Confiar

Hoje por sugestão de um dos professores de Maria, assistimos o filme Confiar na Netflix . Um filme muito importante na exposição do tema da pedofilia e abuso infantil pelos chats, jogos online e redes sociais . Recomendamos aos pais e adolescentes com urgência!


Título: Confiar (Trust)

Elenco: Brandon Molale, Catherine Keener, Clive Owen, Jason Clarke, Jordan Trovillion, Liana Liberato, Nicole Forester, Noah Crawford, Noah Emmerich, Viola Davis.

Sinopse: Uma família passa por problemas depois que a filha de 14 anos conhece seu primeiro namorado pela internet. Annie é uma jovem de 14 anos conhece um garoto em um bate-papo na internet, e logo se apaixona por ele. O problema é que, na verdade, o garoto é um homem muito mais velho, que a atrai para um encontro e esse encontro muda para sempre a família.
Veja o Trailer 

Confira “Confiar” na Netflix

Crianças, já para fora!

Consideramos esse material apesar de compacto, bastante relevante para os pais no que diz respeito à maneira como temos educado nossos filhos. Vale a pena assistir, é claro com algumas ressalvas no que diz respeito à segurança pública em grande parte de nosso país.

Rosa – Pixinguinha

Tu és divina e graciosa
Estátua majestosa do amor
Por Deus esculturada
E formada com ardor
Da alma da mais linda flor
De mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo beija-flor
Se Deus me fora tão clemente
Aqui nesse ambiente de luz
Formada numa tela deslumbrante e bela
Teu coração junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado sobre a rósea cruz
Do arfante peito teu

Tu és a forma ideal
Estátua magistral. Oh, alma perenal
Do meu primeiro amor, sublime amor
Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração sepultas um amor
O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes cheios de sabor
Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo resplendor da santa natureza

Perdão se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh flor meu peito não resiste
Oh meu Deus o quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar em esperar
Em conduzir-te um dia
Ao pé do altar
Jurar, aos pés do onipotente
Em preces comoventes de dor
E receber a unção da tua gratidão
Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te até meu padecer
De todo fenecer

Mordomia do Meio Ambiente

Não é para responder, é apenas para se repensar ou quem sabe recomeçar, refazer…

 

Estou certo de que mesmo diante de toda a admiração de Deus por seu trabalho na criação: “viu que era bom…”  e seu amor incontido pela humanidade ao ponto de dar seu filho para resgatar a comunhão com os homens (João 3.16), uma das causas que atrairá um juízo divino sobre os homens é ignorar a necessidade do arrependimento pela falta de cuidado e respeito à ordem das coisas criadas.

Quando não há no coração do homem o reconhecimento de que Deus criou tudo perfeitamente belo e em ordem, e que não somos donos de absolutamente nada mas apenas mordomos e administradores do que é dEle, caímos no abismo de um pensamento totalmente egoísta e auto-centrado e auto-destrutivo sobre o sentido da nossa existência e do nosso papel diante dos demais seres humanos e da criação ou do meio em que vivemos.

Isaías 45:18
Porque assim diz o SENHOR, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o SENHOR, e não há outro.
Gênesis 1:1,2,26-28
Em primeiro lugar, Deus criou o céu e a terra — tudo que se vê e tudo que não se vê. A terra era como uma massa sem forma, um vazio sem fim, uma escuridão quase palpável. O Espírito de Deus pairava sobre o abismo das águas.

Deus disse: “Façamos os seres humanos à nossa imagem, de forma que reflitam a nossa natureza
Para que sejam responsáveis pelos peixes no mar,
pelos pássaros no ar, pelo gado E, claro, por toda a terra, por todo animal que se move na terra”.
Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
E, então, os abençoou:
“Cresçam! Reproduzam-se! Encham a terra! Assumam o comando! Sejam responsáveis pelos peixes no mar e pelos pássaros no ar, por todo ser vivo que se move sobre a terra”.

É o que temos feito? 

Ouça a belíssima canção do Gladir Cabral e reflita.

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