Compartilhamos tudo que achamos interessante ou produzimos . We share interesting stuff that we see or make.
Autor: Alex Cosmo
Servo do Deus criador, discípulo de Jesus, esposo de Karol, pai de três belas garotas; Maria, Esther e Ruth; pastor no Aprisco até que Ele venha, ou que eu vá.
No ano de 2020 fui convidado por Prof. Nevinha Enéas para escolher um trecho do Sermão da Montanha e escrever alguns textos devocionais.
Os textos seriam parte de um Livro de Devocionais em comemoração dos 70 anos da Segunda Igreja Batista de Feira de Santana, igreja na qual meu saudoso avô Fileto de Souza Barreto exerceu ministério pastoral e da qual fiz parte desde a minha infância, bem como meus pais e também inté tanto eu quanto Karol fomos batizados.
Quero compartilhar com vocês estes sete devocionais sobre a oração ensinada por Jesus. Você pode acompanhar a série completa na ordem abaixo, refletindo sobre uma parte do Pai Nosso a cada leitura. Se este conteúdo edificar sua vida, compartilhe e deixe seu comentário.
“Mt 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
No momento em que Jesus deixa a oração modelo do Pai Nosso com os seus discípulos, Ele confronta o caráter das orações dos hipócritas e fariseus, também das orações pagãs aprendidas pela influência cultural e religiosa de várias nações. Não estou dizendo que a oração do Pai Nosso não possa também ser feita de maneira hipócrita ou mecânica mas que, se realmente refletimos no que estamos falando, ela difere muito de tudo que existia naquele momento. O nosso objetivo nessa série de estudos foi o de ampliar nosso entendimento em torno das máximas que Jesus deixou na oração do. Pai nosso. Veremos a seguir a conclusão e o Amém. Esse trecho: [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém], aparece entre [ ] chaves, porque não são todos os manuscritos antigos que tem o mesmo conteúdo mas, nesta tradução que estamos usando, atribui-se a este Deus triúno (Pai, Filho e Espírito Santo) “o reino e o poder e a glória”, os quais somente a Ele pertencem. Espero que Deus aperfeiçoe nossa vida de oração e que passemos adiante o aprendizado.
– pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre – O que há de mais marcante na oração que Jesus ensinou fica ainda mais evidenciado nessã conclusão: É uma oração de caráter teocêntrica (Deus no centro) O que mais importa é Ele, seu reino, sua vontade, seu nome e poder. É muito comum ao orarmos, cairmos no egoísmo onde a nossa vontade é o principal e Deus é apenas o meio de conseguir o que queremos. A isso chamamos de feitiçaria: uma tentativa de se apropriar de um poder espiritual para benefício próprio. Com certeza, Deus nosso Pai não atenderá os desejos egoístas e mesquinhos, motivados por ódio, vanglória ou luxúria. Sabemos que muitos demônios se propõem a fazer pactos em troca desse poder manipulador mas não nosso Deus. Ele é o Senhor, é Deus, é o princípio, meio e fim de todas as coisas. Temos de cuidar também pra não nós tornarmos teatrais em nossas orações como acontece com os hipócritas e fariseus religiosos que se importam mais em mostrar suas verborragias diante dos homens, que sinceridade e humildade de coração diante de Deus. É muito comum também nas orações pagãs, a mera repetição mecânica das palavras sem nenhum entendimento como forma de volume e penitência ou como esforço de esvaziamento mental. Oração é vida e envolvimento.
– Amém – significa: assim é, assim seja, que assim seja feito. Era de costume nas sinagogas e passou para as reuniões cristãs que quando a pessoa que lia ou discursava, oferecia louvor solene a Deus, os outros respondiam “amém”, fazendo suas as palavras do orador. “Amém” é uma palavra memorável. Foi transliterada diretamente do hebraico para o grego do Novo Testamento, e então para o latim, o inglês, e muitas outras línguas. Por isso tornou-se uma palavra praticamente universal. A oração do Pai Nosso é uma afirmação da soberania e suficiência de Deus em nossas vidas. Desejar que assim seja de acordo com a vontade perfeita e soberana de Deus é um ponto de resolução de nossos conflitos a respeito do sentido da vida, da busca por satisfação e prazer, da libertação da culpa e dos medos.
– Oração é vida – A bíblia nos ensina pelo menos 3 instâncias de oração: 1) A oração contínua em espírito que é o exercício de manter-se conectado com o Senhor o tempo inteiro e permeado em todas as nossas atividades, fazendo dEle participante de nossos pensamentos e conjecturas interiores (1Ts 5.17); 2) O momento devocional dedicado exclusivamente a busca do Senhor em oração, louvores, jejum e meditação na palavra (Mc 1.35); 3) As orações em comunidade, seja no casal, em família, num grupo de conexão, no trabalho, na igreja ou em qualquer lugar (At 16.25).
Provocações e Implicações
1 – Dentre as 3 instâncias de oração mencionadas no estudo, qual você tem fluído melhor e em qual você sente que precisa melhorar?
2 – Que fatores tem impedido que você melhore sua vida de oração?
3 – Que decisão prática você pretende tomar para dar uma guinada em sua vida de oração?
“Mt 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
Quando falamos de tentação e pecado, as questões que surgem são: Por que Deus nos deu a possibilidade de sermos tentados e de pecar? Onde começa a tentação e o pecado? Como Deus nós ajuda contra as tentações? Responder essas questões será nosso alvo no estudo de hoje sobre as tentações. Jesus deu uma importância muito maior que nós as tentações. Geralmente nós achamos que somos fortes e subestimamos a real influência das tentações do pecado sobre nossa vida. O único pedido de Jesus na oração modelo a respeito do futuro, não é sobre o que vai comer ou vestir mas sim esse, relacionado a possibilidade de pecar. Jesus sabia que “o salário do pecado é a morte”. A morte que o pecado gera não é inicialmente física como pensavam Adão e Eva mas sim, a separação de Deus, a incapacidade de ação e reação, perda da sensibilidade para a vida. Morto é aquele que apesar de experimentar tudo, em nada se satisfaz, consome tudo mas de nada se completa. A vida perde a graça, e nada é suficientemente prazeroso e satisfatório. O pecado anestesia os sentidos. O pecado rouba a alegria de viver. O pecado mata. Cometemos pecados? Sim, mas não devemos nos render ao pecado. Rendição somente a Cristo. Seja perdoado, levante siga.
– e não nós deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal – A tentação começa no pensamento, na maior parte dos casos. Em nossa mente, construímos os cenários, assumimos, delegamos os papéis e depois dramatizamos,,colocando em ação os pensamentos. Enchemos nossa mente com literatura, cinema e novelas cheias de impureza; brincamos com a dinamite das emoções, como se fosse um brinquedo inocente. Como Sansão (Jz 14), nos colocamos em situações perigosas e nos deleitamos nelas. Andamos em más companhias. No trabalho, na escola, na prática esportiva ou nos momentos de diversão, às vezes, ouvimos uma tentadora voz dizer: “Me empresta teu corpo e tua alma”!. A expressão “não nos deixe cair em tentação” não é uma permissão para entrar no terreno da tentação e ali ficar isento mas sim, um pedido pra não entrar naquele terreno pois é como um ralo que atrai a todos que passam por ele. A tentação envolve:1) Nossa cobiça, desejos, carências e soberba 2) O sistema mundano 3) a influência de espíritos malignos. A tentação é uma instigação para o mal, a favor do ego e contra o amor. É também uma sedução e se mostra como teste e provação para a vida do Cristão. Falo isso porque se não há temor de Deus também já não há tentação mas apenas de uma escolha pesando fatores puramente pessoais. Deus não tenta ninguém mas ele permite que sejamos tentados e isso é uma espécie de provação.
– Para vencermos as tentações o primeiro passo é saber que pela nossa força não temos como conseguir. Somente pela vida de Cristo em nós, no poder do Espírito Santo iremos triunfar e manifestar a glória de Deus diante de um mundo corrompido. Jesus disse: vigiai e orai para que não entreis em tentação. Vigilancia é ficar atento e desviar-se do mal. Oração é a vida de conexão com o Pai na qual nos fortalecemos em espírito já que a carne é fraca. Para vencermos, precisamos crer na Palavra e em seu galardão pois a tentação é transformar pedras em pães para satisfazer nossa alma em desatino faminto, indo de encontro à mansidão e domínio próprio que o “pão nosso de cada dia” representa para a satisfação de nossas necessidades. Outra coisa importante para vencer as tentações é ficar quieto. A tentação exige ação e movimento debate e interação. Como Sansão e Dalila (Jz 14), quanto mais você conversa com ela mais forte ela fica. Se quer vencer encha sua mente da palavra e do Espírito Santo, louvando, sendo agradecido a Deus. Confesse a palavra em vez de querer argumentar. Quanto mais você se calar e aquietar ela secará.
Provocações e Implicações
1 – Quais são as áreas mais vulneráveis de sua vida, onde você corre maior risco de tentação?
2 – Há quem questione por que Deus nos deu liberdade de escolhas e a abertura de sermos tentados mas, existiria liberdade e amor sem a possibilidade de escolher outro caminho? Ou seriamos apenas marionetes sem vida?
“Mt 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
O perdão é o tema de nosso estudo hoje. Não é por acaso que essa quinta petição é tão destacada na oração do Pai Nosso, merecendo inclusive um desdobramento logo após a oração em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.” Nenhum relacionamento sobrevive sem o perdão e a própria alma do homem adoece quando não perdoa pois é como se estivéssemos prendendo aquela pessoa em uma cela dentro de nós. O perdão é a graciosa chave da continuidade e é através dele que temos a possibilidade de viver relacionamentos livres, por amor somente . Toda essa ênfase de Jesus nesse assunto é pela real dificuldade que temos em perdoar e em pedir perdão. Sempre quando estamos ofendidos pensamos ser impossível ao outro que pague o provocou mas, é justamente daí que vem toda a graça do perdão, perdoar o imperdoável. Em Jesus, o Senhor nosso Deus e Pai nos reconciliou com ele deixando pra nós como filhos dele esse ministério do perdão e da reconciliação.
– perdoa nossas dívidas – Um excelente passo inicial no caminho de perdoar é a consciência de que nós também erramos, erramos feio, e erramos muito. Um coração orgulhoso e cheio de justiça própria sempre se sentirá no direito de não perdoar o outro. No entanto, isso revelará uma profunda distância do caráter do Pai celeste que é perdoador. No texto, os erros são tratados como dívidas pra deixar claro que há um ônus, um preço ou pena a ser paga pela ofensa cometida. E esse preço não é pela tabela de quem ofendeu mas sim de quem foi ofendido. As mesmas falhas que vemos nos outros podem ser encontradas em nós mesmos. Perdoar é liberar, deixar ir alguém que por direito poderíamos reter pela ofensa que nos fez. Perdão é rendição.
– assim como – Não se trata de que o perdão que concedemos nos garanta o direito do perdão divino como numa barganha mas sim, de haver em nós a mesma disposição de perdoar que o Senhor tem por nós. Quando chegamos ao entendimento do quanto o Senhor nos perdoou de dívida, passamos a liberar as dívidas infinitamente menores das ofensas contra nós. Mas se superestimamos as ofensas dos outros é porque não estamos conscientes de nosso estado de pecado. Por isso há uma vinculação do perdão divino, ao nosso perdão ao próximo. Ressalto que não é com relação ao perdão inicial da justificação pelo sangue e cruz de Cristo somente, mas ao perdão diário que permite a continuidade no relacionamento com o Senhor. Perdão é condição.
– nós temos perdoado aos nossos devedores- Deus perdoa o arrependido e, uma das principais caraterísticas do arrependido é um espírito perdoador. Não há uma opção de não perdoar para os que já foram alcançados pela graça de Deus. É simplesmente um derramar de amor e perdão que não devemos conter nem reter. Perdão é decisão.
– Existem algumas etapas no processo do perdão a saber:
1) Ore – perdão se constrói em oração e na presença desse Pai maravilhoso e misericordioso;
2) Confrontação – se alguém pecou contra você, fale diretamente com a pessoa sobre o assunto;
3) Arrependimento – mudança de mente pela consciência do erro cometido;
4) Confissão – não apenas dizer mas se dispor a cumprir a pena do erro cometido;
5) Perdão – liberação da dívida impagável.
Provocações e Implicações
– Você perdoa ou acumula? Ou ainda diz que perdoa e submete a pessoa a pagar por toda a vida a ofensa que te fez?
– Nesse exato momento há alguém que você precise perdoar? Há alguém que você sabe que ofendeu e precisa pedir perdão? Que tal ser livre ainda hoje? Receba força em nome de Jesus e vá se reconciliar.
“Mateus 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
No primeiro trecho da oração, vimos nos estudos anteriores como a prioridade de Jesus foram as coisas do alto e a manifestação da glória do Pai pois orou: teu nome, teu reino e tua vontade. Ao buscar em primeiro lugar o reino de Deus compreendemos o quanto somos dependentes de seu amor e graça logo, Jesus na segunda parte da oração, nos instrui a apresentar também todas as nossas necessidades diante do Senhor: o pão, o perdão e o livramento.. Há quem pense que não deve incomodar Deus com essas coisas triviais mas é um erro tanto o extremo de não apresentar nossas demandas ao Senhor, como o de fazer que a oração esteja centrada somente em nossas necessidades. O que temos para hoje? “…o pão NOSSO de cada dia dá-nos hoje;…”
Textos relevantes: Êxodo 16, Juízes 7, Mateus 4.4; 6.19-33; Lucas 11.1-13; João 6.31-35; Romanos 8.18-22
Percebeu ?
– Em sua oração modelo, Jesus reconhece a importância da batalha pelo sustento e a dependência total do Pai para tudo. Ele sabe das contas que temos a pagar e de como essa é uma preocupação gritante que deve ser logo apresentada ao Pai.
– o pão – Com 6.000 anos de idade, o pão existe desde que a humanidade existe. Simples, básico, acessível e presente diariamente na mesa e na vida de todos os povos. Consideramos indispensável e por mais que comamos parece que nunca enjoamos: que maravilha é o pão. É o ícone do alimento que sacia a fome por completo e da provisão para as necessidades. Na bíblia foi usado por Jesus para referir a si mesmo como “pão do céu” e “pão da vida”. Todos temos fome não só de natureza material. O pão pedido por Jesus nos remete ao alimento físico, emocional, espiritual, à saúde, ao lar, à mesa com a família, a uma estrutura de paz e um bom governo. O pão é o suprimento divino para todas essas necessidades. O pão representa também o compromisso do Pai com a necessidade básica (1Tm 6.7-8) e não os luxos e futilidade da vida. Sejamos felizes com o básico e com o que temos e não infelizes e insatisfeitos pelo que não temos.
– nosso . O Pai não é só meu, é nosso. O pão também não é só meu, é nosso! Jesus apresenta a visão de comunidade, de coletividade pensando não somente em si mas em todos nós. Se entendêssemos que aquilo que Deus nos dá é para dividir com o nosso próximo, com certeza não haveria tanta necessidade sobre a terra. Somos mais felizes quando partilhamos que quando estocamos e acumulamos. Jesus alimentou multidões sem reclamar da pouca quantidade de pão que havia. Ele dava graças, partia o pão, saciava a todos e ainda sobrava para ajudar outros no caminho. (Mt 15.32-38)
– de cada dia dá-nos hoje – É nesse momento que apresentamos as necessidades urgentes e importantes do dia de hoje. Pois o amanhã cuidará de si mesmo e basta a cada dia, seu mal. Êxodo 16 nos dá uma visão detalhada sobre o que Jesus quis dizer com “de cada dia dá-nos hoje”. O maná era enviado cada dia na porção que saciava a cada um dos israelitas. Isso define um relacionamento de dependência diária sem acúmulo ou estoque. As nossas orações e meditação de ontem foram pra ontem. Hoje é um novo dia e Ele nos convida à mesa de novo. Uma outra coisa que aprendemos é que o maná caía diariamente cada um pegava sua porção e tinha de preparar o pão. O fato de Deus nos dar, não quer dizer que não temos de trabalhar, nem tampouco nos isenta da responsabilidade de alimentar os famintos.
Provocações e Implicações
– Você tem fome de quê?
– Quem te deu o teu pão hoje? Quem colocou a tua mesa? Quem define o que te ocorre? Será que quando murmuramos não estamos agindo como crianças que não gostam do cardápio do dia e indo de encontro a soberania do nosso Pai?
“Por trás do pão está a farinha; da farinha, o moinho; do moinho, o trigo, a chuva, O sol e a vontade do Pai.” M.D.Babcock
“Mateus 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
Hoje veremos: “…faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;…”. A vontade é a força do querer, de voluntariamente ir em uma direção definida. A vontade de Deus é soberana, boa, perfeita, agradável, está acima de tudo e prevalece sobre tudo no universo. Nos céus, a vontade direta de Deus sempre se cumpre com absoluta perfeição mas na terra vemos a permissão de Deus para o domínio do homem. A terra quando criada foi cedida aos homens para que, como mordomos, governassem em conformidade com a vontade do criador. Nos homens a vontade está ligada ao livre-arbítrio que foi dado por Deus quando os criou à sua imagem e semelhança mas, com o pecado e a queda, esse livre-arbítrio foi infectado e limitado de forma que impera dentro do coração do homem o desejo por tudo que está distante da boa vontade do Pai. Para cancelar o domínio do pecado, Jesus veio e pelo seu sangue pagou toda a dívida do pecado que havia contra nós(Cl2.14). Da Cruz, liberou uma graça e amor tão abundante que nos constrange(2Co5.14), influenciando a nossa vontade e fazendo-nos desejar novamente a vontade de Deus. Por isso Jesus orou: “faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu” revelando seu entendimento que que a vontade do Pai é melhor que a nossa e é por ela que precisamos viver e morrer.
– Somos imperfeitos, cheios de disputas internas e tropeços, mas nossa busca contínua deve ser a de agradar àquele que nos tirou do atoleiro e colocou nossos pés sobre a Rocha. É característica do coração convertido, a inclinação e o desejo de viver a vontade do Pai. Jesus viveu 100% a vontade do Pai e apesar de ser tentado em tudo, não cometeu pecado(Hb4.15). Ele é um perfeito mediador e companheiro, conhecedor das nossas lutas humanas e também do coração do Pai. Toda investida do sistema mundano e o agir do maligno é para fazer com que esqueçamos a vontade de Deus e andemos no pecado. Para fazer a vontade de Deus temos de mortificar a nossa própria vontade por isso, o bom é que ninguém peque mas, se em meio a essa busca pecarmos, temos Jesus que intercede por nós junto ao Pai.
– A vontade universal de Deus para a humanidade está expressa em sua palavra e foi encarnada na vida de Jesus aqui na terra. Muitos erram por não conhecer Jesus e sua palavra. Outros tantos porque conhecendo a verdade desejaram mais a escravidão do pecado que a liberdade do amor de Deus, amaram mais as trevas que a luz. Antes de começar uma grande corrida é bom vermos pra que lado estamos indo.
– Existem assuntos e casos particulares onde a pergunta não quer calar: Qual é a vontade de Deus nesse caso especifico? Onde vou trabalhar, morar ou com quem vou casar? É como se tivéssemos um desejo de saber antecipadamente sobre as coisas e ainda achamos que Deus é uma bola de cristal que basta esfregarmos um pouco e saberemos todo nosso futuro. No texto de Paulo aos romanos (Rm 12.1-2) somos levados a um novo nível de entendimento de que a vontade de Deus nesses casos particulares nem sempre pra ser sabida mas sim, experimentada. Cabe a nós uma entrega total em obediência e o Espirito Santo de Deus, pela sua palavra, nos capacita a viver experimentando dia após dia a vontade (boa, perfeita e agradável) dele em qualquer situação. A cada passo, mais um trecho do caminho é revelado e nova força nos é dada.
Provocações e Implicações
– Todos querem ser felizes mas nem todos estão dispostos a fazer o caminho de obediência à vontade de Deus que traz esse real contentamento. Será que alguém pode conseguir viver a vontade de Deus sem que o próprio Deus o capacite? O que é preciso para ele nos capacitar?
– Uma hora dizemos: – É de Deus! É da vontade de Deus! Mais na frente, quando as coisas apertam ou dão errado dizemos: – Deve ser porque não era da vontade de Deus. Uma hora era e outra não? Pode isso? Ou seria mais uma crise de fidelidade e falta de real arrependimento?
– No estudo de hoje vemos Jesus orando: Faça-se a tua vontade. Em Mc 14.32-36 vemos Jesus sofrendo as implicações de querer a vontade de Deus acima de tudo. Em Fp 2.5-11 vemos toda a jornada e o prêmio da obediência e sujeição à vontade do Pai. Você tem consciência do custo de seguir a Jesus vivendo a vontade de Deus?
“Mateus 6:9-13 Portanto, vós orareis assim:Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
A primeira parte da oração do Pai nosso começa com o foco em Deus: “teu nome, teu reino, tua vontade”. Como vimos no estudo anterior, esse entendimento de ir ao Pai com o coração disposto a viver para Ele e colocar nossas necessidades pessoais em segundo plano é essencial então, no estudo de hoje veremos:
“…venha o teu reino;…”. Nosso entendimento sobre reino é muito limitado visto que vivemos num regime de governo democrático que significa: governo do povo. Sendo assim, falar de um reino ou de um rei nos leva mais às imagens dos castelos e das roupas majestosas que de fato o entendimento de como um reino funciona. Deus criou a terra e tudo o que nela há, depois criou o ser humano à sua imagem e semelhança e partilhou com esse homem o domínio sobre toda a criação. A idéia era que esse homem reinasse na terra segundo os princípios de seu Criador mas ao rebelar-se contra Deus, o homem diz que deseja levar o seu reino adiante sem precisar se sujeitar ao soberano Rei e Criador. Isso conduz esse homem à morte e agora com o coração infectado pelo pecado passa a destruir a criação e colocar todo seu desejo de domínio sobre o que não deveria ser dominado: outro homem. Se pelo próprio ser humano esse caos se estabeleceu, outro ser humano deveria dar um basta. Foi então que Jesus veio em carne, em forma humana, para como homem restabelecer o Reino de Deus que terrenamente havia sido usurpado pelo pecado e pela morte. Jesus dizia: é chegado a vós o reino de Deus. Isso significa que Jesus esvaziou-se de sua glória divina, assumiu a forma humana e como homem viveu 100% a vontade de seu Rei e Pai. Em sua vida, morte e ressurreição quebrou o império do pecado e da morte, estabelecendo o Reino de Deus e nos dando a graça real de ter esse mesmo reino dentro de cada um de nós.
– “…venha o teu reino…” – Somos pequenos reis e rainhas do reinozinho de nossa vida que nos foi dado por esse Rei maior a quem pertence tudo e diante de quem todos iremos prestar contas um dia. Uma vez que reconhecemos o caos a que chegamos em nosso reinado, precisamos clamar: venha o teu reino! O reino de Deus se estabelece em nós quando entregamos nossas coroas diante do trono dEle em sinal de arrependimento, reconhecendo o preço alto que foi pago na cruz e rendendo-nos ao senhorio de Cristo em nossa vida. A partir disso, o Espírito Santo que é o espírito do Rei Jesus, vem habitar em nós para implantar toda a cultura do Reino de Deus em nossa vida conforme a Palavra de Deus (Constituição do Reino) e através da vida de serviço e comunhão dos santos que é a igreja. Cada vez que oramos “venha o teu reino”, estamos dizendo ao Senhor que percorra todo território e área da nossa vida eliminando os focos insistentes da antiga rebelião e nos conduzindo pelo seu poder a obediência ao Pai dos céus. Uma vez que essa obra de colonização está acontecendo dentro de nós, naturalmente nos tornamos agentes e embaixadores (2Co5.20) desse reino onde estivermos.
– Triunfando sobre o pecado e a morte, Jesus traz o Reino eterno de Deus à terra e reconcilia o homem com o Pai do céu (Jo14.6). Muitos sabem o que Jesus fez no calvário mas continuam vivendo em orgulho e soberba ignorando a convocação do grande Rei. Ao orar, Jesus apresenta não apenas um desejo de ver o reino de Deus, mas principalmente uma entrega pessoal onde, a começar nele e a partir dele o Reino de Deus viria a terra mesmo que isso lhe custasse a própria vida. Como seguidores de Jesus, devemos como no exemplo dEle dizer: reina sobre mim Senhor e que a partir de mim o teu reino se espalhe e alcance minha família, meu bairro, meus colegas no trabalho, na faculdade e que todos possam descobrir como é maravilhoso viver para ti.
Provocações e Implicações
– Leia Ap 17.14 e medite no que você entendeu sobre: “Rei dos reis”
– Temos muita facilidade em enxergar e criticar os erros do governo, do síndico do prédio, do ator da novela, do marido ou esposa, do patrão, das pessoas que andam aprontando em desobediência a Deus mas, quando se trata de enxergar e trabalhar a desobediência e corrupção dentro de nosso próprio coração, emudecemos. Se clamamos pelo Reino e o invocamos dizendo “venha”, o primeiro lugar que ele deve se estabelecer é em nós.
– O reino é tudo o que está no domínio de um rei. Que áreas em sua vida, o Espírito Santo ainda está colonizando para estabelecer o Reino de Deus? Que dificuldades tem encontrado?
Mateus 6:9-13 Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça- se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá- nos hoje; e perdoa- nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra- nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
Oração é conexão com nosso criador, Deus e Pai. O orar está para a vida espiritual qual o respirar está para a vida física. Jesus andava ligado no Pai 24h por dia, orando no espírito em todo tempo e se afastando das interferências para momentos particulares de busca. Não consigo imaginar Jesus partindo para o seu dia antes de buscar a comunhão e a agenda do Pai pra ele. Os discípulos pediram a Jesus que os ensinasse a orar então Jesus, de maneira simples e clara, quebrando toda a articulação e complicação religiosa que produz os que se acham detentores do acesso, deixa um ensino para os seus discípulos: a oração do Pai Nosso. Muitos de nós certamente sabemos falar essa oração ou aprendemos em forma de reza por nossos pais, avós, ou numa igreja ou centro espírita. O que não sabemos é que Jesus deixou essa oração não para a mera repetição exaustiva, mantra ou uma seqüência encantada de palavras mágicas para mover Deus, mas sim como uma base de conteúdo e caráter riquíssimos para nossa vida de oração. Iremos meditar parte por parte nos próximos estudos. Vejamos hoje: “…Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;…”
Textos relevantes: Lc 11.2-4, Jo 16.24, Tg 4.1-3
Percebeu ?
– “…Pai nosso…” Pode parecer simples pra nós mas, começar uma oração chamando Deus de Pai foi certamente uma revelação que mudaria para sempre a maneira de pensar na forma de se aproximar de Deus. Pai, mostra a maneira carinhosa, amorosa e tranquila pela qual a oração deve caminhar, um sentimento de aproximação, intimidade e pertencimento de um filho que se achega para o pai na certeza de seu amor e cuidado. Nada de barganhas, de medo, culpa ou de auto-justificações. Sabemos que nem todos tivemos uma boa referência de pai terreno então carregamos algumas feridas mas, podemos ter a certeza de que nosso Deus é um Pai bom e perfeito que nos ama de forma incondicional e eterna, sem nenhuma das doenças da corrupção do amor. O “nosso”, mostra que não Deus é Pai somente meu. Então quando me achegar a Ele preciso pensar coletivamente não buscando apenas o meu interesse, a minha vontade mas aquilo que é de proveito comum. Não devemos nos achegar a ele e fazer pedidos egoístas, cheios de ódio, luxuria, vaidade e ostentação pois Ele é Pai nosso e nós somos irmãos uns dos outros. “Nosso”, é também um convite a orarmos juntos e uns pelos outros.
– “…que estás nos céus,…” Ainda que nos aproximemos de forma carinhosa e íntima, não devemos perder o senso de respeito, temos, reverencia e reconhecimento desse Pai que é Deus perfeito em santidade, soberano e habita nos mais elevados céus em glória extrema. Aqui o Jesus homem apresenta o entendimento que esse Pai é espiritual, elevado e está acima de tudo e todos. (Is 66.1)
– “…santificado seja o teu nome…” Dentre as seis petições no decorrer dessa oração, essa é a primeira e não por acaso. Na verdade, todas as demais cinco dependem dessa. Jesus coloca para fora logo de cara o seu mais ardente desejo que é o de viver para a glória de Deus Pai. Já não importa morte ou vida, presente ou futuro, lutas, aflições, perseguição ou traições mas apenas que o Pai santifique o Seu nome através dele. Isso revela que se o nosso desejo mais intenso e real ao se aproximar do Pai não for reverenciar, honrar, valorizar, estimar a glória dEle acima de tudo, perdemos o sentido e a razão e começaremos a fazer uma oração é uma espécie de feitiçaria egoísta pra tentar convencer ao Pai que a nossa razão é mais que a dEle que bem que Ele poderia ser convencido a assinar embaixo de nossos planos egoístas e avessos à glória dEle. Só há vida de verdade, coisas que olhos não viram, ouvidos não ouviram e que jamais se imaginou no coração para os que o amam a ponto de se entregarem tal qual o sacrifício vivo para que a glória dele se manifeste. (1Co 2.9) . As outras petições dessa oração servem a esta primeira. Todo o universo, conspira, declara e se prostra em ato de santificação ao nome do nosso Deus e Pai.
Provocações e Implicações
– Você já conseguiu romper as cadeias interiores que o amor na declaração “Pai nosso” anseia gerar?
– O Pai é seu ou nosso? O que isso muda o que na maneira como vemos a Deus? E na maneira como vemos o nosso próximo? Já viram como perdemos tanto tempo debatendo sobre quem é ou não filho desse Pai, como se fossemos um teste de DNA?
– Quando você ora você vai ao Pai na disposição de que o nome dele seja santificado em sua vida? A glória de Deus é o seu alvo maior, ou você ainda está vivendo para glória de si mesmo, agarrando-se à glória deste mundo?
Dave Ramsey é um perito em finanças pessoais que há mais de 25 anos dá conselhos sobre como liquidar as dívidas, viver de acordo com o orçamento mensal, não gastar mais do que ganha, poupar para a educação dos filhos e para a reforma, constituir um fundo de emergência.
Mas se tudo são de facto conselhos a seguir, a pergunta é, como é possível fazer tudo ao mesmo tempo? Não é. Tem de ser feito por fases. Mas aí nova pergunta se coloca: qual fazer primeiro, e por ordem devem ser feitos? Sem definir a prioridades corre o risco de não fazer nada e por isso a sua situação financeira pode tender a agravar-se.
Como resposta a esta questão Dave Ramsey propôs os 7 baby steps. Inicialmente divulgados no seu programa de rádio e podcasts disponíveis no seu canal de Youtube, os baby steps estão agora disponíveis em livro e são seguidos por milhões de pessoas em todo o mundo.
Tendo como objetivo passar da sua situação financeira à situação de riqueza, os 7 baby stepssão o caminho para atingir tal objetivo.
Mas quais são os 7 baby steps?
Baby step 1 – Junte 1.000€ para iniciar o seu fundo de emergência
Este é o primeiro passo, antes de começar a reduzir as suas dívidas: juntar 1.000€ para começar o seu fundo de emergência. Se tem produtos em casa que não usa, venda num site online. Arranje um part-time que lhe permita juntar este valor.
O objetivo é tê-lo no mais curto espaço de tempo, digamos 30 dias, para poder passar ao baby-step 2. Se tiver, por exemplo 5.000€ num depósito a prazo. Considere 1.000€ como o valor inicial do seu fundo de emergência e use os restantes 4.000€ no baby-step 2.
Baby step 2 – Pagar todos os empréstimos, deixando apenas de fora o crédito habitação
O baby-step 2 consiste em ver-se livre de todas as suas dívidas. Já pensou que grande parte do seu orçamento mensal é para pagar créditos? O objetivo é mesmo esse. Libertar-se das dívidas, reduzir os pagamentos mensais.
Comece por listar todos os seus créditos por ordem crescente de valor em dívida ignorando a respetiva taxa de juro, excluindo nesta fase o seu crédito habitação.
Deve começar a liquidar pelo mais pequeno, e assim sucessivamente. Mantenha ou reforce as ações que tomou conseguir o baby-step 2. Canalize todas as suas poupanças para a liquidação das dívidas. Lembre-se o seu objetivo é acabar com elas. E já agora reveja os seus seguros, e veja se consegue reduzir os prémios a pagar.
Baby step 3 – Constituir um fundo de emergência com 3 a 6 meses de despesas mensais
Se já acabou de pagar as suas dívidas de crédito pessoal, carro e cartão de crédito, chegou a altura de começar a poupar para o fundo de emergência.
Este deve ter o correspondente a 3 a 6 meses das suas despesas mensais (idealmente seriam 12 meses) e destina-se a fazer face a eventuais situações inesperadas que podem acontecer, como ficar desempregado ou doente.
Este fundo permitir-lhe-á manter a seu nível de vida atual sem ter de pedir novamente crédito, e voltar a estar endividado. É como se fosse o seu próprio banco
Mas não se esqueça. Quando tirar dinheiro do seu fundo de emergência, o seu objetivo primordial é repor o valor que tirou. Só assim terá uma verdadeira independência financeira.
Completado este baby-step chegou a altura de começar a acumular riqueza.
Baby step 4 – Investir 15% do seu rendimento mensal em produtos financeiros de reforma
Estando livre de dívidas de curto prazo, e com uma almofada financeira, chegou a altura de olhar para a sua reforma.
Com a perda de rendimentos que sabe que irá acontecer quando entrar na reforma e começar a receber a pensão de velhice, chegou a altura de começar a pôr de parte cerca de 15% dos seus rendimentos mensais em produtos de poupança dirigidos à reforma.
A decisão de trabalhar depois da idade da reforma, deverá ser porque quer continuar a trabalhar e não porque tem de o fazer.
Enquanto está neste baby-step faça o 5 e o 6 ao mesmo tempo.
Baby step 5 – Poupar para a educação dos seus filhos
O passo 5 consiste em poupar para a educação dos seus filhos. Se eles quiserem fazer Eramus ou ir estudar para fora os custos podem ser altos. E claro, não vai querer voltar a estar endividado, ou que os seus filhos, se forem maiores, se endividem para estudar.
Então a solução é juntar dinheiro para que quando acontecer estar preparado. E o valor que tem de poupar por mês, depende da idade que eles têm quando começar a poupar. Mas o importante é que na altura tenha dinheiro de parte para que não tenha de recorrer a crédito.
Baby step 6 – Pagar o seu crédito habitação
E chegou finalmente à parte que mais lhe pesa no orçamento e a última que lhe falta resolver para se encontrar totalmente livre de dívidas.
Canalize todo o dinheiro que conseguir poupar para a liquidação antecipada do seu crédito habitação. Irá poupar muito dinheiro de juros ao pagar antecipadamente.
Reveja o seguro de vida associado ao mesmo. E mais uma vez canalize o valor poupado para amortizar o seu crédito habitação.
Baby step 7 – Acumular riqueza e fazer doações
Nesta altura já não tem dívidas. E pode fazer o que quiser com o seu dinheiro.
Quem é Dave Ramsey
David Lawrence Ramsey é uma personalidade americana, consultor de finanças pessoais, apresentador de programas de rádio, escritor e empresário.
Depois de ter entrado em bancarrota e ter conseguido resolver a situação, pegou no que aprendeu e dedicou-se a ensinar como gerir e fazer crescer o dinheiro de cada um. Desde essa altura a Financial Peace University da qual é fundador já ajudou mais de 6 milhões de pessoas a ter controlo nas suas finanças pessoais. Os seus conselhos são seguidos por milhões de pessoas em todo o mundo
A Fonte Original do Amor: O Amor Inesgotável de Deus
Em um mundo onde frequentemente buscamos suprir nossas necessidades emocionais através do amor que recebemos dos outros ou até mesmo do amor próprio, é fundamental refletirmos sobre a verdadeira fonte do amor: Deus. Seu amor é a base de suprimento inesgotável, um amor puro e incorruptível que transcende qualquer outro tipo de amor que conhecemos.
O Amor Falho e Corrompido dos Outros
Quantas vezes nos voltamos para o amor dos outros em busca de segurança, afeto e validação? No entanto, o amor humano, embora possa ser genuíno, é frequentemente falho e corrompido por interesses pessoais. Esse tipo de amor pode ser condicionado, e a desilusão surge quando percebemos que as expectativas colocadas em outro ser humano não podem ser plenamente atendidas. O Salmo 136 nos lembra repetidamente: “Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.” Esse versículo ressalta que o amor de Deus é constante e eterno, diferente do amor humano que pode falhar.
O Amor Próprio Enganador
Por outro lado, há aqueles que tentam se alimentar do amor próprio, acreditando que a autossuficiência emocional é a resposta. No entanto, nossos corações são enganosos, como nos alerta Jeremias 17:9: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” O amor próprio, quando inflamado por sentimentos de orgulho, vaidade ou autopiedade, pode se tornar uma fonte de frustração e desilusão. Ele é muitas vezes corrompido por nossas próprias imperfeições e limitações.
A Fonte Inesgotável do Amor de Deus
Diante dessas limitações, onde podemos encontrar um amor que verdadeiramente nos supra e nos preencha? A resposta está no amor de Deus. O Salmo 136 repete incansavelmente: “Porque a sua misericórdia dura para sempre.” A palavra “misericórdia” aqui pode ser entendida como o amor leal, constante e imutável de Deus. Este amor não depende de nossos méritos ou de nossas falhas. Ele é um amor que nos alcança em nossa maior necessidade, que nos perdoa e nos restaura.
O amor de Deus é a fonte original e inesgotável que devemos buscar. Em Efésios 3:17-19, Paulo ora para que possamos “compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo entendimento”. Esse amor é a verdadeira fonte que nos sustenta, nos renova e nos transforma.
Conclusão
Quando nos voltamos para Deus, encontramos um amor que é puro, eterno e verdadeiro. Diferente do amor humano, que é muitas vezes condicionado e do amor próprio, que pode ser enganoso, o amor de Deus é perfeito. Ele é a fonte inesgotável que nos supre em todas as nossas necessidades. Que possamos sempre lembrar e nos render ao amor que dura para sempre, como nos ensina o Salmo 136, e viver em plenitude, seguros na certeza de que somos amados por Deus de forma incondicional e eterna.