudo. Em Fp 2.5-11 vemos toda a jornada e o prêmio da obediência e sujeição à vontade do Pai. Você tem consciência do custo de seguir a Jesus vivendo a vontade de Deus? Comente no grupo situações em que isso ficou claro para você.   

Alex Cosmo, 06/09/2013

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O Pai Nosso – parte 2


“Mateus 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”

A primeira parte da oração do Pai nosso começa com o foco em Deus: “teu nome, teu reino, tua vontade”. Como vimos no estudo anterior, esse entendimento de ir ao Pai com o coração disposto a viver para Ele e colocar nossas necessidades pessoais em segundo plano é essencial então, no estudo de hoje veremos: “…venha o teu reino;…”. Nosso entendimento sobre reino é muito limitado visto que vivemos num regime de governo democrático que significa: governo do povo. Sendo assim, falar de um reino ou de um rei nos leva mais às imagens dos castelos e das roupas majestosas que de fato o entendimento de como um reino funciona. Deus criou a terra e tudo o que nela há, depois criou o ser humano à sua imagem e semelhança e partilhou com esse homem o domínio sobre toda a criação. A idéia era que esse homem reinasse na terra segundo os princípios de seu Criador mas ao rebelar-se contra Deus, o homem diz que deseja levar o seu reino adiante sem precisar se sujeitar ao soberano Rei e Criador. Isso conduz esse homem à morte e agora com o coração infectado pelo pecado passa a destruir a criação e colocar todo seu desejo de domínio sobre o que não deveria ser dominado: outro homem. Se pelo próprio ser humano esse caos se estabeleceu, outro ser humano deveria dar um basta. Foi então que Jesus veio em carne, em forma humana, para como homem restabelecer o Reino de Deus que terrenamente havia sido usurpado pelo pecado e pela morte. Jesus dizia: é chegado a vós o reino de Deus. Isso significa que Jesus esvaziou-se de sua glória divina, assumiu a forma humana e como homem viveu 100% a vontade de seu Rei e Pai. Em sua vida, morte e ressurreição quebrou o império do pecado e da morte, estabelecendo o Reino de Deus e nos dando a graça real de ter esse mesmo reino dentro de cada um de nós. 

Textos relevantes: Lc 11.14-24, Lc 13.18-21, Lc 22.41-42, Fp 2.5-10, Ap 4.1-11

Percebeu ? 

– “…venha o teu reino…” – Somos pequenos reis e rainhas do reinozinho de nossa vida que nos foi dado por esse Rei maior a quem pertence tudo e diante de quem todos iremos prestar contas um dia. Uma vez que reconhecemos o caos a que chegamos em nosso reinado, precisamos clamar: venha o teu reino! O reino de Deus se estabelece em nós quando entregamos nossas coroas diante do trono dEle em sinal de arrependimento, reconhecendo o preço alto que foi pago na cruz e rendendo-nos ao senhorio de Cristo em nossa vida. A partir disso, o Espírito Santo que é o espírito do Rei Jesus, vem habitar em nós para implantar toda a cultura do Reino de Deus em nossa vida conforme a Palavra de Deus (Constituição do Reino) e através da vida de serviço e comunhão dos santos que é a igreja. Cada vez que oramos “venha o teu reino”, estamos dizendo ao Senhor que percorra todo território e área da nossa vida eliminando os focos insistentes da antiga rebelião e nos conduzindo pelo seu poder a obediência ao Pai dos céus. Uma vez que essa obra de colonização está acontecendo dentro de nós, naturalmente nos tornamos agentes e embaixadores (2Co5.20) desse reino onde estivermos. 

– Triunfando sobre o pecado e a morte, Jesus traz o Reino eterno de Deus à terra e reconcilia o homem com o Pai do céu (Jo14.6). Muitos sabem o que Jesus fez no calvário mas continuam vivendo em orgulho e soberba ignorando a convocação do grande Rei. Ao orar, Jesus apresenta não apenas um desejo de ver o reino de Deus, mas principalmente uma entrega pessoal onde, a começar nele e a partir dele o Reino de Deus viria a terra mesmo que isso lhe custasse a própria vida. Como seguidores de Jesus, devemos como no exemplo dEle dizer: reina sobre mim Senhor e que a partir de mim o teu reino se espalhe e alcance minha família, meu bairro, meus colegas no trabalho, na faculdade e que todos possam descobrir como é maravilhoso viver para ti.

Provocações e Implicações

– Leia Ap 17.14 e discuta no grupo o que você entendeu sobre: “Rei dos reis”

– Temos muita facilidade em enxergar e criticar os erros do governo, do síndico do prédio, do ator da novela, do marido ou esposa, do patrão, das pessoas que andam aprontando em desobediência a Deus mas, quando se trata de enxergar e trabalhar a desobediência e corrupção dentro de nosso próprio coração, emudecemos. Se clamamos pelo Reino e o invocamos dizendo “venha”, o primeiro lugar que ele deve se estabelecer é em nós. 

– O reino é tudo o que está no domínio de um rei. Que áreas em sua vida, o Espirito Santo ainda está colonizando para estabelecer o Reino de Deus? Que dificuldades tem encontrado?      

30/08/2013

Veja a Parte 1 desse estudo

Veja a Parte 3 desse estudo

O Pai Nosso – parte 1

 “Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!” Mateus 6:9-13

Oração é conexão com nosso criador, Deus e Pai. O orar está para a vida espiritual qual o respirar está para a vida física. Jesus andava ligado no Pai 24h por dia, orando no espírito em todo tempo e se afastando das interferências para momentos particulares de busca. Não consigo imaginar Jesus partindo para o seu dia antes de buscar a comunhão e a agenda do Pai pra ele. Os discípulos pediram a Jesus que os ensinasse a orar então Jesus, de maneira simples e clara, quebrando toda a articulação e complicação religiosa que produz os que se acham detentores do acesso, deixa um ensino para os seus discípulos: a oração do Pai Nosso. Muitos de nós certamente sabemos falar essa oração ou aprendemos em forma de reza por nossos pais, avós, ou numa igreja ou centro espírita. O que não sabemos é que Jesus deixou essa oração não para a mera repetição exaustiva, mantra ou uma seqüência encantada de palavras mágicas para mover Deus, mas sim como uma base de conteúdo e caráter riquíssimos para nossa vida de oração. Iremos meditar parte por parte nos próximos estudos. Vejamos hoje: “…Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;…” 

Textos relevantes: Lc 11.2-4, Jo 16.24, Tg 4.1-3

Percebeu ? 

– “…Pai nosso…” Pode parecer simples pra nós mas, começar uma oração chamando Deus de Pai foi certamente uma revelação que mudaria para sempre a maneira de pensar na forma de se aproximar de Deus. Pai, mostra a maneira carinhosa, amorosa e tranquila pela qual a oração deve caminhar, um sentimento de aproximação, intimidade e pertencimento de um filho que se achega para o pai na certeza de seu amor e cuidado. Nada de barganhas, de medo, culpa ou de auto-justificações. Sabemos que nem todos tivemos uma boa referência de pai terreno então carregamos algumas feridas mas, podemos ter a certeza de que nosso Deus é um Pai bom e perfeito que nos ama de forma incondicional e eterna, sem nenhuma das doenças da corrupção do amor. O “nosso”, mostra que não Deus é Pai somente meu. Então quando me achegar a Ele preciso pensar coletivamente não buscando apenas o meu interesse, a minha vontade mas aquilo que é de proveito comum. Não devemos nos achegar a ele e fazer pedidos egoístas, cheios de ódio, luxuria, vaidade e ostentação pois Ele é Pai nosso e nós somos irmãos uns dos outros. “Nosso”, é também um convite a orarmos juntos e uns pelos outros. 

– “…que estás nos céus,…” Ainda que nos aproximemos de forma carinhosa e íntima, não devemos perder o senso de respeito, temos, reverencia e reconhecimento desse Pai que é Deus perfeito em santidade, soberano e habita nos mais elevados céus em glória extrema. Aqui o Jesus homem apresenta o entendimento que esse Pai é espiritual, elevado e está acima de tudo e todos. (Is 66.1)

– “…santificado seja o teu nome…” Dentre as seis petições no decorrer dessa oração, essa é a primeira e não por acaso. Na verdade, todas as demais cinco dependem dessa. Jesus coloca para fora logo de cara o seu mais ardente desejo que é o de viver para a glória de Deus Pai. Já não importa morte ou vida, presente ou futuro, lutas, aflições, perseguição ou traições mas apenas que o Pai santifique o Seu nome através dele. Isso revela que se o nosso desejo mais intenso e real ao se aproximar do Pai não for reverenciar, honrar, valorizar, estimar a glória dEle acima de tudo, perdemos o sentido e a razão e começaremos a fazer uma oração é uma espécie de feitiçaria egoísta pra tentar convencer ao Pai que a nossa razão é mais que a dEle que bem que Ele poderia ser convencido a assinar embaixo de nossos planos egoístas e avessos à glória dEle. Só há vida de verdade, coisas que olhos não viram, ouvidos não ouviram e que jamais se imaginou no coração para os que o amam a ponto de se entregarem tal qual o sacrifício vivo para que a glória dele se manifeste. (1Co 2.9) . As outras petições dessa oração servem a esta primeira. Todo o universo, conspira, declara e se prostra em ato de santificação ao nome do nosso Deus e Pai.  

Provocações e Implicações

– Você já conseguiu romper as cadeias interiores que o amor na declaração “Pai nosso” anseia gerar? 

– O Pai é seu ou nosso? O que isso muda o que na maneira como vemos a Deus? E na maneira como vemos o nosso próximo? Já viram como perdemos tanto tempo debatendo sobre quem é ou não filho desse Pai, como se fossemos um teste de DNA?

– Quando você ora você vai ao Pai na disposição de que o nome dele seja santificado em sua vida? A glória de Deus é o seu alvo maior, ou você ainda está vivendo para glória de si mesmo, agarrando-se à glória deste mundo?

Alex Cosmo, Feira de Santana 25/08/2013

Veja uma live do face sobre isso:

Jesus Suficiente – Estudo no Evangelho Segundo João

Estarei reunindo aqui os vídeos dos lives do facebook que são feitos geralmente às terças-feiras 19h horário da Bahia em um estudo bíblico sobre a Suficiência de Cristo tomando como base o Evangelho de João.

Parte 1 – INTRODUÇÃO (07/02/2017)
#JesusSuficiente
Para ir direto à mensagem adiante para 27´50″

Parte 2 – O VERBO (14/02/2017)
Seguimos em nosso Estudo #JesusSuficiente, explorando o relato do Evangelho segundo João. Na primeira semana falamos introdutoriamente sobre o Livro em si, sobre o autor e qual o foco exposto por ele a respeito da vida e obra de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Hoje começaremos de fato a leitura e estudo propriamente dito com o que se chama de Prólogo Joanino, que é a introdução do evangelho que compreende o capítulo 1 e os versos do 1 ao 34
Dividiremos am algumas partes e a de hoje será: O Verbo
Hoje Leremos e estudaremos João 1.1-4
Se quiser pular o louvor e ir direto à palavra, começa em 30’05” .

Parte 3 – JESUS A LUZ DO MUNDO (21/02/2017)
João 1:5-14 diz: “A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João. Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.”
Obs: Se quiser saltar o louvor e ir direto ao estudo, vá para 27’00”.
#JesusSuficiente

Parte 4 – E O VERBO SE FEZ CARNE (28/02/2017)
João 1:11-15: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.
João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim.”
Obs: Se quiser ir direto para a palavra adiante para 27 minutos.
#JesusSuficiente

Parte 5 – Graça + Verdade = Amor (Pt 1) (07/03/2017)
João 1:14-18 “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim. Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça.
Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.”
Questões abordadas:
– Se o pecado geraria a morte porque Adão e Eva ficaram vivos depois de comer o fruto?
– Porque a Lei de Deus é boa e santa?
– Como um Deus que é Santo se relaciona com pecadores?
– Uma nação para ensinar o caminho pra outras nações.
– o Monte fumegante e a Lei dada por intermédio de Moisés
Para ir direto para a palavra adiante para 24’20”
#JesusSuficiente

João 1:14-18 “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim. Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça.
Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.”
Questões abordadas:
– Verdade sem Graça = religiosidade, intolerância, legalismo, moralismo
– Graça sem verdade = conivência com o pecado, idolatria, graça barata
– Graça + Verdade = amor, cruz, evangelho, Jesus manifesto

JESUS SUFICIENTE

Evangelho de João 1:29
No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

ALELUIA!

Para ir direto para a palavra adiante até 25’30”

Parte 8 – Jesus e seus Seguidores  (04/-4/2017)
Texto Lido : João 1.35-51
Temas abordados:
– João continua apresentando Jesus como cordeiro de Deus (referência Gn.22.13)
– Os discípulos de João começaram a deixá-lo e a seguir a Jesus (ministério completo)
– Jesus foi acessível, gracioso e interessado por eles (Vinde e Vede João 1.39)
– Levar o Evangelho é levar a Boa Nova em palavra, obras e verdade. (v.40-41)
– O Senhor e quem transforma (Simao passa a ser Cefas Pedro v.42)
– Filipe e Natanael
– V. 51 as revelações de Jesus e o impacto sobre nossa vida.

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