A Noiva Feminista: A Noiva de Cristo e o Perigo de Assumir um Papel que Não lhe Foi Dado

Nos últimos anos, algumas correntes teológicas progressistas, influenciadas pela teologia liberal e por certas interpretações da Teologia da Missão Integral, têm redesenhado a compreensão da missão e da identidade da Igreja. Para explicar o que está acontecendo, podemos usar uma analogia que, embora forte, ajuda a entender o perigo: é como se a Igreja, noiva de Cristo, quisesse assumir uma postura de “noiva feminista”, não no sentido de dignidade feminina (que é bíblica e inegociável), mas no sentido de rejeitar o papel estabelecido por Deus e buscar autonomia em relação ao Noivo.


1. O papel bíblico da Igreja como Noiva

A Escritura apresenta Cristo como o Noivo e a Igreja como Sua noiva amada, chamada a viver em submissão e amor:

“…como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas a seus maridos.”
(Efésios 5:24)

“Regozije­mo-nos! Vamos alegrar-nos e dar-lhe glória! Pois chegou a hora do casamento do Cordeiro, e a sua noiva já se preparou.”
(Apocalipse 19:7)

Essa submissão não é opressão, mas resposta voluntária ao amor sacrificial do Noivo (Ef 5:25-27). A noiva bíblica não compete com Cristo, não corrige Sua Palavra, não toma Seu lugar. Ela confia e segue Sua direção com fé e alegria.


2. O que ocorre em certas correntes progressistas

A teologia progressista e liberal, em vários contextos, tem deslocado a centralidade da Bíblia para a centralidade de causas sociais ou culturais. Algumas tendências observadas são que essas correntes têm deslocado o foco da Igreja, colocando a centralização de agendas sociais acima da proclamação da salvação. Além disso, promovem a relativização da autoridade bíblica, reinterpretando textos claros sob lentes ideológicas. Também estimulam uma autonomia interpretativa da comunidade, agindo como se a Igreja tivesse o poder de “atualizar” Cristo conforme as demandas e valores da época.

Isso se traduz em uma postura em que a Igreja deixa de ver Cristo como Senhor absoluto e passa a vê-lo como parceiro de causas humanas — adaptando Sua mensagem às exigências do mundo, em vez de se moldar à Sua Palavra.


3. A analogia com o feminismo radical

O feminismo radical rejeita a ideia de liderança masculina, buscando autonomia absoluta. Fazendo a analogia, quando a Igreja assume uma postura progressista extrema, ela passa a julgar as palavras do Noivo à luz dos valores da época, colocando-se em pé de igualdade com Ele em termos de autoridade sobre Sua própria missão. Além disso, busca autonomia para decidir o que é “relevante” ou “aceitável” na fé cristã, assumindo para si um papel que pertence exclusivamente a Cristo.

É como se a noiva dissesse: “Não preciso seguir Sua liderança, eu decido qual será nosso caminho”.


4. O perigo dessa postura

A Bíblia adverte contra a infidelidade espiritual:

“Tenho contra você que você abandonou o seu primeiro amor.”
(Apocalipse 2:4)

Quando a Igreja deixa de se submeter à Palavra de Cristo, ela corre riscos sérios que afetam diretamente sua identidade e missão no mundo.

Primeiro, ela pode trocar o Evangelho eterno por mensagens temporais (Gl 1:6-9). Isso significa abandonar a essência da boa-nova — a salvação pela graça mediante a fé — para abraçar discursos moldados pelas demandas passageiras da cultura ou da política. Essas mensagens podem até parecer atraentes e relevantes, mas carecem do poder transformador que só o evangelho verdadeiro possui. Paulo advertiu severamente contra isso, chamando de anátema qualquer um que pregasse “outro evangelho”.

Segundo, existe o perigo de agradar ao mundo mais do que ao Noivo (Tg 4:4). Quando a Igreja busca a aprovação social acima da fidelidade a Cristo, ela inevitavelmente dilui a mensagem, evita temas que confrontam o pecado e se conforma com o padrão do século presente. Tiago chama essa atitude de “amizade com o mundo”, algo que nos coloca em inimizade contra Deus.

Terceiro, há o risco de enfraquecer a santidade e a autoridade da Palavra (2Tm 4:3-4). Ao relativizar ou reinterpretar as Escrituras para se adequar às preferências humanas, a Igreja perde seu papel profético e se torna apenas mais uma voz entre muitas. Paulo alertou que chegaria o tempo em que as pessoas não suportariam a sã doutrina e buscariam mestres que falassem apenas o que elas gostariam de ouvir — e esse tempo já chegou.

Assim, afastar-se da submissão à Palavra não é apenas um erro teológico; é um caminho que compromete a pureza da noiva, desfigura sua missão e a distancia do seu Senhor. A preservação do evangelho puro e a fidelidade a Cristo não são opções, mas condições para que a Igreja permaneça viva, relevante e frutífera aos olhos de Deus.

A “noiva feminista” dessa analogia pode até parecer mais atraente ao mundo, mas perde sua pureza e fidelidade.


5. A visão bíblica da noiva fiel

A imagem final que a Bíblia nos dá da noiva de Cristo é gloriosa:

“…a esposa do Cordeiro… vestida de linho fino, brilhante e puro.”
(Apocalipse 21:9; 19:8)

Essa noiva está preparada para o Noivo porque vive em constante vigilância e expectativa pelo Seu retorno. Sua vida é marcada pela prontidão espiritual, semelhante às virgens prudentes da parábola de Mateus 25:1-13, que mantiveram suas lâmpadas acesas e o azeite em reserva. Ela entende que o encontro com Cristo é o ápice da sua existência e, por isso, se dedica a manter-se pura e fiel.

Ela vive em santidade, separada para Deus e comprometida em refletir o caráter de Cristo em cada área da sua vida. Essa santidade não é fruto de um legalismo frio, mas de um relacionamento íntimo e transformador com o Noivo, que a purifica “pela lavagem de água pela palavra” (Ef 5:26-27).

Além disso, guarda a Palavra, não apenas como um livro sagrado, mas como a voz viva do Noivo, que dirige seus passos e molda suas decisões. Ela não se deixa levar por ventos de doutrina nem cede à pressão de distorcer as Escrituras para agradar aos homens. Como Maria, irmã de Lázaro, escolhe a boa parte de sentar-se aos pés de Cristo e ouvir Seus ensinamentos (Lc 10:39).

Por fim, não se conforma com o mundo (Rm 12:2). Ela não copia os padrões e valores da cultura ao redor, mas é transformada pela renovação da sua mente para discernir a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Sua aparência, suas escolhas e sua mensagem são distintas, porque seu objetivo não é ser aceita pelo mundo, mas agradar exclusivamente ao seu Noivo.

Essa noiva vive de modo que, quando o Noivo voltar, possa ser encontrada irrepreensível, adornada não com joias externas, mas com a beleza interior de uma vida submissa e totalmente consagrada a Ele.

Ela sabe que sua alegria está em estar com Ele, não em buscar sua própria agenda.


6. Aplicação para nossos dias

Essa comparação serve como um alerta urgente para todos os que amam a Igreja e prezam pela pureza do evangelho. Não podemos permitir que a Igreja se molde à cultura a ponto de perder sua identidade, porque sua essência não vem das tendências sociais, mas do próprio Cristo. Quando a noiva adota as vestes do mundo, trocando a santidade por popularidade, ela deixa de ser luz e sal (Mt 5:13-16) e se torna irrelevante espiritualmente, ainda que ganhe aplausos temporários.

Também não podemos aceitar que se reinterprete Cristo para que Ele se encaixe nas expectativas do mundo. O Jesus apresentado nas Escrituras é o Senhor soberano, não um símbolo maleável para sustentar causas humanas. Alterar Sua mensagem ou suavizar Suas exigências para agradar aos homens é distorcer a verdade e pregar “outro evangelho” (Gl 1:6-9).

Por fim, não é admissível colocar causas humanas acima da missão de reconciliar o homem com Deus. A justiça social, o cuidado com os necessitados e a promoção da paz são aspectos importantes da fé cristã, mas não podem substituir a prioridade máxima de anunciar a salvação em Cristo. Sem a reconciliação com Deus, qualquer obra social perde seu valor eterno e se limita a aliviar temporariamente as dores de um mundo caído.

Quando a Igreja inverte essas prioridades, corre o risco de trocar a coroa incorruptível (1Co 9:25) por aplausos passageiros e de deixar de ser a noiva adornada para o Noivo, tornando-se apenas mais uma instituição humana entre tantas.

A verdadeira Missão Integral começa e termina em Cristo, e não em ideologias. Justiça social é bíblica, mas sem o evangelho, é apenas filantropia.


Conclusão

A Igreja foi chamada para ser noiva fiel, não uma parceira que negocia seus votos. Nosso papel é seguir a liderança do Noivo com amor e submissão, anunciando Sua verdade sem vergonha e sem adaptações para agradar ao mundo.

“Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; pois vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um marido, a saber, a Cristo.”
(2 Coríntios 11:2)

Que estejamos preparados para o dia em que o Noivo virá, não para nos encontrar disputando Sua autoridade, mas para nos receber adornados em santidade e fidelidade.

Perseverar é ter Êxito

A nossa alma corre, foge, se esconde, dissimula e agita dentro de nós com impulsos que provocam emoções e pensamentos . Mas será que alma te leva a verdade? Ou é ela a verdade? Ou seria uma “verdade”?

Os Salmos nos ensinam algo poderoso! Que devemos falar à nossa alma, declarar a ela a verdade que vem de Deus pela palavra e pelo Espírito. Diga a sua alma: Volte! Volte para o teu sossego.

Salmos 116:7
Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o SENHOR tem sido generoso para contigo.

Ou seja, a alma precisa ser domada e ganha com perseverança. Foi isso que Jesus também ensinou:

“É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma.” (Lucas 21:19)

Em tempos de desafios e provações, em tempos em que somos tentados pela euforia ou a busca insana por prazer, quando estamos cheios de nossas vontades ou mesmo sem vontade para nada, tempos em que somos paralisados pelo medo ou angústia do que pode nos suceder, lembre-se que é a sua firmeza em Cristo que te leva à vitória. Olhe para Ele, para a cruz.

Às vezes não há muito o que fazer, parece que estamos reféns de toda a circunstância que nos cerca. Afirmo que isso é apenas um holograma almático que se irradia em substâncias para o seu corpo em uma “realidade virtual. A Verdade com “V” maiúsculo é espiritual e se revela em Cristo para nossa humanidade. Ele é a Verdade que liberta.

Creia na ressurreição, creia no poder do sangue para o perdão dos pecados. Creia no amor que Deus já provou que tem por você.

Não desista, confie no Senhor e siga em frente, pois a perseverança é a força que nos mantém firmes até o fim.

Não temos poder para perseverar com a nossa própria força mas nós foi dado o poder de crer. Então creia e o Espírito te conduzirá como diz a palavra abaixo:

Romanos 5:3-5: “E não somente isso, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a perseverança, e a perseverança a experiência, e a experiência a esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi outorgado.”

E ainda…

Romanos 14:7-9
Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor. Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos.

Seu poder se aperfeiçoa em nossa fraqueza.

Sobre Samuel Moke

Samuel Moke, colono inglés em Sidney, propós-se em fins do século passado a resolver um problema. Estavam exportando carne da Austrália para a Europa, mas a carne sempre se deteriorava antes de chegar ao destino.

Moke decidiu inventar um sistema eficaz de refrigeração. Deu um prazo de tres anos para realizar tal projeto, mas levou vinte e seis anos! Eh viveu o suficiente para ver sair da Austrália o primeiro carregamento de carne refrigerada, mas morreu antes que essa carne chegasse na Inglaterra.

Ao redor das paredes do seu escritorio está pintado o seu lema, na casa que agora é habitada pelo arcebispo de Sidney. O lema está escrito vinte vezes naquelas paredes:
“Perseverar é ter éxito”.

Que Deus nos dé a graça para perseverar, confiando no seu poder em nossa fraqueza.

Tijolos ou Pedras Vivas?

À medida que se aproximam dele, a pedra viva—rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele—, vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo.

1 Pedro 2:4-5

No grandioso projeto da criação e redenção, Deus escolheu um material singular para edificar o Seu reino: as pedras vivas. Esta escolha divina contrasta profundamente com a preferência humana pelos tijolos, revelando duas visões distintas de construção e propósito.

Desde os tempos antigos, o homem tem buscado a perfeição e uniformidade em suas construções, como exemplificado na invenção dos tijolos pelos egípcios. Estes blocos, feitos de barro e palha, simbolizam o esforço humano em criar um padrão homogêneo e controlável, buscando eficiência e perfeição nas edificações. A Bíblia relata como os egípcios utilizavam tijolos para construir suas cidades e armazéns (Êxodo 1:14), uma metáfora para os sistemas e estruturas criados pelo homem, muitas vezes focados no poder e na opressão. Tijolos são feitos num molde pressionado, pedras vividas são extraídas com marteladas .

As vezes queremos o progresso mas não queremos o processo.

Em contraste, Deus instruiu o uso de pedras não lavradas na construção de Seu altar (Êxodo 20:25). Estas pedras, não moldadas por ferramentas humanas, representam a beleza e a singularidade da criação de Deus. Cada pedra, única em sua forma, cor e tamanho, simboliza a diversidade e individualidade que Deus valoriza em Seu reino. Este é um reino não baseado na uniformidade forçada, mas na harmonia da diversidade, onde cada peça, por mais imperfeita que pareça, tem um lugar e um propósito.

A Bíblia nos apresenta uma metáfora poderosa com Cristo como a “pedra angular” (Efésios 2:20), a peça fundamental que dá sentido e coesão a todo o edifício. Cristo não é uma pedra moldada segundo os padrões humanos de perfeição, mas sim o Filho de Deus, perfeito em Sua natureza, que aceita e une as pedras vivas, os crentes, com todas as suas imperfeições e diversidades em um templo espiritual.

Em Cristo, a expectativa de perfeccionismo humano é substituída pela aceitação da graça divina. N’Ele, somos chamados não a nos conformarmos a um padrão rígido e opressivo, mas a nos unirmos em nossas diferenças, contribuindo cada um com nossas características únicas para a construção do reino de Deus. Este reino não é edificado com tijolos de uniformidade e opressão, mas com pedras vivas de diversidade e liberdade, firmemente unidas pela pedra angular, Jesus Cristo.

Ao refletirmos sobre nossa participação na construção do reino de Deus, somos convidados a abandonar a busca por perfeição humana e abraçar a perfeita diversidade divina, encontrando nosso lugar único ao lado da pedra angular, Cristo, em um templo espiritual onde cada pedra viva é essencial e valorizada.

A essência prática dessa construção divina reside na dinâmica do “uns aos outros”, um princípio fundamental nas Escrituras para a vida em comunidade. Este conceito nos lembra que, assim como as pedras em um edifício se apoiam e se complementam, nós, como membros do corpo de Cristo, somos chamados a viver em interdependência e complementaridade. Cada crente possui dons, talentos e capacidades únicas que, quando compartilhados, contribuem para o fortalecimento e a edificação do corpo de Cristo.

Na prática, isso significa que a falta de um é suprida pela abundância do outro. Se um membro sofre, todos sofrem; se um é honrado, todos se alegram (1 Coríntios 12:26). Esta é a beleza da igreja como um edifício espiritual: não há pedras insignificantes, cada uma tem um papel vital. Na diversidade de dons e serviços, há uma unidade que reflete a glória de Deus. Através do amor, do serviço, do encorajamento e da exortação mútuos, edificamos uns aos outros, seguindo o exemplo de Cristo, a pedra angular.

Assim, na prática diária da fé, cada ato de amor, cada palavra de encorajamento, cada gesto de serviço, contribui para a edificação do reino de Deus. Este edifício espiritual, em constante construção, é fortalecido pela diversidade e unido pelo amor de Cristo, demonstrando ao mundo a beleza e a sabedoria do plano divino.

A conclusão desse maravilhoso paralelo entre tijolos e pedras vivas encontra-se nas palavras de Jesus a Pedro, que encapsulam de maneira sublime a essência dessa construção divina. Em Mateus 16:18, Jesus diz: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Este trocadilho, onde o nome de Pedro (Petros em grego, que significa “pedra”) é usado para destacar a sua futura liderança na igreja, revela um aspecto importante da construção do Reino de Deus.

A declaração de Jesus transcende a pessoa de Pedro, apontando para a maior verdade que a igreja é construída sobre a revelação de Cristo como o Messias, o Filho do Deus vivo, que Pedro acabara de confessar e que é Ele a pedra angular da igreja. Jesus declara a Pedro sua vulnerabilidade, ou seja, ele é um fragmento de pedra, e ao mesmo tempo revela sua autossuficiência, apresentando a si mesmo como a rocha sobre a qual a igreja é estabelecida. Assim como uma pedra individual contribui para a integridade e força de um edifício, cada crente, firmado na revelação de Cristo, fortalece a igreja. A pedra que é Cristo, e a confissão de fé n’Ele, formam a base inabalável sobre a qual a igreja é edificada.

Portanto, ao nos engajarmos na obra de Deus, cada um como uma pedra viva, somos chamados a reconhecer Cristo como a fundação de nossa fé e missão. Neste edifício espiritual, onde Jesus é a pedra angular, cada pedra viva – cada crente – tem um lugar vital, unido em amor e propósito, para a glória de Deus. Assim, a igreja, edificada sobre a rocha que é Cristo, resiste e prevalece contra todas as adversidades, refletindo a sabedoria e a majestade do plano divino.

Texto escrito durante as férias de 2024 enquanto lia Êxodo 5. Os Egípcios estavam tão obsessivos com a descoberta dos tijolos e o desejo de suas construções , e oprimindo o povo de Deus , as pedras vivas , o povo que Deus estava talha do para si.

A presença de Deus muda tudo

A presença de Deus muda tudo!

É muito louco como a presença de Deus pode transformar seu completamente seu humor e atitude em um instante.

Uma música de adoração
Um sussurro em oração
Podem te mover do mais absoluto caos
para um lugar de paz e alegria inexplicáveis.

Não existe nada como a presença de Deus.

Deus #encorajamento #paz

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A parábola da palavra como semente

Esse é um campo judaico para plantação de uvas. Jesus, ao usar de parábolas para que se fizesse entendido, falava de pastores e suas ovelhas, falava de semeadores e suas plantações. Eram elementos fáceis de serem compreendidos, entendidos – quando era esse o desejo. Essa imagem te ajudará a se inserir naquela meio que Jesus tentava alcançar. O desejo de Jesus continua o mesmo, lançar a Palavra e alcançar os desejoso de uma vida em abundância.

Observe esse campo e perceba, que embora pequeno, Ele possui os elementos que Jesus falou. A palavra era e é, realmente acessível a todos. Aí está a terra fértil, onde a semente levou ao fruto. Há o terreno raso, pedregoso, onde a semente não formará raízes. Há, também as pedras, junto e presente nos murinhos.

Que a Palavra encontre terra boa em sua vida hoje, que o Espírito Santo leve essa compreensão a tua vida e que ela seja abundante. Que essa Palavra germine em seu coração e que o Senhor possa cultivá-la e te fazer grande.

Medite nesse texto da Bíblia que posto abaixo.
Lucas 8:8-14
E nquanto viajavam de cidade em cidade, muita gente se unia ao grupo e passava a acompanhá- los. A eles Jesus contou esta história:“Um lavrador saiu para semear. Algumas sementes caíram no caminho. Foram pisadas, e os passarinhos as comeram. Outras caíram sobre pedras e brotaram, mas secaram porque não tinham raiz. Outras caíram no meio das ervas daninhas, que cresceram e as sufocaram. Outras, por fim, caíram em terra boa e produziram uma grande colheita.
“Vocês estão ouvindo com atenção?”.
Os discípulos perguntaram:“Qual é o sentido dessa história?”
Ele disse:“Vocês já ouviram bastante a respeito do Reino de Deus. Conhecem as suas verdades. Mas há quem precise ouvir essas histórias, mesmo que nem sempre as entendam:
Os olhos deles estão abertos, mas não veem nada,
Os ouvidos deles estão abertos, mas não ouvem nada.

“Essa história retrata a vida de muitos deles. A semente é a Palavra de Deus. As sementes no caminho são aqueles que ouvem a Palavra, mas o Diabo a arranca do coração deles, para que não acreditem que serão salvos.
As sementes que caíram nos pedregulhos são os que ouvem com entusiasmo passageiro. Diante da primeira dificuldade, perdem o interesse.
As sementes que caíram entre as ervas daninhas são os que ouvem a Palavra, mas a preocupação constante com o amanhã e a ilusão de viver para ganhar dinheiro e divertir- se a sufocam. As sementes não produzem nada.

Que Deus te abençoe.

Pr. Alex Cosmo
EBD do Aprisco // 03 de novembro de 2013.

Resumo feito por Gerson Jr

Sobre responsabilidades e escolhas

Sobre responsabilidades e escolhas:

É comum pessoas fazerem decisões impensadas, sem buscar conselho, e depois lançar sobre, os irmãos, o pastor e sobre a igreja, a responsabilidade pelos desastres que elas encontram no caminho. A parábola abaixo não é fácil de processar, mas pode representar uma dura realidade na jornada espiritual e na vida em comunidade.


O Rabino Edwin Friedman conta uma parábola sobre um homem que tinha pensado bastante sobre o que ele queria da vida. Após tentar muitas coisas, ter sucedido em algumas e fracassado em outras, ele finalmente decidiu o que queria.

Um dia a oportunidade chegou para ele experimentar exatamente o tipo de vida com o qual sonhava. Mas a oportunidade só estaria disponível por pouco tempo. Não esperaria, e não voltaria novamente.

Ansiando tomar vantagem dessa vereda aberta, o homem iniciou sua jornada. A cada passo, ele se movia mais rápido. Toda vez que pensava sobre seu alvo, seu coração batia mais forte; e cada visão do que estava à sua frente, renovava suas forças.

Ao prosseguir adiante, ele chegou a uma ponte que atravessava no meio de uma cidade. A ponte transpunha um rio perigoso.

Logo que começou a cruzar a ponte, ele notou alguém vindo na direção oposta. O estranho parecia estar vindo ao seu encontro para saudá-lo. Quando o estranho chegou mais perto, o homem se deu conta de que eles não se conheciam, no entanto, eram incrivelmente parecidos. Estavam até mesmo vestidos de modo semelhante. A única diferença era que o estranho tinha uma corda enrolada ao redor de sua cintura. Se fosse desenrolada, essa corda poderia alcançar talvez a distância de uns dez metros.

O estranho começou a desenrolar a corda enquanto caminhava. Quando os dois homens se encontraram, o estranho disse: “Por favor, você poderia segurar a ponta dessa corda para mim?”

Sem pensar, o homem concordou e alcançando a ponta da corda, a segurou.

“Obrigado!” disse o estranho. E acrescentou: “Com as duas mãos agora, e lembre-se, segure firme.” Falando isso, o estranho pulou da ponte.

O homem na ponte sentiu um puxão forte da corta agora esticada. Ele automaticamente segurou firme e quase foi arrastado por sobre o parapeito da ponte.

“O que você está tentando fazer?” gritou ele para o estranho lá embaixo.

“Apenas segure firme,” respondeu o estranho.

Isso é ridículo, pensou o homem. Ele começou a tentar puxar o outro para cima. Porém, isso estava além de suas forças.

Novamente ele gritou lá de cima: “Por que você fez isso?”

“Lembre-se,” disse o outro, “se você soltar, eu estarei perdido.”

“Mas eu não posso puxá-lo para cima,” clamou o homem.

“Estou sob sua responsabilidade,” disse o outro.

“Eu não pedi para você fazer isso,” disse o homem.

“Se você soltar, eu estarei perdido,” repetiu o estranho.

O homem começou a olhar ao redor em busca de ajuda. Não havia ninguém à vista.

Ele começou a pensar sobre a situação desagradável em que se encontrava. Estava ansiosamente perseguindo uma oportunidade única, e agora se via sendo desviado de seu alvo sabe-se lá por quanto tempo.

“Talvez eu possa amarrar essa corda em algum lugar”, pensou ele, examinando a ponte cuidadosamente, mas não havia como se livrar de seu novo fardo.

Ele então gritou novamente para o homem lá embaixo: “O que você está querendo?”

“Apenas sua ajuda,” foi a resposta.

“Como posso ajudar? Eu não posso puxar você e não tem lugar para amarrar a corda enquanto eu procuro por mais alguém para ajudar você”.

“Apenas continue segurando firme,” respondeu o homem balançando na corda. “Isso será o bastante.”

Temendo que seus braços não poderiam segurar por muito mais tempo, ele deu uma volta com a corda ao redor de sua cintura.

“Por que você fez isso?” ele perguntou novamente. “Você não vê o que você fez? Qual era o seu propósito ao fazer isso?”

“Apenas lembre-se,” disse o outro, “minha vida está em suas mãos.”

Agora o homem estava perplexo. Ele pensou consigo mesmo: se eu soltar, o resto de minha vida saberei que deixei esse homem morrer. Se eu ficar, corro o risco de perder o momento em direção à minha tão desejada salvação. De qualquer modo isso irá me assustar pra sempre.

Conforme o tempo passava, ninguém aparecia. O homem ficou muito consciente de era quase tarde demais para continuar sua jornada. Se não partisse imediatamente, ele não chegaria a tempo.

Finalmente, ele planejou algo. “Ouça,” ele explicou para o homem pendurado abaixo, “acho que sei como salvar você.” Ele delineou a idéia. O estranho poderia escalar enrolando a corda ao redor de seu corpo. Volta após volta, a corda ficaria mais curta.

Mas o homem balançando não queria nem saber da idéia.

“Eu não penso que poderei segurar por muito mais tempo,” alertou o homem sobre a ponte.

“Mas você precisa tentar,” apelou o estranho. “Se você falhar, eu morro.”

De repente, o homem sobre a ponte teve uma nova idéia Era diferente e até mesmo fora do seu modo de pensar. “Quero que você ouça com atenção,” ele disse, “porque eu irei falar sério.”

O homem balançando deu indicação de que estava ouvindo.

“Eu não aceitarei a posição de escolha sobre sua vida, somente sobre a minha própria vida; portanto, eu devolvo a você a escolha sobre sua própria vida.”

“O que você quer dizer?” perguntou o estranho, com medo.

“Eu quero dizer, simplesmente, que a escolha é sua. Você decide como é que isso irá terminar. Eu serei seu contrapeso. Você se esforça e escala a corda. Eu posso até dar alguma puxada daqui.”

Ele desenrolou a corda de sua cintura e colocou-se na posição de contrapeso. Estava pronto a ajudar tão logo o homem balançando começasse a agir.

“Você não pode estar falando sério,” o outro clamou. “Você não poderia ser tão egoísta. Eu estou sob sua responsabilidade. O que poderia ser tão importante que você deixaria alguém morrer? Não faça isso comigo.”

Após um longa pausa, o homem sobre a ponte falou vagarosamente: “Eu aceito sua escolha.” Ao dizer essas palavras, ele soltou a corda e continuou sua jornada sobre a ponte.

Fonte: sandrobaggio

A Filosofia da Árvore e das Nuvens

A árvore vai crescendo e, dessa forma, mudando, mas o que se modifica é apenas o cerco que rodeia uma parte imutável. Os anéis situados no centro continuam sendo os mesmos de quando era um broto. Deixaram de ser vistos, mas não deixaram de ser centrais. Quando nasce um ramo na parte superior de uma árvore, ele não se desprende de suas raízes, antes, ao contrário, quanto mais alto se elevam os ramos, com mais força a árvore terá de se prender às suas raízes. Este é o verdadeiro conceito do que deve ser o progresso sadio e vigoroso do homem, das cidades, ou de toda uma espécie. Mas quando os progressistas a que estou aludindo falam de evolução, não se referem a isto. Eles não desejam que mude a parte externa de um centro orgânico e permanente, como uma árvore; objetivam a modificação total e absoluta de cada parte a cada minuto, como a transformação que sofrem as nuvens.

Mas se adotarmos como filosofia uma evolução similar à das nuvens, ou seja, uma evolução de algo que não tem esqueleto, não haveria lugar, então, para o passado e a civilização estaria incompleta; o que hoje existe pode desaparecer amanhã, inclusive amanhã mesmo. Pois bem, eu não creio nesse progresso perpétuo que acarreta apenas um caos perpétuo; creio na evolução orgânica, ordenada e de acordo com o projeto e a natureza de cada coisa. Penso, por conseguinte, que não pode evoluir a civilização que não esteja razoavelmente completa, e a nossa, tão científica, avançada e progressista, está irracionalmente incompleta.

  • G. K. Chesterton, O Sentimentalismo, a Cabeça e o Coração, 1909, citado no prefácio de seu livro “O Que Há De Errado Com O Mundo”, Ecclesiae, 2013

Umbu cado

Vamos ver se ainda estou afinado
Preciso de um texto curto e bem estruturado
Pois preciso te deixar apercebido
e te manter alinhado

Vem o peCADO
dá o reCADO
e te deixa lasCADO
Mas Jesus te ama umbu CADO

Com seu sangue te deixa lavado e te diz: – Passado é passado.

Amém!

cado – substantivo masculino – vaso grande de barro ou metal semelhante à ânfora, us. por gregos e romanos antigos para armazenar e transportar líquidos (água, vinho, azeite, mel) e sólidos (peixe em conserva, frutos secos etc.).

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Teimosia “…mas por dentro estou sentado!”

““Agora, Israel, o que o Senhor, seu Deus, requer de você? Somente que você tema o Senhor, seu Deus, que viva de maneira agradável a ele e que ame e sirva ao Senhor, seu Deus, de todo o coração e de toda a alma. Portanto, submetam-se a ele de coração e deixem de ser teimosos.”
‭‭Deuteronômio‬ ‭10:12, 16‬ ‭NVT‬‬

A teimosia é combatida quando além da obediência externa e aparente , deixamos a palavra do Senhor corrigir nosso interior.

Lembro a história de um menino que insistia em ficar sentado na hora do louvor na igreja e seus pais instavam com ele para que ficasse de pé. Em um dado momento, quando se viu ameaçado de ser disciplinado no banheiro da igreja, ele se levantou mas falou pros pais: – Eu fico de pé, mas por dentro estou sentado.

Quantas vezes é exatamente esse nosso retrato na caminhada com o Senhor. Creio esse trecho de Deuteronômio acima destacado, revela a necessidade de obedecermos de todo o coração e alma ou seja de que nosso interior seja transformado e aprendamos a nos alegrar e ter prazer na obediência ao Pai. Afinal Ele, o Pai vê, além do que é aparente, o coração.

Lembro-me de uma vez ter sido questionado se primeiro deveria ter o prazer em obedecer pra depois obedecer e se Deus aceitaria uma obediência com um coração chateado. A resposta é:

Sim! É na simples decisão de fé e confiança em quem nos deu a ordem que precisamos seguir, mesmo quando nossas emoções e até nossa mente ainda não encontrou harmonia com o coração e pensamentos do Pai.

“embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu” Hebreus 5:8

Obediência precisa ser aprendida! Ajuda-nos, Pai!!

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